,

Bovespa e BMeF iniciam conversas para integração

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008 2 comentários

(Reuters) - A Bovespa Holding e a Bolsa de Mercadorias e Futuros iniciaram conversas para integrar suas atividades, num movimento considerado natural por analistas.
As duas companhias informaram em fato relevante na noite de terça-feira que as conversações durarão, no máximo, 60 dias.
Nesse período, nenhuma das duas bolsas poderá manter qualquer negociação com uma terceira parte.


"Não há garantia de que algum acordo será consumado a partir dessas conversações, não tendo sido estabelecida, ainda, a configuração que qualquer iniciativa conjunta deverá ou poderá vir a ter, bem como as bases econômico-financeiras que eventualmente suportarão essa integração", informaram as empresas no comunicado.


Segundo uma fonte próxima às bolsas, a modelagem do negócio não está determinada, mas o compartilhamento da infra-estrutura seria um dos destaques da integração.
O diretor da Global Financial Advisor, Miguel Daoud, ressaltou que o esperado uso em comum de dados e sistemas "dá mais segurança e confiabilidade".


"E, uma vez que são sociedades anônimas agora, isso acaba otimizando custos e aumentando os lucros", acrescentou. "(O negócio) facilita também uma integração no Mercosul."
A
BMeF é a maior da América Latina em número de contratos negociados. A Bovespa é o maior centro de negociação com ações e concentra cerca de 70 por cento do volume de negócios da região, segundo informações em seu site.



Bovespa Holding e BMeF foram destaque na onda de abertura de capital de empresas vista no ano passado, com as ações de ambas obtendo significativa valorização na estréia na Bolsa de Valores de São Paulo.


Na quarta 20/02/2008, as ações da Bovespa Holding fecharam em alta de 11,43 por cento, a 26,80 reais, enquanto os papéis da BMeF encerraram o pregão com alta de 17,24 por cento, para 18,49 reais.


O Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, fechou em alta de 2,33 por cento, aos 63.747 pontos nesta quarta-feira.

Lula e Marisa

domingo, 17 de fevereiro de 2008 0 comentários

Charge Amarildo

Bernanke, o preocupante

As declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Ben Bernanke, forneceram ao mercado financeiro internacional mais uma dose de incerteza. "As coisas não vão tão mal assim", é um bom resumo do que disse o presidente do Fed em seu depoimento hoje diante do Comitê de Bancos do Senado dos Estados Unidos. "A economia vai bem, mas há problemas no crédito, no setor imobiliário e no emprego".

Ou seja, a economia não vão tão mal, mas os problemas podem ocorrer no crédito (que move a economia americana), nos imóveis (que vem recebendo a maior parte dos recursos dos investidores) e na geração de empregos, (cujos salários complementam o crédito na hora de mover a economia). Ou seja, Bernanke diz que o paciente está saudável, apesar de ter uma profunda anemia, problemas no coração e no sistema imunológico. Não por acaso, no início da tarde a Bolsa de Nova York apresentava uma leve baixa de 0,4% a 12 506 pontos.

Outro motivo para a queda foi o anúncio, pelo banco suíço UBS (que controla o banco UBS Pactual no Brasil) de uma baixa contábil de 13,7 bilhões de dólares. Não é tanto quando os 18,1 bilhões anunciados pelo Citigroup no fim do ano passado, mas mesmo assim é um dado respeitável. Moral da história, mais pressão de baixa nas ações.

E por aqui? A Bolsa de São Paulo está em alta de 0,43% no início da tarde, depois de haver registrado um avanço de 1% no melhor momentodo dia. O que anima os investidores aqui são as boas notícias com relação à inflação divulgadas na quarta-feira (em que o IPCA de janeiro foi de 0,54% em vez dos 0,73% previstos) e a criação de empregos.


Ha,ha,ha. Ops! Snif, snif, snif !!!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008 2 comentários


PLANEJAMENTO FINANCEIRO

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008 0 comentários

Cinco erros a serem evitados, veja este vídeo e saiba como manter o controle de suas finanças pessoais, e gozar de saúde financeira.


Vídeo do TV Dinheirama, extraido do You Tube.

,

Itaú lucra R$ 8,4 bi em 2007 e supera ganhos do Bradesco

12.02.2008.
Itaú lucra R$ 8,4 bi em 2007 e supera ganhos do Bradesco.

O banco Itaú registrou lucro líquido de R$ 8,473 bilhões em 2007, o que representa um crescimento de 96,65% sobre o lucro de 2006. O resultado anual do Itaú superou os ganhos do rival Bradesco que, no ano passado, lucrou R$ 8,010 bilhões.

O Itaú encerrou o exercício de 2007 com ativos totais de R$ 294,876 bilhões e patrimônio líquido de R$ 28,969 bilhões.

,

Setor privado investirá R$ 82,7 bi até 2011.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008 0 comentários

Agência Estado
O setor privado será o motor que puxará os investimentos em infra-estrutura nos próximos quatro anos no País. Apesar da ofensiva estatal em grandes projetos de energia, entre 2008 e 2011, 60,5% do capital que será aplicado na construção de ferrovias, estradas, estações de tratamento de água e de esgoto, hidrelétricas, e na expansão da produção de minério e aço sairá do bolso privado. A cifra chega a R$ 82,7 bilhões, recurso que virá de financiamentos de longo prazo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de capital próprio das empresas (nacionais ou estrangeiras) e da captação externa.

Os governos federal e estadual responderão pelos 39,5% restantes, ou R$ 53,9 bilhões. Os números são resultado de um levantamento das obras de infra-estrutura no Brasil até 2011 usado no planejamento das grandes construtoras. O trabalho, assinado pela VAE Consultores, compilou todos os editais, licitações e concorrências abertas pelos governos federal, estadual e por mais 30 grandes grupos empresariais que lançaram planos de investimentos para os próximos anos no País. O valor total em contratos para obras de infra-estrutura no período é de pelo menos R$ 136 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo


Fonte: Portal Exame (Agência Estado)

Indústria cresce 6% em 2007.

domingo, 10 de fevereiro de 2008 0 comentários

8/02/2008
Produção industrial cresce 6% em 2007, maior expansão em três anos.
A produção industrial brasileira cresceu no ano passado no maior ritmo desde 2004, estimulada principalmente pela força da demanda interna, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

A alta foi de 6%, exatamente em linha com a previsão do mercado e acima do crescimento de 2,8% verificado em 2006. Em 2004, a alta foi de 8,3%.

Houve no ano passado aumento em 21 tipos de atividade, sobressaindo-se os ramos de veículos automotores (15,2%) e de máquinas e equipamentos (17,7%). Neste segundo segmento, as maiores altas foram de centros de usinagem, fornos de microondas, refrigeradores e máquinas para colheita.

"O desempenho industrial de 2007 foi apoiado principalmente no aquecimento da demanda doméstica, por conta da manutenção da expansão do crédito, do aumento da ocupação e da renda, e da ampliação dos investimentos", disse o IBGE em nota.

"Em 2007, o aumento da produção foi abrangente", afirmou a instituição. As quatro categorias de uso tiveram expansão da atividade no ano passado: bens de capital (19,5%), bens de consumo duráveis (9,2%), bens intermediários (4,9%) e bens de consumo semi e não duráveis (3,4%).

Dezembro
Em dezembro, a atividade retraiu-se pelo segundo mês seguido, em 0,6% contra novembro, mas cresceu 6,4% ante igual período de 2006. Analistas ouvidos pela agência Reuters previam queda de 1% mês a mês e alta de 6% na leitura anual.

Na comparação com novembro, o destaque de retração da produção ficou com os veículos automotores, de 6,2%. Nas categorias de uso, a atividade de bens de consumo semi e não duráveis teve queda de 2,1%, e a de bens de capital, de 0,2%, interrompendo quatro taxas positivas seguidas. Já os bens intermediários e os bens de consumo duráveis tiveram expansão, de respectivamente 1% e 0,6%.

O IBGE revisou o dado de novembro na comparação com outubro. Em vez de queda de 1,8%, como foi inicialmente informado, houve recuo de 2%.

Vendas
Em relação às vendas, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) havia divulgado ontem que houve um crescimento de 5,1% em 2007, em comparação com o ano anterior, sendo o melhor desempenho desde 2004.

A perspectiva, segundo a CNI, é de que a expansão continue em 2008, mesmo com a crise externa. "Os fatores que sustentaram a indústria em 2007 devem continuar a sustentá-la em 2008, pelo menos nos primeiros meses do ano", afirmou a jornalistas o economista da CNI Paulo Mól.

Fonte: Uol Economia(Com informações de Reuters e Valor Online)

S&P: mercado mundial perdeu US$ 5,2 tri em janeiro

sábado, 9 de fevereiro de 2008 0 comentários

Relatório da agência de análise de risco Standard & Poors (S&P) revela que os mercados de ações mundiais perderam um montante combinado de US$ 5,2 trilhões em janeiro, com os mercados emergentes caindo 12,44% e os mercados de países desenvolvidos perdendo 7,83% no mês, um dos piores desempenhos já registrados para um início de ano. Os dados fazem parte do relatório "World by Numbers" sobre os mercados de ações globais da S&P.

"Existiram poucos locais seguros em janeiro, com 50 dos 52 mercados de ações globais encerrando o mês em território negativo, com 25 deles registrando perdas de dois dígitos", disse Howard Silverblatt, analista sênior de índices da S&P. "Alta volatilidade, rápidas viradas em ambos, no mercado e no sentimento do investidor, e preços de ações drasticamente mais baixos prevaleceram durante o mês."

Todos os 26 mercados de ações de países desenvolvidos registraram retornos negativos em janeiro, com 16 deles perdendo pelo menos 10% de seu valor. As perdas do mês passado apagaram todos os ganhos anteriores dos mercados de ações, deixando todos os mercados de países desenvolvidos no vermelho considerando um período de três meses. O retorno em 12 meses foi desigual, com 15 mercados de países desenvolvidos em território positivo e 11 no vermelho (seis deles com retornos negativos de dois dígitos).

Apesar dos ganhos do mercado de Marrocos (+10,17%) e da Jordânia (+3,11%), os mercados de ações de países emergentes foram devastados em janeiro, registrando uma perda média de 12,44%. A Turquia foi a mais atingida
no mês passado com uma
perda de 22,70%, seguida pela
China (-21,40%), Rússia (-16,12%) e Índia (-16%). Somente os mercados de cinco países emergentes permaneceram no positivo no período de três meses encerrado em janeiro. Apenas Argentina e Taiwan escorregaram para território negativo no período de 12 meses.


O mercado de ações do Brasil registrou um retorno negativo de 8,59% em janeiro e, no período de três meses, apresenta uma desvalorização de 11,33%. Contudo, no período de 12 meses o mercado brasileiro ostenta o maior ganho entre os emergentes, de 61,44%, bem à frente da Índia (+47,83%), China (+37,25%) e Rússia (+10,92%).

Fonte:
Exame

ExxonMobil congela US$ 12 bi em ativos da PDVSA

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO, 9 de fevereiro de 2008 - A petrolífera norte-americana ExxonMobil informou ter obtido da Corte Superior de Londres o congelamento de US$ 12 bilhões de ativos da venezuela PDVSA, dentro de um pedido de arbitragem contra o governo venezuelano, que nacionalizou as atividades da companhia norte-americana no país.

Fonte: Gazeta Mercantil

,

Empresa russa e banco chinês têm interesse na Xstrata.


06/02/2008 - A Vale poderá ganhar dois concorrentes para a aquisição da mineradora anglo-suíça Xstrata. De acordo com a página eletrônica do diário Financial Times (FT), a gigante russa do alumínio Rusal e o Banco de Desenvolvimento da China (CDB, na sigla em inglês) também estariam interessados na compra da Xstrata.

Segundo o jornal britânico, tanto a Rusal como o CDB já teriam feito
contatos com a Glencore, maior acionista da Xstrata, com 35% de participação. Ocorre que a Glencore possui também fatia de 12% no capital da empresa russa, o que poderia facilitar o caminho para um eventual negócio entre as duas.

A venda para a Rusal poderia ser uma jogada estratégica interessante para a Glencore, segundo o FT, pois a empresa teria condições de se beneficiar da valorização da Xstrata, puxada pelas expectativas de um reajuste significativo nos preços do minério.

Ao mesmo tempo, a Glencore também poderia manter indiretamente sua
participação na mineradora pretendida pela Vale. Por aqui, a expectativa é de que a Vale esteja em vias de apresentar sua proposta oficial pela Xstrata. Após fechar o pacote de financiamento de US$ 50 bilhões com um grupo de oito bancos, a empresa brasileira espera apenas a palavra final de seus controladores e do governo para formalizar a oferta, que também prevê uma emissão de 1,2 bilhão de ações preferenciais tipo A.
(Valor Online)

,

Ação sim, Poupança não!!!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008 0 comentários


Se você é daquelas pessoas que pensa no futuro e guarda uma graninha todo mês, então você quer de ter independência financeira, certo?

Esperto que é, também já deve ter percebido que a poupança não rende lá grandes coisas, na verdade a poupança rende pouco mais que a inflação no período, ou seja quase zero.

Uma opção é investir em ações, atualmente qualquer pessoa que tenha uma grana disponível e como eu não acredita na velha caderneta de poupança pode investir.

Ação é um investimento de risco, ou seja, os ganhos de hoje não representam ganhos futuros.

O primeiro passo a ser dado para que quer investir na bolsa é procurar uma corretora de valores, geralmente ligada a algum banco, e abrir uma conta investimento.Você precisa também montar a sua carteira de investimento, escolhendo os tipos de ações que quer comprar.

Existem ações de vários segmentos, tome muito cuidado na hora de escolhero tipo da ação a ser adquirida, e nunca comprepor impulso.
Atualmente podemos começar inverstir com valores pequenos (R$100,00 por exemplo), no mercado Chamado Fracionário.

A escolha da corretora é muito importante pois é atravès dela que você vai adquirir as suas ações, e ela deve ser de confiança.

A dica é a seguinte: Antes de abrir sua conta investimento e verificar se a corretora está listada na CBLC, Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia, e na Bovespa, peça dica para pessoas do mercado e profissionais da área, entre no site da corretora para verificar suas condições, confirmadas as verificações abra a sua conta e bom investimento.

Marinaldo Nogueira.

,

Wall Street sobe com proposta da Microsoft por Yahoo

domingo, 3 de fevereiro de 2008 1 comentários


As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta sexta-feira, levando Wall Street à melhor semana em quase cinco anos, após a Microsoft ter feito uma oferta de US$ 44,6 bilhões pelo Yahoo.
A proposta ofuscou dados apontando uma queda nos postos de trabalho dos Estados Unidos pela primeira vez desde 2003.O índice Dow Jones subiu 0,73%, a 12।743 pontos. O Standard & Poor's 500 teve alta de 1,22%, para 1.395 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq ganhou 0,98%, a 2.413 pontos.
Na semana, o Dow subiu 4,4% e o S&P ganhou 4,9%, o melhor desempenho de ambos os índices desde 2003. O Nasdaq subiu 3,8%, maior valorização semanal em quase 18 meses.