, , ,

Vale fecha maior contrato de fornecimento de minério já assinado, com Arcelor Mittal

segunda-feira, 28 de abril de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - Após o fechamento dos mercados na segunda-feira (28), a Vale (VALE5) informou que fechou com a Arcelor Mittal, maior siderúrgica do mundo, os maiores contratos de longo prazo já assinados entre um fornecedor de minério de ferro e uma siderúrgica.

O acordo visa formalizar o fornecimento de aproximadamente 480 milhões de toneladas de minério de ferro e pelotas para as plantas da Arcelor Mittal na Europa, África e Américas, pelos próximos 10 anos.

De acordo com a Vale, os acordos estão em linha com o desejo da mineradora de estreitar seu relacionamento com a Arcelor Mittal.

"Ao mesmo tempo, o evento ressalta a capacidade única da Vale de fornecer, com alta confiabilidade, minério de ferro e pelotas de qualidade superior, em função da sua larga escala de produção e excelência operacional", completa a companhia.

Ações vêm de valorização
O anúncio veio após uma valorização de 1,55% dos papéis preferenciais de classe A da Vale, que fecharam a segunda-feira a R$ 52,30.

Desde o início do ano, o saldo é positivo para estes ativos em 3,94%.

, , ,

Bradesco tem lucro recorde de R$ 2,1 bi no 1º trimestre

O Bradesco registrou lucro líquido consolidado de R$ R$ 2,102 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 23,3% sobre o mesmo período de 2007. Em 2007, o lucro de R$ 1,705 bilhão apurado pelo banco no primeiro trimestre do ano já havia sido inédito para o período.


O lucro líquido apurado pelo Bradesco entre janeiro e março deste ano, de R$ 2,102 bilhões, é o maior já registrado por um banco privado no primeiro trimestre nos últimos 20 anos, segundo estudo da Economática. O recorde anterior de uma instituição privada era do Itaú, que no primeiro trimestre de 2007 apurou lucro líquido de R$ 1,991 bilhão.

De acordo com o banco, 65% do lucro foi gerado com as atividades financeiras e os 35% restantes pelas atividades de seguros, previdência e capitalização.

A rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio no primeiro trimestre de 2008 ficou em 32%, segundo comunicado ao mercado.

A carteira de crédito total do Bradesco chegou a R$ 169,408 bilhões ao final de março, mostrando um avanço de 38,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. O valor inclui avais, fianças e recebíveis de cartões de crédito.

As operações de crédito com pessoas jurídicas foram as que mais cresceram, 41%, totalizando R$ 107,182 bilhões. Com pessoas físicas, o desempenho foi 34,3% superior ao do mesmo período do ano passado, chegando a R$ 62,226 bilhões.

Já os ativos totais do banco chegaram a R$ 355,517 bilhões, o que representa crescimento de 26,1% em relação ao mesmo período de 2007.
Fonte: Último segundo

, , , ,

Metas da CSN encontram ceticismo de analistas quanto à produção da Casa de Pedra

SÃO PAULO - Entre expressivas valorizações, os papéis da CSN (CSNA3) atraem as atenções dos investidores, uma vez que responderam pela maior alta de todos os integrantes do Ibovespa no ano passado e já somam ganho superior a 40% em 2008. O noticiário da empresa inclui diversos fatores, mas destaca os eventos envolvendo a mina Casa de Pedra.

Além de potencial alvo de uma oferta de ações, a mina é marcada por recentes disputas por seu excedente produtivo com a Vale, e qualquer balanço de suas operações costuma mexer forte com os ativos da CSN. Depois do forte reajuste do minério de ferro, o foco só aumenta nos prováveis benefícios que a mina pode trazer à siderúrgica, e os plano da CSN são de forte expansão.

Resta saber até que ponto as projeções da empresa podem se concretizar. Após visita à planta e reunião com o diretor da mina, Jayme Corrêa, os analistas do Santander visualizam fortes níveis de crescimento da produção, mas ainda mostram-se céticos quanto ao cumprimento do guidance produtivo.

Otimismo do executivo...
A aposta do diretor da Casa de Pedra é de que a produção passe dos 21 milhões de toneladas anuais estimados para junho deste ano para a casa de 40 milhões de toneladas por ano até dezembro.

Na reunião com o Santander, o executivo mostrou-se otimista com o cumprimento da meta ressaltando que "todos os equipamentos necessários para a expansão total já foram arrumados", e não há risco algum de a empresa não atingir a produção estimada para o final do ano.

Outro ponto de destaque citado por Corrêa diz respeito ao impacto do reajuste do minério de ferro à margem Ebitda - geração operacional de caixa sobre a receita líquida - da empresa, que já ultrapassa a casa de 60% segundo suas estimativas. Ainda assim, foi ressaltada a preocupação com a ampliação dos custos logísticos, que respondem por mais da metade da estrutura de custos da planta.

...mas ceticismo dos analistas
Apesar do otimismo com o cumprimento do guidance transbordar nas palavras de Corrêa, os analistas do Santander acreditam que o prazo é muito curto para tal feito, apesar das aposta de que a companhia passe a apresentar progresso mais expressivo nos próximos períodos.

Da visita, os analistas ressaltaram que não parece que a Casa de Pedra mostrou processo necessário para dobrar sua produção em menos de um ano. "Ainda não acreditamos que está capacitada a atingir seu projeto de expansão do guidance do minério de ferro.", salientam.

Ainda assim, os analistas destacaram que a impressão deixada pelo encontro é de que a empresa deve apresentar forte evolução nas vendas de minério de ferro no curto prazo.

A resposta das ações
Entre este impasse, uma questão foi ressaltada pelo Santander: caso a CSN comece a mostrar significativa expansão nas vendas de minério a partir dos resultados do primeiro trimestre frente aos períodos anteriores, o reflexo deve ser positivo às ações.

A recomendação da instituição é de manter os papéis da siderúrgica.
InfoMoney

, ,

SÃO PAULO - O uso do Home Broker caiu no gosto do investidor em 2007. Segundo dados da Bovespa, em relação a 2006, o volume médio mensal aumentou 153%

SÃO PAULO - Em fevereiro, segundo os últimos dados da Bovespa, o Home Broker registrou seis recordes: volume total negociado, média diária de volume financeiro, valor médio por negócio, média diária de negócios, participação no volume financeiro da bolsa e participação no número de negócios da bolsa.

De acordo com a advogada, especialista em direito digital, Patricia Peck Pinheiro, ao mesmo tempo que a ferramenta cria um facilitador de entrada de investidores no mercado, há alguns riscos que devem ser observados. "Riscos inerentes ao mercado de ações, riscos operacionais do uso da internet e riscos relacionados ao ciclo de liquidação", enumera a autora do livro "Direito Digital", publicado pela Editora Saraiva.

"Entre esses riscos expostos, o que mais gera impactos jurídicos vem a ser o risco operacional do uso da internet e a responsabilidade das corretoras alusiva à segurança da informação", afirmou a advogada.

Os deveres das corretoras
Segundo a especialista, o serviço de Home Broker possui regulamentação própria e exige prévia autorização da Bovespa, que exige que as corretoras cumpram alguns requisitos, entre eles, a necessidade de instalação, por parte da corretora, de mecanismos de proteção contra acessos indevidos.

Além disso, Patricia Peck enumera algumas regras que devem ser seguidas, no momento da criação do website que apresentará os serviços de Home Broker:
O nome da corretora deve estar em destaque em todas as páginas;

O nome da corretora deve preceder a marca de fantasia com o mesmo peso gráfico;

O selo Bovespa é obrigatório em todas as páginas do Home Broker;

a corretora deve deixar claro se as cotações fornecidas são em tempo real ou com algum atraso.
De acordo com a Instrução CVM nº 376, "a responsabilidade pela segurança do sistema, bem como pelo sigilo de toda a informação de seus clientes é das corretoras, devendo, para tanto, utilizar elevados padrões tecnológicos de segurança de rede" (art 7º e 8º).

Os deveres do investidor
Diante de tantas exigências, torna-se essencial que as corretoras elaborem um termo de uso detalhado, no qual constem as obrigações do investidor, para que possa haver uma gestão adequada do serviço.

Entre as obrigações do usuário, a advogada lista:

Fazer uso de acesso seguro à internet;

Criar uma senha segura;

Possuir antivírus ativo e atualizado no computador;

Cuidado com executar arquivos anexados enviados por e-mail;

Fazer atualização do navegador para melhorias de segurança;

Evitar o uso de equipamentos públicos ou de uso coletivo;

Acompanhar as movimentações da conta constantemente e informar o operador imediatamente se houver qualquer operação irregular.
"Sendo tomadas as devidas precauções, tanto do lado das corretoras como do investidor-usuário do serviço, o Home Broker tende a crescer como principal canal de execução de operações", finalizou Patricia Peck.

Por: Patricia Alves
InfoMoney

, , , , , , , ,

Home Broker: pesquisa mostra por que investidor ainda resiste à internet

SÃO PAULO - O uso do Home Broker caiu no gosto do investidor em 2007. Segundo dados da Bovespa, em relação a 2006, o volume médio mensal aumentou 153%, passando de R$ 6 bilhões para R$ 15,6 bilhões.
Já a média mensal do número de negócios subiu 122%, de 752,4 mil operações em 2006 para 1,7 milhão em 2007. As operações por meio do Home Broker responderam por 8,4% do volume total transacionado na bolsa no ano passado.
No entanto, pesquisa norte-americana mostra que ainda existem muitas pessoas que relutam em usar a rede para investir. Medo, insegurança, desconhecimento... qual seria a principal razão apontada pelos investidores para não usar a internet e as ferramentas on-line na hora de lidar com o dinheiro?

Contato pessoal é preferência
De acordo com o estudo da Universidade de Iowa, diante da pergunta: "Por que você não usa a internet para investir?", a maioria dos respondentes (82,4%) disse que não usa o computador para estes fins, pois prefere trabalhar com pessoas.
Quando separados por sexo, mais mulheres do que homens responderam "sim" a esta alternativa.
A tabela abaixo mostra todas as razões apontadas pelos investidores para não utilizarem a internet na hora de investir.
Os percentuais são referentes aos "sim" respondidos. O investidor poderia responder "sim" a mais de uma alternativa

Razão apontada Homens Mulheres
Prefere trabalhar com pessoas 80% mais de 80%
Os sites são confusos mais de 30% mais de 40%
Questão de segurança 40% quase 50%
Outras razões 35% 30%

Alvo de reclamações
De acordo com o Ombusdsman do Mercado, Joubert Rovai, as reclamações sobre o Home Broker das corretoras brasileiras representaram 27% do total em 2007.
Segundo Rovai, os principais problemas apontados pelos investidores foram: lentidão do site, ordens não disparadas, divergências de saldos de ações e/ou de valores, impossibilidade de negociar direitos de subscrição, liquidação de posição acionária etc.

Dicas
De acordo com a advogada especialista em direito digital, Patricia Peck Pinheiro, ao mesmo tempo que a ferramenta cria um facilitador de entrada de investidores no mercado, há alguns riscos que devem ser observados. "Riscos inerentes ao mercado de ações, riscos operacionais do uso da internet e riscos relacionados ao ciclo de liquidação", enumera a autora do livro "Direito Digital", publicado pela Editora Saraiva.
"Entre esses riscos expostos, o que mais gera impactos jurídicos vem a ser o risco operacional do uso da internet e a responsabilidade das corretoras alusiva à segurança da informação", afirmou a advogada.

, , , ,

Vale chama atenção por 'crescimento tórrido', diz 'Wall Street Journal'

A companhia mineradora Vale S.A. está chamando a atenção do mundo pelo seu “ritmo de crescimento tórrido”, segundo extensa reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal americano Wall Street Journal.
“Enquanto a gigante da mineração baseada no Rio abre seu caminho para a dianteira do palco de negócios globais, mais e mais pessoas fora do Brasil estão descobrindo”, afirma a reportagem, que “a Vale é hoje a maior produtora mundial de minério de ferro, matéria-prima chave do aço.”

Segundo a reportagem, “companhias de mercados emergentes como a Vale vêm escalando a lista das maiores e mais bem sucedidas empresas do mundo nos últimos anos”.

“A Vale está crescendo em um ritmo tórrido. No ano passado, ela contratou 9.281 novos funcionários no Brasil, elevando seu número total de funcionários em todo o mundo para 124.013. Ela extraiu minério de ferro suficiente para encher 50 mil piscinas olímpicas e gerou receitas de US$ 39,7 bilhões – quase 10 vezes mais do que em 2001.”

O jornal atribui o sucesso, entre outras coisas, à demanda da China por matérias primas e outras commodities - que teria provocado aumento no preço do minério de ferro - e a estratégia da Vale de ter comprado outras mineradoras pequenas no Brasil quando o preço ainda era baixo, colocando-a numa boa posição para aproveitar este aumento.

“Os preços do minério de ferro da Vale subiram em percentuais de dois dígitos em quatro dos últimos cinco anos, e o aumento de preço deste ano de 65% deve acrescentar até US$ 12 bilhões às receitas anuais.”

O Wall Street Journal explica o histórico da Vale – de empresa estatal à gigante bem sucedida – citando a administração de Roger Agnelli, iniciada em 2000, que determinou uma visão clara para os planos futuros da empresa.

O jornal afirma que Agnelli é famoso por seus “abraços de urso e olhar penetrante”, mas cita relatos de funcionários e ex-funcionários que o descrevem como “durão”.

A reportagem ainda fala do trabalho de Agnelli junto às agências de classificação de risco, que obteve grau de investimento para a Vale em 2005 e 2006, fazendo com que a empresa conseguisse arrecadar fundos junto a investidores estrangeiros e pudesse competir em pé de igualdade no mercado internacional.

, ,

Oi pode gastar até R$12,3 bi para criar nova tele com BrT

sábado, 26 de abril de 2008 0 comentários

Por Rodrigo Viga Gaier e Taís Fuoco
RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A empresa que nasce da compra da Brasil Telecom pela Oi, em uma transação que pode envolver até 12,3 bilhões de reais, surge com a ambição de se internacionalizar e competir no país sede dos seus principais rivais no Brasil.

Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, explicou nesta sexta-feira que o valor da operação inclui 5,86 bilhões que serão pagos aos controladores, além de 3,5 bilhões de reais para a aquisição das ordinárias que hoje pertencem aos minoritários (tag along) e 3 bilhões de reais para adquirir um terço dos papéis sem direito a voto.

"(A nova empresa) nasce com ambição para fora do Brasil. Temos sonhos de operações internacionais", afirmou Falco, em entrevista na sede da empresa, poucas horas após o anúncio formal do negócio, que se arrastava há meses.

Ele citou como mercados potenciais para a atuação da companhia as Américas, África e Europa.

Segundo o executivo, as principais concorrentes da Oi --TIM, América Móvil e Telefónica-- "tiveram um ganho de receita muito forte nos últimos anos por conta da atuação fora de seu país de origem". Como a nova operadora quer fazer frente a essas companhias, reiterou, terá de usar da mesma estratégia.

As metas da nova empresa envolvem atingir 110 milhões de clientes em cinco anos, dos quais 22 milhões de telefonia fixa, 38 milhões de celular, 12 milhões de banda larga, 8 milhões de TV por assinatura e 30 milhões de clientes no exterior. Hoje, as duas empresas somam quase 46 milhões de assinantes.

Para o executivo, a operação vai trazer "benefícios para o consumidor e oportunidade para os acionistas", já que todo ganho de produtividade, de acordo com Falco, será repassado ao consumidor.

A nova tele espera sinergias nas compras e contratações, mas o presidente disse que ainda não dá é possível mensurar quanto. A maior sinergia, segundo ele, será a interconexão entre as companhias em suas redes.

GARANTIA DE EMPREGO
Falco assegurou que "não haverá demissões nessa nova empresa". Ele considerou "uma irresponsabilidade" o que chamou de especulações sobre cortes de emprego. "É irresponsável dizer que vai ter corte de gente, as empresas são complementares", reiterou.

Ele ainda informou aos jornalistas que o acordo de acionistas prevê a garantia da manutenção de postos de trabalho por um período de três anos.

A divulgação do acordo foi feita na tarde desta sexta-feira, segundo Falco, a pedido da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que queria que os detalhes viessem a público antes do fechamento do mercado, diante da divulgação em jornais há dias.

A composição acionária da Telemar Participações, após o acordo, segundo ele, envolve o aumento das fatias detidas pela AG Telecom e La Fonte Telecom, assim como redução da presença do BNDESPar.

A AG Telecom (grupo Andrade Gutierrez) passa a deter 19,3 por cento das ordinárias, assim como a La Fonte, do grupo Jereissati. O fundo de pensão Atlântico, dos funcionários da Oi, amplia a participação que era de 4 por cento para 11,5 por cento das mesmas ações, enquanto o BNDESPar, que tinha 25 por cento, passa a controlar 16,86 por cento.

O fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, Previ, passa a ter 12,96 por cento da nova tele, enquanto Petros (funcionários da Petrobras) e Funcef (empregados da Caixa Econômica Federal) terão, cada um, 10 por cento.
O acordo ainda precisa de alterações na legislação de telecomunicações para ser concretizado.

,

Oi compra BrT e se lança no mercado internacional

Yahoo! Finanças - Oi compra BrT e se lança no mercado internacional
RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A empresa que nasce da compra da Brasil Telecom pela Oi, em uma transação que pode envolver até 12,3 bilhões de reais, surge com a ambição de se internacionalizar e competir no país sede dos seus principais rivais no Brasil.

Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, explicou nesta sexta-feira que o valor da operação inclui 5,86 bilhões que serão pagos aos controladores, além de 3,5 bilhões de reais para a aquisição das ordinárias que hoje pertencem aos minoritários (tag along) e 3 bilhões de reais para adquirir um terço dos papéis sem direito a voto.

"(A nova empresa) nasce com ambição para fora do Brasil. Temos sonhos de operações internacionais", afirmou Falco, em entrevista na sede da empresa, poucas horas após o anúncio formal do negócio, que se arrastava há meses.

Ele citou como mercados potenciais para a atuação da companhia as Américas, África e Europa.
Segundo o executivo, as principais concorrentes da Oi --TIM, América Móvil e Telefónica-- "tiveram um ganho de receita muito forte nos últimos anos por conta da atuação fora de seu país de origem". Como a nova operadora quer fazer frente a essas companhias, reiterou, terá de usar da mesma estratégia.

As metas da nova empresa envolvem atingir 110 milhões de clientes em cinco anos, dos quais 22 milhões de telefonia fixa, 38 milhões de celular, 12 milhões de banda larga, 8 milhões de TV por assinatura e 30 milhões de clientes no exterior. Hoje, as duas empresas somam quase 46 milhões de assinantes.

Para o executivo, a operação vai trazer "benefícios para o consumidor e oportunidade para os acionistas", já que todo ganho de produtividade, de acordo com Falco, será repassado ao consumidor.
A nova tele espera sinergias nas compras e contratações, mas o presidente disse que ainda não dá é possível mensurar quanto. A maior sinergia, segundo ele, será a interconexão entre as companhias em suas redes.

GARANTIA DE EMPREGO
Falco assegurou que "não haverá demissões nessa nova empresa". Ele considerou "uma irresponsabilidade" o que chamou de especulações sobre cortes de emprego. "É irresponsável dizer que vai ter corte de gente, as empresas são complementares", reiterou.
Ele ainda informou aos jornalistas que o acordo de acionistas prevê a garantia da manutenção de postos de trabalho por um período de três anos.

A divulgação do acordo foi feita na tarde desta sexta-feira, segundo Falco, a pedido da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que queria que os detalhes viessem a público antes do fechamento do mercado, diante da divulgação em jornais há dias.

A composição acionária da Telemar Participações, após o acordo, segundo ele, envolve o aumento das fatias detidas pela AG Telecom e La Fonte Telecom, assim como redução da presença do BNDESPar.

A AG Telecom (grupo Andrade Gutierrez) passa a deter 19,3 por cento das ordinárias, assim como a La Fonte, do grupo Jereissati. O fundo de pensão Atlântico, dos funcionários da Oi, amplia a participação que era de 4 por cento para 11,5 por cento das mesmas ações, enquanto o BNDESPar, que tinha 25 por cento, passa a controlar 16,86 por cento.

O fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, Previ, passa a ter 12,96 por cento da nova tele, enquanto Petros (funcionários da Petrobras) e Funcef (empregados da Caixa Econômica Federal) terão, cada um, 10 por cento.

O acordo ainda precisa de alterações na legislação de telecomunicações para ser concretizado.

, ,

Eternit: distribuição de dividendos e JCPs

O Conselho de Administração da Eternit, em reunião realizada ontem (24/04/2004), deliberou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP), correspondentes a R$ 0,049 por ação, e dividendos equivalentes a R$ 0,184 por ação, por conta dos resultados do 1º tri/08. Os pagamentos serão efetuados a parir de 09/05/2008.

A partir de hoje, 25/04/2008, as ações da Eternit são negociadas “ex-juros” e “ex-dividendos”.

,

Empresas com ações cotadas sob a forma “ex” a partir de hoje

AES SUL (AESL)– ex-dividendo:

Distribuição de dividendo, referente ao exercício de 2007, no valor de R$ 126,03/ação ON e R$ 93,07/ação PN.

AMERICEL (AMCE) – ex-dividendo:

Distribuição de dividendo, referente ao exercício de 2007, no valor de R$ 0,00466314/ação ON e R$ 0,00466314/ação PNA e R$ 0,000001/ação PNB.

COELBA (CEEB) – ex-dividendo:

Distribuição de dividendo complementar, referente ao exercício de 2007, no valor de R$ 1,4657248/ação ON e R$ 1,4657248/ação PNA e R$ 1,6122973/ação PNB. Pagamento a partir de 11/06/2008

EMBRATEL PAR (EBTP) – ex-dividendo:

Distribuição de dividendo, referente ao exercício de 2007, no valor de R$ 0,3032844402/mil ações ON e R$ 0,3336128842/mil ações PN. Pagamento será efetuado a partir de 02/06/2008.

ETERNIT (ETER)– ex-dividendo e ex-juros:

Distribuição de dividendo referente ao 1° tri/2008 no valor de R$ 0,184/ação e juros sobre capital próprio correspondente ao valor de R$ 0,049/ação. Pagamento a partir de 09/05/2008.

FIBAM (FBMC) – ex-dividendo e ex-juros:

Distribuição de dividendo referente ao exercício de 2007 no valor de R$1,1573/ação ON e R$1,2731/ação PN e juros sobre capital próprio correspondente ao valor de R$ 1,3386/ação ON e R$ 1,4724/ação PN.

GTD PART (GTDP) – ex-dividendo:

Distribuição de dividendo no valor de R$ 0,010/ação ON e R$ 0,011/ação PN.

IGUATEMI (IGTA) – ex-dividendo:

Distribuição de dividendo, referente ao exercício de 2007, no valor de R$ 0,45 por ação. Pagamento será efetuado a partir de 15/05/2008.

POLPAR (PPAR) – ex-dividendo:

Distribuição de dividendo, referente ao exercício de 2007, no valor de R$ 0,34/ ação ON. Pagamento a partir de 30/05/2008.

PRONOR (PNOR) – ex-dividendo:

Distribuição de dividendo, referente ao exercício de 2007, no valor de R$ 0,02423/ ação PNA.

,

Perdigão: resultado do 1º tri/2008

A Perdigão registrou lucro líquido de R$ 51,01 milhões no 1º tri/08, resultado 21,2% inferior aos R$ 64,76 milhões aferidos no ano passado. A receita líquida consolidada foi de R$ 2,46 bilhões, 61,6% superior à receita auferida no 1º tri/07 (R$ 1,52 bilhão).

,

Vale do Rio Doce: lucro líquido de R$ 2,25 bilhões no 1º tri/08

A Companhia Vale do Rio Doce registrou lucro líquido de R$ 2,25 bilhões nos primeiros três meses de 2007, resultado inferior aos R$ 5,09 bilhões apurados em igual período do ano passado. A receita líquida consolidada da empresa também apresentou retração, ao passar de R$ 16,12 bilhões para R$ 14,12 bilhões, na comparação com o 1º tri/07.

,

Agra Incorporadora: acordo com Santander


A Agra Incorporadora anunciou a assinatura de acordo de parceria com o Santander, para financiamento da produção e aos adquirentes que desejam comprar imóveis residenciais, para 19 empreendimentos a serem lançados em 2008 e 2009, totalizando 8,355 unidades, em cerca de R$ 2,2 bilhões.



Tal acordo inclui a modalidade de financiamento na planta no qual o banco financiará até 90% do valor de imóvel aos adquirentes das unidades antes mesmo da entrega, podendo o saldo devedor ser amortizado em 30 anos pós-chaves pelos sistemas “Price” ou “SAC”.

, ,

Investimento estrangeiro positivo no ano

A Bovespa registrou entrada de capital externo de R$ 1,14 bilhão no dia 22 de abril, maior volume de recursos no mês. O saldo de investimento estrangeiro acumulado no mês passou a ser positivo em R$ 6,13 bilhões, nos seis últimos pregões houve ingresso de R$ 4,3 bilhões. No acumulado de 2008, o fluxo de recursos externos na Bolsa paulista passou a ser positivo em R$ 350,47 milhões.

, , , ,

Grupo Gerdau ingressa na América Central

terça-feira, 22 de abril de 2008 0 comentários

O Grupo Gerdau firmou uma aliança estratégica com a maior produtora de aço da América Central, a Corporación Centroamericana del Acero, com capacidade instalada de 500 mil toneladas de aço e 690 mil toneladas de laminados



O Grupo Gerdau firmou ontem, 21 de abril, uma aliança estratégica com a Corporación Centroamericana del Acero, maior produtora de aço da América Central. Com a realização da aliança, o Grupo Gerdau passa a ter uma participação acionária de 30% na empresa e se compromete a investir US$ 180 milhões nas operações da Corporación Centroamericana del Acero na América Central. A Corporación Centroamericana del Acero possui capacidade instalada anual de 500 mil toneladas de aço e 690 mil toneladas de laminados – aços longos voltados para a construção civil e indústria.

“A parceria com Corporación Centroamericana del Acero posiciona o Grupo Gerdau como um dos maiores players da América Central e Caribe. A América Central é uma região estratégica e passa a ser uma importante operação, juntamente com as unidades no México e na República Dominicana, para o atendimento das demandas do mercado local. Além disso, a América Central tem apresentado um expressivo crescimento econômico nos últimos anos”, afirma André Gerdau Johannpeter, diretor-presidente (CEO) do Grupo Gerdau.

A transação anunciada hoje envolve uma unidade siderúrgica (Guatemala), quatro unidades de laminação (Guatemala e Honduras), escritórios comerciais (Guatemala, Honduras e El Salvador) e unidades de distribuição (Guatemala, Belize, El Salvador, Honduras e Nicarágua). Além disso, a empresa detém uma participação minoritária na empresa Intrefica (Honduras), voltada para atividades de trefila.

A gestão dos negócios será compartilhada com os atuais acionistas.


Grupo Gerdau

O Grupo Gerdau é líder na produção de aços longos nas Américas e líder mundial em aços longos especiais para a indústria automotiva. Possui 37 mil colaboradores e tem operações nas Américas, Europa e Ásia. Possui capacidade instalada de 24,8 milhões de toneladas de aço e é um dos maiores recicladores das Américas. Com mais de 140 mil acionistas, as empresas de capital aberto do Grupo Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (Bovespa: GGBR4, GGBR3, GOAU4 e GOAU3), Nova Iorque (NYSE: GNA, GGB), Toronto (GNA) e Madri (Latibex: XGGB).

Fonte: Gerdau

JetBlue reduz prejuízo no 1º tri para US$ 8 milhões, apesar de alta de 61% no gasto com combustíveis - 22/04/2008 - Valor Online

JetBlue reduz prejuízo no 1º tri para US$ 8 milhões, apesar de alta de 61% no gasto com combustíveis - 22/04/2008 - Valor Online

Petróleo fecha pela primeira vez acima dos US$ 119 em Nova York

Após alcançar cotação próxima a US$ 120, barril fechou a US$ 119,37.Em um ano, preço do produto em Nova York aumentou 86%.

No terceiro recorde consecutivo, o preço do barril de petróleo fechou pela primeira vez acima dos US$ 119 nesta terça-feira (22) em Nova York, depois de chegar próximo ao teto simbólico dos US$ 120. O aumento da cotação é favorecido pela contínua queda do valor do dólar ante o euro.

No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do petróleo "light sweet crude", para entrega em maio, terminou em a US$ 119,37, com alta de US$ 1,89, um recorde de fechamento. Durante o dia, o preço chegou a alcançar o nível histórico de US$ 119,90.

Acompanhe a tragetória dos preços do barril de petróleo negociado e Nova York(Nymex em US$)

O preço do petróleo cru ganhou mais de US$ 57 em um ano no mercado de Nova York, com aumento de 86%.

Em Londres, o barril de petróleo tipo Brent do Mar do Norte para entrega em junho, mais pesado e sulfuroso, também estabeleceu um recorde absoluto, subindo a US$ 116,75.

Fonte: G1

Trânsito em São Paulo causa prejuízo de R$34 bilhões por ano

R$ 34 BI: O CUSTO DO ENGARRAFAMENTO DE SP É IMPRESSIONANTE .

O tempo que os paulistanos perdem no congestionamento na cidade de São Paulo gera um custo de R$ 26,8 bilhões por ano. Esse valor é o que 3,7 milhões de pessoas deixam de produzir por ano porque ficam paradas nos congestionamentos de São Paulo.

O custo com gasolina, diesel, transporte de produtos e cargas gerados pela lentidão dos carros por causa dos congestionamentos em São Paulo chega a R$ 6,5 bilhões por ano. Os dados são de uma pesquisa do vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas Marcos Cintra (clique aqui para ler o
artigo na Folha de S. Paulo - ).

O assessor de Marcos Cintra, Luís Carlos da Silva, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 16, que o custo total do congestionamento para a cidade de São Paulo chega a R$ 34 bilhões por ano.

“Mas é bom sempre fazer uma diferenciação. Os R$ 27 bilhões é o
que se deixa de produzir e os R$ 6 bilhões é o que a gente está gastando a mais de combustível e está tendo prejuízo na saúde da população”, disse Luís Carlos.

Segundo Luís Carlos obras que exigem grandes gastos como os túneis Ayrton Senna, Jânio Quadros, Rebouças, Faria Lima e a ponte do Real Parque (Ponte Octavio Frias de Oliveira) não resolvem o problema.

“Você joga o congestionamento 500 metros pra frente. Então, o que está sendo sugerido? Você pega uma ponte comum, como a Cidade Jardim, por exemplo, ela custa, aproximadamente, R$ 30 milhões. Uma ponte simples. Se você utilizasse esses R$ 3 bilhões, daria para você produzir, construir aproximadamente 80 pontes igual àquela da Faria Lima, atravessando.

Hoje você tem 30 pontes na Marginal Pinheiros e Tietê. Você construiria pelo menos mais uma 80 (pontes). Isso já desafogaria muito o trânsito, nas marginais, nas vias...”, disse Luís Carlos.

Luís Carlos disse que o professor Marcos Cintra sugere a “revascularização” das vias de São Paulo para melhorar o trânsito.

“Ele criou um conceito, uma revascularização do trânsito e imaginou isso como acontece em Manhattan, que é um sistema reticular. E aqui é muito comum, se você sobrevoar a cidade, você vai ver que essas grandes vias estão entupidas e o entorno delas estão entupidas. Só que um pouco mais adiante você vai ter vias ociosas. Então, ele tem falando muito nessas aberturas, em vários pontos da cidade isso é possível, aberturas dessas vias no sentido de criar espaços alternativos”, disse Luís Carlos.

, ,

Banco Espírito Santo eleva sua participação no capital votante do Bradesco para 7,97%

SÃO PAULO - Com a venda da fatia de 5% das ações ordinárias que o espanhol BBVA possuía no Bradesco, o português Banco Espírito Santo (BES) aproveitou para elevar sua participação acionária na instituição financeira brasileira.

Conforme comunicado divulgado hoje, o BES pagou R$ 685 milhões para elevar em 1,5% sua fatia no capital votante do Bradesco, passando a deter 7,97% do total de ações ordinárias e 3,99% do capital total.

A venda desta fatia foi feita pela NCF Participações, empresa controlada pelos acionistas Cidade de Deus e Fundação Bradesco, que são os acionistas majoritários do banco brasileiro. Na mesma data neste negócio, dia 11 de abril, a NCF havia comprado os 5% da participação do BBVA nas ações ordinárias no banco por R$ 2,289 bilhões.

As sociedades Cidade de Deus e Fundação Bradesco seguem com mais de 65% do capital votante do Bradesco.

O japonês Bank of Tokyo Mitsubishi - UFJ detém 1,2% do total de ações ordinárias e 1,2% das preferenciais do banco brasileiro.

(Valor Online)

, ,

Credit Suisse corta mais 500 vagas na área de banco de investimento

SÃO PAULO - O Credit Suisse está eliminando mais 500 vagas em sua divisão de banco de investimento. Assim, neste ano, os postos de trabalho perdidos somam 1.000 até agora, ou 5% da equipe do setor de banco de investimento.

Em janeiro, a instituição havia avisado sobre uma redução de 500 empregos a fim de diminuir custos diante da turbulência no mercado financeiro.

"Devido às condições de mercado e aos níveis de pessoal previstos para atender à demanda do cliente, estamos diminuindo nossa equipe global em aproximadamente 500 vagas dentro da divisão de investment banking e de serviços compartilhados", destacou uma porta-voz do banco suíço.

"Devido às condições de mercado e aos níveis de pessoal previstos para atender à demanda do cliente, estamos diminuindo nossa equipe global em aproximadamente 500 vagas dentro da divisão de investment banking e de serviços compartilhados", destacou uma porta-voz do banco suíço.

Conforme relatório anual de 2007, a instituição empregava quase 21 mil pessoas em sua divisão de investment banking.

(Valor Online, com agências internacionais)


, ,

CSN contrata Goldman Sachs para assessorar possível venda da Namisa

SÃO PAULO - Com a intenção de vender parcial ou integralmente a sua participação na Nacional Minérios S.A (Namisa), a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) anunciou hoje a contratação do banco Goldman Sachs para lhe assessorar na potencial operação.

Proprietária de jazidas de minério no Estado de Minas Gerais, a Namisa é subsidiária integral da CSN. Por meio da utilização de suas reservas e da compra de terceiros, a Namisa tem em seu plano de negócios a perspectiva de aumentar sua capacidade de venda e exportação de minério das atuais 14 milhões de toneladas anuais para 40 milhões de toneladas em 2012.

O plano de investimentos da Namisa até 2011 previa um desembolso de US$ 265 milhões.

Apesar da possibilidade de venda, a CSN informa em nota que o segmento de mineração continua fazendo parte da estratégia da companhia.

(Valor Online)

,

Copom surpreende com alta de 0,5 ponto na Selic

quinta-feira, 17 de abril de 2008 0 comentários

São Paulo, 17 de Abril de 2008 - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu ontem, por unanimidade, elevar a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado financeiro, que apostava em alta de 0,25 ponto. O aumento põe fim ao ciclo de manutenção da taxa em 11,25%, que começou em setembro de 2007.


Em comunicado, o BC alegou que a medida contribuirá para a diminuição do risco inflacionário. "Avaliando a conjuntura macroeconômica e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a Selic para 11,75% ao ano, sem viés", diz o comunicado. Com o aumento, a taxa real de juros (descontada a inflação) fica em 7,1%. É a maior taxa real do mundo.


O aumento tem, no entanto, pouco efeito na vida prática do cidadão. Isso porque os bancos e as financeiras já estão cobrando um spread (diferença entre o juro captado e o cobrado) elevado nos empréstimos e nos cartões de crédito. A expectativa é de não haver novas altas da Selic nos próximos meses. Por isso, dificilmente esse 0,5 ponto percentual será repassado para a clientela. Para os empréstimos a empresas, também dificilmente deve haver repasses. O que predomina é a negociação.

Fonte: Gazeta Mercantil

, ,

Brasil pode ter 3º maior campo de petróleo do mundo; governo pede cautela

segunda-feira, 14 de abril de 2008 0 comentários

Brasil pode ter 3º maior campo de petróleo do mundo; governo pede cautela .

O diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo), Haroldo Lima, disse nesta segunda-feira que o bloco BM-S-9, conhecido como Carioca, pode ser o terceiro maior campo de petróleo do mundo. Segundo ele, o poço, que teria reservas em torno de 33 bilhões de boe (barris de óleo equivalente), seria cinco vezes maior que o megacampo de Tupi, na Bacia de Santos.

Durante o 4º Seminário de Petróleo e Gás Natural promovido pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), no Rio, Lima ressaltou que as informações são "oficiosas", mas oriundas de fontes da Petrobras.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que participa de evento em Brasília, disse que a informação ainda não foi confirmada e que é preciso ter "cautela" até o anúncio oficial ser feito. "Recomendei que a Petrobras tomasse a posição oficial por parte do governo e que tranqüilizasse de todas maneiras o mercado", afirmou, destacando que os estudos ainda são preliminares.

"Seria a maior descoberta feita no mundo nos últimos 30 anos e seria também o terceiro maior campo do mundo na atualidade. É algo do Oriente Médio, mas nada está confirmado", afirmou Lima, referindo-se à região do planeta que tem as maiores reservas do mundo.

O diretor da ANP explicou que o BM-S-9 fica a oeste de Tupi (BM-S-11). Outra grande descoberta da Petrobras, o campo de Júpiter também fica na zona de influência do Carioca (BM-S-24). Todos ficam sob uma extensa camada de sal, chamada localizada até a 5.000 metros de profundidade.

O BM-S-9 é operado pelo consórcio Petrobras, que tem 45% do campo, a British Gas, com 30%, e Repsol, com 25%. Por meio de suas assessorias de imprensa, as três empresas declararam que não irão se manifestar sobre a afirmação de Lima.

A Petrobras afirmou apenas que "tecnicamente" o bloco Carioca não pode ser chamado de campo, sendo que o poço ainda não foi declarado comercialmente viável.

Por meio de nota, explicou que a continuidade das atividades exploratórias (da região) inclui a perfuração de novos poços, teste de formação de longa duração e novos estudos geológicos para comprovar a abrangência da descoberta. "Dados mais conclusivos sobre a potencialidade da descoberta somente serão conhecidos após a conclusão das demais fases do processo de avaliação, e serão informados ao mercado oportunamente."

Mercado
Após as declarações de Haroldo Lima, as ações da petrolífera brasileira dispararam na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Depois de virar a manhã com perdas na casa dos 1,7%, os papéis preferenciais eram negociados, às 16h40, com alta de 5,5%. Já as ordinárias subiam 7,3%.

Na mesma tendência, a ADR (American Depositary Receipt) da ação ordinária da petrolífera brasileira, negociada na Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), apareceu na lista dos cinco papéis mais negociados nos EUA.

Tupi

Anunciado em novembro do ano passado, o megacampo de Tupi, na Bacia de Santos, tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas de petróleo do mundo dos últimos sete anos.

Para termos de comparação, as reservas provadas de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil ficaram em 13,920 bilhões boe (barris de óleo equivalente) em 2007, segundo o critério adotado pela ANP.

O Brasil ocupa hoje o 17º lugar no ranking de países com maiores reservas de petróleo, em bilhões de barris. Confira a colocação abaixo:

, ,

IPO da Le Lis Blanc pode levantar R$ 300 milhões

IPO da Le Lis Blanc pode levantar R$ 300 milhões.

Agência Estado Na contramão do mercado, a grife de moda feminina Le Lis Blanc vai mesmo abrir o capital. A oferta está prevista para o fim de abril. A empresa, controlada pela gestora de recursos Artesia (dona da Metalfrio), anuncia hoje o processo de distribuição de ações. Fontes do mercado dizem que a Le Lis Blanc pretende levantar US$ 250 milhões (cerca de R$ 430 milhões) nas ofertas primária e secundária.

Uma parte do dinheiro vai para o bolso dos atuais acionistas. A outra será usada principalmente para financiar o crescimento da rede, seja com abertura e ampliação de lojas próprias ou com aquisição de novas marcas, segundo o prospecto da companhia. Criada nos anos 80 por Traudi Guida e Rahyja Afrange - a primeira ex-balconista e a segunda, ex-sacoleira de saldões - , a Le Lis Blanc tinha até o fim do ano passado 11 lojas próprias e 20 licenciadas. O objetivo da companhia é ter 19 unidades próprias até o fim de 2009.

Boa parte das licenciadas será convertida em próprias, explica o documento de abertura de capital. Com isso, a empresa espera melhorar a eficiência e aumentar as vendas. Hoje, 70% da receita vem das lojas próprias. E um porcentual significativo, de apenas três unidades. A grife também vende suas roupas em 160 multimarcas. A Le Lis Blanc é uma empresa lucrativa e em crescimento. Seu faturamento atingiu R$ 145 milhões no ano passado, 26,5% acima do de 2006. O endividamento da companhia é baixo. Ao contrário de grande parte das marcas de moda, a Le Lis Blanc não ficou associada à figura dos seus estilistas. As fundadoras sempre foram empresárias discretas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

,

Preços no varejo mostram alta discreta de 0,03% em março, diz Fecomercio

quinta-feira, 10 de abril de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - O Índice de Preços no Varejo (IPV), medido pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) ficou praticamente estável em março deste ano, com uma elevação de apenas 0,03% em relação a fevereiro. No primeiro trimestre, o indicador acumulou alta de 0,24%.

De acordo com a entidade, as pressões de alta no IPV de março vieram dos grupos Padarias, Feiras, Drogarias e Material de Construção. Ao mesmo tempo, Supermercados, Eletroeletrônicos, Açougues e Veículos puxaram o índice para baixo.

Com uma alta de 2% ante fevereiro, o grupo Feiras foi o que mostrou o maior salto mensal. No acumulado até março, no entanto, a variação cai para 1,84%. As principais altas no período foram em Legumes (+8,42%) e Ovos (+7,41%).

Em seguida, aparece o grupo Padarias, com alta de 1,7% no mês. Já no primeiro trimestre, o grupo acumula crescimento de 3,01%, puxado pelos problemas no fornecimento do trigo que vem da Argentina. Com isso, os panificados tiveram elevação de 4,02% nos preços.

O IPV coleta dados junto a cerca de 2 mil estabelecimentos comerciais no município de São Paulo, contemplando 21 segmentos varejistas e 450 subitens pesquisados. A pesquisa conta com uma amostra mensal de aproximadamente 105 mil tomadas de preços.

Por outro lado, o setor de Supermercados, que vinha sendo o maior vilão do IPV em 2007, continua mostrando sinais de arrefecimento em seus preços, retraindo 0,22% em março, enquanto acumula alta de 0,53% no ano. As principais quedas verificadas e março foram em Cereais (-4,71%), Carnes Bovinas (-3,53%), Aves (-2,52%) e Adoçantes (-2,19%).

Influenciado pela desvalorização do dólar, o segmento de Eletroeletrônicos também continua a sua trajetória de queda. Em março apontou a 14ª variação negativa consecutiva, registrando -1,61%. Neste primeiro trimestre o grupo acumula queda de 3,51%. As principais variações foram: Produtos de Imagem e Som (-2,02%), Telefonia (-1,06%) e Informática (-0,96%).

O grupo Açougues registrou queda de 1,13% em março. O embargo da União Européia à carne brasileira foi apontado como um dos responsáveis pelo recuo, em razão do excedente de oferta no mercado interno. No mês, o item Aves caiu 3,1%, enquanto que o das Carnes Bovinas recuou 0,91%.

O setor de Veículos mostrou declínio de 0,14% em março e de 0,10% no primeiro trimestre, devido à venda de linhas mais antigas, que tem como objetivo reduzir estoques. Os descontos oferecidos pelas concessionárias também contribuíram para o movimento.

(Valor Online)

,

Parmalat fecha memorando com Danone para adquirir marcas Poços de Caldas e Paulista

quarta-feira, 9 de abril de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A Parmalat Brasil anunciou na noite desta quarta-feira que firmou um memorando de entendimentos com a Danone para aquisição da marca "Poços de Caldas", de requeijão, e também para o licenciamento da marca "Paulista" no Brasil, Bolívia e Paraguai.

Com a transação a Parmalat reforça seu portfólio no segmento de leite pasteurizado e creme de leite, além de garantir uma posição de destaque na produção e comercialização de requeijão e manteiga.

O acordo de licenciamento está previsto para durar 15 anos. O valor do negócio não foi revelado.

A marca Paulista passou para a Danone em 2000, quando a francesa comprou da Cooperativa Central de Laticínios (CCL) essa e outras marcas derivadas (Pauli, Fruty e outras) e ainda a fábrica de Guaratinguetá, no interior do estado de São Paulo, com as linhas de iogurtes, sobremesas, requeijão, queijo petit suisse e leite longa vida.

(Valor Online)

Risco Brasil avança 3,13% e fecha aos 264 pontos

SÃO PAULO - Considerado um dos principais termômetros da confiança dos investidores na economia brasileira, o EMBI+ Brasil, calculado pelo Banco JP Morgan Chase, encerrou o dia aos 264 pontos hoje, com aumento de 3,13% perante os 256 pontos do fechamento de ontem.

No mercado secundário de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40 era negociado a 135,313% do seu valor de face, com avanço de 0,09%. O segundo papel mais representativo do índice do JP Morgan, o Global 18 ou A-Bond (Amortizing Bond ou Bônus de Amortização), marcava 113,188%, com ligeira alta de 0,05%.

Sobre o EMBI + Brasil

O Emerging Markets Bond Index - Brasil é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo.

O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.

Basicamente, o mercado usa o EMBI+ para medir a capacidade de um país honrar os seus compromissos financeiros. A interpretação dos investidores é de que quanto maior a pontuação do indicador de risco, mais perigoso fica aplicar no país. Assim, para atrair capital estrangeiro, o governo tido como "arriscado" deve oferecer altas taxas de juros para convencer os investidores externos a financiar sua dívida - ao que se chama prêmio pelo risco.

(Valor Online, com agências internacionais)

,

Brasil cai 6 posições em ranking de desenvolvimento tecnológico

SÃO PAULO (Reuters) - Apesar do avanço tecnológico significativo nas esferas empresarial e de governo, o Brasil perdeu seis posições e ocupa a 59a colocação no ranking dos países mais desenvolvidos tecnologicamente, segundo o Relatório Global de Tecnologia da Informação 2007-2008 divulgado nesta quarta-feira pelo Fórum Econômico Mundial.

O ranking foi elaborado com base no Índice de Tecnologia da Informação (ITI) medido em 127 países. Dentre as nações da América Latina o Brasil fica atrás de Chile (34a), Barbados (38a), Porto Rico (39a), Jamaica (46a) e México (58a)

O ITI avalia o nível de preparo das nações para uso de tecnologia da informação em três segmentos: ambiente (infra-estrutura), preparo para desfruto dessa tecnologia e implementação real das tecnologias mais recentes disponíveis.

De acordo com a pesquisa, a Dinamarca se manteve como o país mais desenvolvido tecnologicamente, seguido pela Suécia e pela Suíça. Os Estados Unidos aparecem na quarta colocação, imediatamente à frente de Cingapura.

Brasil e México não obtiveram desempenho melhor no estudo em decorrência da excessiva regulação de mercados, a baixa qualidade dos sistemas educacionais e o baixo nível de investimento em pesquisa e desenvolvimento, segundo comunicado.

Na América Latina, o Chile foi o país mais bem posicionado no estudo, com um preparo tecnológico resultante de um desempenho homogêneo nos três sub-índices do ITI, graças a um forte esforço do governo com relação à penetração da tecnologia e uma agenda digital abrangente.

,

Alta dos juros pode acelerar grau de investimento diz presidente da Standard & Poor´s

SÃO PAULO - A cada vez mais esperada alta na taxa básica de juros poderá até acelerar a obtenção do selo grau de investimento pelo Brasil. A afirmação foi feita hoje pela presidente da filial brasileira da agência de classificação de risco Standard & Poor´s, Regina Nunes.

"A reversão da política monetária não significa postergar, pode significar até antecipar o grau de investimento", disse a executiva.

Segundo ela, o câmbio flutuante e o controle da inflação são fatores essenciais para a conquista do selo e a "capacidade do governo de dar respostas rápidas" às pressões inflacionárias é muito importante.

Regina Nunes voltou a mencionar o "burocrático" regime tributário do Brasil, bem como seu endividamento de curto prazo, como fatores que ainda restringem a obtenção do grau de investimento. A incidência dos impostos em cascata é uma das principais queixas da executiva, que não deu prazo para a elevação da nota brasileira.
Fonte:(Murillo Camarotto Valor Online)

,

Analistas do Citi revisam negativamente expectativas para BB e Nossa Caixa

SÃO PAULO - Em relatório divulgado nesta terça-feira (8), os analistas do Citi divulgaram suas novas projeções acerca dos dois maiores bancos estatais brasileiros com ações sendo negociadas no mercado aberto, o Banco do Brasil (BBAS3) e a Nossa Caixa (BNCA3).


De forma geral, a revisão nas expectativas do Citi para o setor não veio acompanhada por um otimismo. Tanto as projeções de lucro por ação do Banco do Brasil quanto as da Nossa Caixa foram decrescidas, assim como os preços-alvo de suas ações.

BB afetado por impostos e menores tarifas
começar pelo Banco do Brasil, que segundo a leitura do Citi, deverá encerrar 2008 com um lucro por ação de R$ 2,71, abaixo dos R$ 2,75 previstos anteriormente. As expectativas para 2009 também foram diminuídas de R$ 3,26 para R$ 3,06, enquanto que para 2010, os analistas introduziram uma previsão de lucro por papel de R$ 3,56.

Segundo o Citi, dentre os fatores que levaram à redução em suas expectativas para o Banco do Brasil nos próximos anos estão as projeções do próprio banco de maiores provisões a fim de compensar a inadimplência na carteira de crédito, principalmente no que concerne à concessão de empréstimos ao agronegócio.

Ademais, a maior carga tributária, ocasionada pela elevação na alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), e as previsões de menores ganhos oriundos de tarifas, tendo em vista as alterações no mercado impostas recentemente pelo Banco Central, também contribuíram para a revisão das projeções do Citi, que levou em conta ainda expectativas de menor crescimento do crédito em 2009 e 2010.

Com isso, a equipe do banco optou por reduzir também seu preço-alvo às ações ordinárias do Banco do Brasil para o final de 2008, passando de R$ 32,50 para R$ 27,50, o que ainda representa um upside de 10,22% frente ao fechamento da última segunda-feira. Por sua vez, a recomendação de manutenção foi reforçada.

Nossa Caixa deve voltar ao azul em 2008
"Impostos mais elevados, condições mais severas regulando a cobrança de tarifas e uma expansão da concessão de crédito arrefecida também impactaram negativamente nossa análise acerca da Nossa Caixa", afirma a equipe do Citi.

Todavia, segundo os analistas, o principal fator que os levou a adotarem uma visão mais pessimista acerca do banco paulista é a expectativa de que as perdas causadas por reclamações civis e trabalhistas sigam em forte tendência ascendente, ao menos em 2008, impactando severamente o desempenho da Nossa Caixa neste ano.

No entanto, o Citi ressalva que tais provisões devam começar a retornar a níveis mais normais - embora ainda expressivamente elevados - a partir de 2009 e 2010, refletindo em uma melhora dos balanços contábeis do banco nestes anos. A expectativa do Citi é que a Nossa Caixa consiga reportar um lucro por papel de R$ 1,13 em 2008, ante o prejuízo por ação de R$ 0,71 em 2007.

O preço-alvo dos analistas do Citi para o final deste ano às ações ordinárias da instituição é de R$ 16,00, o que representa uma queda de 20% em relação à projeção anterior de R$ 20,00. O valor confere aos papéis um potencial de desvalorização de 35,48% frente à cotação do último pregão, o que sustenta a recomendação de venda do Citi aos ativos.

, ,

China avaliaria compra de participação na mineradora BHP

SYDNEY (Reuters) - A China pode estar planejando a compra de mais de 9% da BHP Billiton, maior mineradora do mundo, publicou o jornal "The Australian".

Mas uma fonte na administração da gigante siderúrgica chinesa Baosteel informou que não tinha conhecimento de qualquer movimento da empresa com relação à BHP.

A China está iniciando a formulação de um plano para comprar uma fatia da BHP maior que os 9,3% que adquiriu da Rio Tinto por US$ 14 bilhões em fevereiro, publicou o jornal.

A Baosteel, maior siderúrgica da China, tem sido apontada por operadores em Londres como uma possível compradora de participação na BHP.

"Se a Baosteel tem algum plano (de fazer isso), então eu deveria ter sido informado, mas eu não fui", disse a fonte próxima da alta administração do grupo chinês à Reuters.

Companhias e autoridades chinesas, que tentam garantir oferta de carvão e minério de ferro, são contrários à oferta de US$ 135 bilhões que a BHP fez pela Rio Tinto. Existe receio de que o grupo combinado terá muito poder na discussão de preços de matérias-primas vitais para a rápida expansão industrial da quarta maior economia do mundo.

"As companhias mineradoras têm muito mais força em negociações com as siderúrgicas", informou Li Xinchuang, vice-presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento da Indústria Siderúrgica da China, acrescentando que várias companhias de produção de aço podem estar se aliando para comprar ações da BHP. "Não podemos excluir essa possibilidade. Deve ser uma das soluções", disse.

O conselho de administração da Rio Tinto rejeitou a oferta da BHP afirmando que a proposta era muito baixa.Executivos da indústria de mineração e analistas dizem que não têm conhecimento de qualquer plano chinês para compra de ações da BHP e uma fonte no governo da China mostrou dúvidas de que a Baosteel tenha musculatura financeira para uma compra tão grande, uma que poderia custar mais que a fatia comprada pela estatal Chinalco na Rio Tinto.

No ano passado, a Baosteel negou uma notícia publicada em jornal chinês de que o presidente do Conselho, Xu Lejiang, afirmou que estava considerando uma oferta de US$ 200 bilhões pela Rio Tinto.

,

"Mercado em Movimento" O que você deve saber sobre investimentos de médio prazo

segunda-feira, 7 de abril de 2008 0 comentários

Objetivos de investimento de médio prazo podem ser definidos como aqueles para os quais você investe por período de um a três anos. Por exemplo, uma viagem de férias, um curso no exterior, a compra de um carro novo ou a entrada para a compra de um imóvel.

Neste caso, como o prazo começa a se alongar é possível pensar em diversificar em produtos de investimento mais arrojados.

Uma boa opção, segundo especialistas, é começar a investir em renda variável, via fundos de investimento em ações, por exemplo. Entretanto, não pense que essa categoria não sofre com as oscilações da Bolsa. Os fundos de ações sofrem os altos e baixos do mercado acionário, pois suas carteiras são compostas por ações negociadas na Bolsa de Valores.

De acordo com o professor de Finanças do Ibmec São Paulo, Ricardo Rocha, neste prazo de investimento o investidor pode aplicar uma parte do dinheiro em ativos de menor risco e outra em produtos com perfil mais agressivo. "É possível fazer um mix entre renda fixa, para se proteger das oscilações do mercado, e renda variável, que oferece maiores retornos em troca de maiores riscos", avalia o professor. O percentual deste mix vai depender dos objetivos, da idade e do perfil de risco do investidor.

Rocha recomenda que os investidores tenham uma meta anual de ganhos que esteja alinhado aos seus objetivos. Por isso, alerta que é importante ter uma gestão dinâmica da carteira de investimentos. "Não se pode deixar tudo na mão do gestor e esquecer-se de acompanhar. Pelo contrário, é preciso acompanhar o mercado, estar por dentro da economia. Seguir de perto o desempenho das empresas ou fundos nas quais você investiu é fundamental", alerta o professor.

Outros consultores acreditam que tão importante quanto estabelecer uma meta de ganhos é criar um piso para as perdas, quando seus objetivos são de curto ou médio prazos.

Produtos mais comuns para o mix da carteira:

Fundos Multimercado - são aqueles que investem em diversas classes de ativos (renda fixa, câmbio e ações)
Fundos de Ações - são aqueles que investem seus recursos em ações majoritariamente, estando sujeitos às oscilações da bolsa de valores.
Renda Fixa pré e pós-fixada - Aplicam em títulos com taxas de juros pré-fixadas, ou seja, previamente acordadas. Já os pós-fixados são aqueles que você só conhecerá o retorno no dia do vencimento.
Fundos Referenciados DI - São fundos de investimento mais conservadores porque investem principalmente em tí ;tulos do governo (considerados livre de risco). Nos últimos anos tem tido rentabilidade acima da inflação.

O que devo perguntar sobre estes produtos?

- É recomendado a todo invesrtidor ler o prospecto do fundo que ele pretende investir. Nele você vai encontrar informações sobre:

*_O objetivo do fundo
*_A política de investimento
*_Os fatores de risco do fundo
*_As regras de movimentação (qual é a carência/prazos para resgates).
*_Local de atendimento aos cotistas com telefone e endereço

- Além de ler o prospecto, antes de entrar em um fundo você deve verificar qual é a taxa de adminstração cobrada e a performance obtida nos últimos meses ou anos. Mas lembre-se, a performance passado dos fundos de investimento já descontou a taxa de administração.

- Pergunte também sobre as regras de tributação do fundo, pois se este fundo for de renda fixa ele pode ser de curto prazo ou de longo prazo. Se seu objetivo for de investir acima de 1 ano, invista sempre em fundos de longo prazo pois a tributação é menor.

- É importante saber qual é o benchmark do fundo (CDI é o mais conhecido para os fundos Referenciados DI e de Renda Fixa). Já o Indice Bovespa é um dos principais benchmarks dos fundos de ações.

- Rentabilidade - pergunte ao seu gerente qual é a rentabilidade do fundo que você pretende investir. Confira as rentabilidades passadas. Apesar de elas não garantirem ganhos futuros podem dar uma idéia sobre a performance do gestor do seu fundo.

Fique atento!!!
Nem sempre o fundo que apresenta a maior rentabilidade em um determinado período passado pode ser considerado o melhor. É preciso medir a relação entre o risco e retorno deste fundo. Quanto maior o risco assumido maior deve ser o potencial de valorização de um investimento. Todo o investimento embute certo grau de risco, mesmo os mais conservadores. Então esteja certo de que conhece os riscos da aplicação antes de investir suas economias.

Fonte: Cartilha Anbid

Entenda o que é Private Banking.

A atividade de Private Banking exerce um importante papel na distribuição de valores mobiliários, especialmente fundos de investimentos, para seus clientes. Devido a esta relevante atuação no mercado de capitais, a ANBID organizou um organismo permanente com os principais representantes desta indústria, a Comissão de Private Banking, para que sejam debatidas as questões de grande relevância desta indústria tais qual a criação de um Código de Auto-regulação de Private Banking e também a contínua qualificação de suas equipes por meio do apoio às iniciativas de Certificação da ANBID.



Private Banking é o segmento das instituições financeiras destinado a atender clientes que possuem uma disponibilidade mínima de investimento definido por cada instituição, sendo que, raramente, este valor é inferior R$ 1 milhão. Para atender a demanda desse tipo de cliente, as instituições prestam serviços muito mais abrangentes que os tradicionais serviços bancários e de crédito prestados nas agências. São atendidos por profissionais altamente capacitados (os gerentes de relacionamento ou Private Bankers) a entender o perfil e o objetivo patrimonial de cada cliente, sugerir realocação de ativos financeiros e não financeiros, fornecer informações que o auxiliem na tomada de decisão, além de, identificar as necessidades relacionadas às questões legais e tributárias, sucessão familiar e empresarial e, até mesmo, a mercados mais especializados como arte e antigüidade, e encaminhá-los a profissionais habilitados e especializados nestas questões.





Fonte: Anbid.

, , ,

Vivo anuncia leilões para comprar ações da Telemig

SÃO PAULO (Reuters)
- A Vivo anunciou nesta segunda-feira que fará no dia 12 de maio dois leilões de oferta pública de aquisição de ações da Telemig Celular e da Telemig Participações em circulação no mercado. O objetivo é fechar o capital da companhia mineira.

Segundo comunicado enviado ao mercado, serão adquiridas até 7.257.020 ações. A Vivo pagará 63,90 reais por cada ação preferencial da Telemig Participações e 654,72 reais por ação preferencial da Telemig celular.

O conselho de administração da Vivo aprovou em março planos de investimento de 6,06 bilhões de reais para 2008, dos quais 3,36 bilhões de reais irão para a Vivo e 2,7 bilhões em outras empresas do grupo, como a Telemig Celular, que está em fase de incorporação.

, ,

Ratan Tata e Eike Batista, investirão em siderurgia e mineração no Brasil.

domingo, 6 de abril de 2008 0 comentários

Ratan Tata negocia parceria com Eike Batista
Aliança entre o empresário indiano e o brasileiro será nas áreas de mineração e siderurgia
Depois de atrair a multinacional Anglo American para seus projetos de mineração, Eike Batista está agora fisgando um novo gigante do setor. A Tata Steel, do megaempresário Ratan Tata, já manifestou interesse em montar uma siderúrgica na zona industrial do Porto de Açu, empreendimento de mais de R$ 30 bilhões que Eike está erguendo no litoral norte fluminense.

Não será surpresa também se o indiano fechar alguma parceria com Eike para exploração de minério de ferro. A idéia é comprar ativos (minas) que o brasileiro deixou de fora na negociação com a Anglo American. “Conversamos com o pessoal da Tata algumas vezes. Talvez tenhamos novidades para os próximos meses”, disse Eike em entrevista a Época NEGÓCIOS. Ratan Tata visitará o Brasil ainda no primeiro semestre. O empresário quer ver de perto a localização do porto de Açu e as minas de ferro de Eike Batista. O minério, cabe lembrar, é o principal insumo para a produção de aço.

Quem não está gostando nem um pouco dessa história é a Vale. Uma pessoa próxima a Ratan Tata afirmou a Época NEGÓCIOS que Roger Agnelli, presidente da mineradora, tentará de tudo para atravessar os negócios da dupla Tata/Eike no Brasil.
Fonte: Época Negócios

,

Ratan Tata quer investir 15 bilhões de dólares no Brasil

sábado, 5 de abril de 2008 0 comentários

O empresário Ratan Tata quer investir 15 bilhões de dólares no país - mas é preciso perseverança e muita paciência para negociar com o bilionário indiano.

Durante sua primeira visita ao Brasil, em janeiro de 2004, o bilionário indiano Ratan Tata, dono do maior grupo privado da Índia, decidiu interromper sua agenda de compromissos para passear, incógnito, pelas ruas do Rio de Janeiro. A decisão estarreceu a delegação que o acompanhava. Sozinho, sem nenhum assédio, ele percorreu os bairros de Copacabana e Ipanema e visitou alguns pontos históricos da cidade. "Quero aproveitar o anonimato para caminhar tranqüilamente", disse, na ocasião, a um dos executivos de sua comitiva. "Pode ser que essa situação não se repita." Foram palavras proféticas. Desde então, Tata protagonizou uma série de aquisições espetaculares, como a das míticas marcas de automóveis Jaguar e Land Rover, concluídas recentemente, e reforçou a imagem de ícone do capitalismo mundial. No Brasil, para onde voltou em 2007, seu rosto de feições fortes e sobrancelhas fartas passou a ser notado com mais freqüência -- e, daqui por diante, tem tudo para nunca mais ser esquecido. Dono de um colosso industrial formado por quase 100 empresas e com faturamento anual de 50 bilhões de dólares, Tata tem planos de colocar 15 bilhões de dólares no Brasil, uma soma maior que os investimentos reunidos de empresas do porte de Camargo Corrêa e Odebrecht para o ano de 2008. "O Brasil é um mercado com potencial enorme, temos uma afinidade natural", disse Tata a EXAME, no ano passado, em sua primeira e, até agora, única entrevista a uma publicação brasileira.

Como se vê, não era apenas um exercício de retórica. Para prospectar novos negócios, Tata mantém no Brasil uma equipe formada por cerca de 20 executivos, além de cônsules, embaixadores, adidos comerciais e consultores. Seus interesses se distribuem entre áreas como siderurgia, etanol, bebidas e automóveis (veja quadro). As negociações envolvendo a produção de veículos da Tata Motors pela Fiat são as que se encontram em estágio mais avançado. A empresa pretende produzir seu carro de baixíssimo custo, o Nano, na fábrica da Fiat em Córdoba, na Argentina, já no segundo semestre deste ano e, de lá, exportá-lo para o Brasil e para o resto da América Latina. A Iveco, divisão de caminhões da montadora italiana, vai ocupar parte de sua linha de montagem na fabricação de picapes médias da Tata Motors no município de Sete Lagoas, em Minas Gerais. A idéia de Tata é fabricar no Brasil o Safari, utilitário mais vendido na Índia. Alguns executivos da Fiat já estão na matriz da Tata Motors acertando detalhes da produção e, no último ano, o consulado da Índia em Minas Gerais emitiu mais de dez vistos para a empresa. Oficialmente, a Fiat nega o acordo.

Fonte: Exame

Mineradora Samarco dá a volta por cima

sexta-feira, 4 de abril de 2008 0 comentários

Muito além da China

Alguns anos atrás, a mineradora Samarco chegou a ser oferecida ao mercado pelo preço simbólico de 1 dólar. Por conta dos passivos que a empresa tinha na época, ninguém se interessou pelo ativo. Hoje, graças ao superciclo da commodities, os dias de penúria ficaram para trás e a Samarco vive a melhor fase de seu 30 anos de história. No próximo dia 18, a empresa vai inaugurar sua terceira usina, aumentando a capacidade de produção em mais de 50%. O crescimento colocou a empresa na lista das 10 maiores exportadoras do Brasil (toda sua produção vai para o exterior). Os acionistas -- a Vale e a australiana BHP Billiton, cada um com 50% de participação -- não têm do que reclamar...

Quem me contou essa história foi o COO (Chief Operations Officer) da Samarco, Ricardo Vescovi, com quem almocei hoje. Perguntei a ele se a empresa não se preocupava com uma possível desaceleração da China -- a grande responsável pela alta das commodities. Ele respondeu que a economia chinesa vai continuar bombando por um bom tempo. Mas, por via das dúvidas, a Samarco está intensificando as vendas para outros mercados. A China, que até o ano passado respondia por mais de 30% das vendas da empresa, hoje compra pouco mais de 20% da produção. E o maior mercado -- surpresa -- é o Oriente Médio.

Fonte: Cris Correa/Exame

IPO, Hypermarcas

Hypermarcas encara mercado volátil e pretende levantar R$ 805 milhões com oferta de ações.
SÃO PAULO - Enquanto mais de uma dezena de companhias já desistiu ou suspendeu suas ofertas de ações diante das condições adversas de mercado, a Hypermarcas, uma das maiores empresas de bens de consumo do país, decidiu seguir em frente com sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).

De acordo com aviso ao mercado, publicado hoje, a empresa espera obter cerca de R$ 805 milhões com a venda dos seus papéis. O valor considera a venda da oferta inicial primária de 35.801.080 ações ordinárias, equivalentes a 22,56% do capital, ao preço médio do intervalo previsto para cada papel, que vai de R$ 20,5 a R$ 24,50. O Citigroup e o Merrill Lynch atuam como coordenadores da oferta.

Em caso de exercício dos lotes suplementar, de 15%, e adicional, de 20%, a oferta pode movimentar até R$ 1,184 bilhão, levando em conta o preço máximo projetado.

Do total líquido arrecadado, a empresa pretende destinar 60% para aquisição de novas empresas, ativos e marcas e 40% para lançamento de novos produtos e marketing.

No ano passado, a Hypermarcas, dona das marcas Assolan, Etti e Apracur, entre outras, já havia entrado com pedido de registro companhia aberta junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Mas a empresa desistiu da operação após vender, em junho de 2007, 25% do seu capital para investidores mexicanos por US$ 250 milhões. O aumento de capital possibilitou que a Hypermarcas fechasse a compra de 100% da DM Farmacêutica, dona de marcas como Doril, Monange e Engov, por US$ 650 milhões.

Com presença nos segmentos de limpeza, alimentos, cosméticos e medicamentos sem prescrição, a companhia foi criada em fevereiro do ano passado pelo empresário João Alves de Queiroz Filho, também conhecido como Júnior, ex-dono da Arisco. Em menos de um ano, a companhia figura entre os líderes do segmento e o crescimento acelerado se dá por meio de aquisições.

Tal estratégia já rendeu problemas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que restringiu os negócios da companhia no segmento de adoçantes. A empresa, que já tinha a marca Finn, incorporou também Adocyl e Zero-Cal ao comprar a DM Farmacêutica.

De acordo com os dados pro-forma do prospecto da operação, a Hypermarcas teve receita líquida de R$ 1,06 bilhão no ano passado, com aumento de 179% sobre as vendas do ano anterior, crescimento motivado principalmente pelas aquisições. Por conta destas compras, que geram um volume expressivo de amortização de ágio, o lucro pro-forma da empresa em 2007 foi de apenas R$ 42,1 milhões, ante prejuízo de R$ 2,9 milhões em 2006. Descontada a amortização, o lucro teria sido de R$ 295 milhões no ano passado e de R$ 13,4 milhões no ano anterior.

O investidor pessoa física interessado em participar da oferta de ações da Hypermarcas deverá fazer seu pedido de reserva entre os dias 4 e 15 de abril. O preço da ação será fixado no dia 16 de abril e os papéis devem estrear no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no dia 18.

O valor mínimo de investimento será de R$ 3 mil e o máximo de R$ 300 mil. A oferta de varejo deverá compreender de 10% a 15% do volume total da distribuição.

Para ler o
prospecto em PDF, Clique aqui.
Fonte: (Fernando Torres e Eduardo Campos Valor Online)

Peru recebe grau de investimento da agência Fitch.

quarta-feira, 2 de abril de 2008 0 comentários

Peru chegou ao chamado 'investment grade' antes do Brasil. Avaliação de agência é que país fez a 'lição de casa' ao arrumar suas contas.
A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou nesta quarta-feira (2) a nota de crédito (rating) da dívida soberana do Peru em moeda estrangeira de BB+ para BBB-. Com esta elevação, o país andino entra no grupo considerado de baixo risco de inadimplência, chamado de grau de investimento ("investment grade").

Com o mesmo rating do Peru até então, o Brasil também aguarda a melhora de sua avaliação pelas agências internacionais para ganhar o selo de bom pagador. Ao entrar na categoria "investment grade", o país passa a integrar a pauta de grandes investidores institucionais mundiais que têm restrições para aplicação em ativos considerados arriscados.
Melhores condições
A elevação da nota reconhece a forte melhora nos índices de solvência fiscal e das contas externas do Peru, que agora demonstram ser uma contrapartida suficiente para as fraquezas do país em termos de crédito: pauta concentrada de exportações, riscos políticos e sociais, disse a agência.
De acordo com Theresa Paiz Fredel, diretora sênior para ratings soberanos da agência, a melhora das contas públicas e do ajuste externo nas contas do Peru superaram as expectativas e justificaram a elevação antecipada da nota de crédito do país.
Como resultado, segundo ela, a maioria dos indicadores do país é hoje superior à média dos países na escala inferior do grupo já classificado como grau de investimento. A nota BBB- é a mais baixa desta categoria, enquanto a mais alta é AAA.
Dívida
De acordo com o comunicado, a alta no preço das commodities e uma política pública positiva contribuíram para que a relação da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do país chegasse em 28%, em linha com outros países classificados como BBB.

"A administração do presidente Alan Garcia resistiu às pressões por aumento do gasto público e aproveitou o vento favorável das commodities para investir em infra-estrutura, amortizar a dívida pública e aumentar os ativos", disse Theresa.

Um dos fatores positivos destacados pela Fitch é o fato de o Peru ter acumulado reservas internacionais e ter se tornado credor líquido externo em 2007. Mesmo feito foi atingido pelo Brasil no início deste ano.
Fonte: Valor Online e G1

De quem é a culpa?

Não é do crescimento. Não é das montadoras. O colapso do trânsito em São Paulo é uma mostra de um país que não se preparou para o progresso.

[...] Nos últimos anos temos ouvido com muita frequência a palavra crescimento, mas pouco se fala nos gargalos econômicos, que são os problemas de infra estrutura que afetam de forma negativa um maior e melhor desempenho da economia Brasileira.


A revista exame tem uma matéria bastante interessante que faz um comparativo do trânsito de São Paulo com outras cidades do mundo, e aponta o Brasil como um país que não se preparou para o progresso, clique no link acima e confira na íntegra[...]


, ,

Perdigão manterá as marcas Batavo, Elegê e Cotochés no mercado

BELO HORIZONTE - A Perdigão vai manter no mercado as três marcas de lácteos que adquiriu nos últimos dois anos - Batavo, Elegê e Cotochés. O diretor de negócios lácteos, Wlademir Paravisi, informou que a indústria encomendou pesquisas sobre a percepção de mercado das marcas para decidir sua estratégia para cada uma delas. Mas já está decidido que todas serão mantidas , afirmou ontem, em Belo Horizonte, onde anunciou oficialmente a compra da mineira Cotochés por R$ 54 milhões, conforme antecipou o Valor. A Perdigão também assumirá uma dívida de R$ 15 milhões da empresa mineira.

Segundo Paravisi, as pesquisas de mercado serão ampliadas para incluir a Cotochés. Mas a avaliação atual é de que a tradicional marca - vice-líder no mercado mineiro, atrás da Itambé - manterá sua vocação regional, com um mix amplo de produtos mas distribuição mais restrita, em Minas e Estados vizinhos.
O executivo confirmou a intenção de investir, R$ 30 milhões para ampliar o volume de processamento de leite da Cotochés para 600 mil litros por dia, 50% mais que os atuais 400 mil litros.

A aquisição da Cotochés colocou a Perdigão perto da Nestlé, líder em captação de leite no país. A Perdigão deve captar um volume de 1,63 bilhão de litros por dia. O volume da Nestlé era de 1,7 bilhão em 2006, segundo a Leite Brasil. A Perdigão constrói em Bom Conselho (PE) uma planta que contribuirá para ampliar mais a captação.

Segundo o diretor de negócios lácteos, a meta da empresa não é passar a Nestlé ou outro concorrente, mas aproveitar para ampliar produção e rentabilidade. Paravisi não descarta a possibilidade de a indústria adquirir outro laticínio, além de crescer organicamente, mas diz que o momento é de consolidar aquisições feitas. Precisamos alinhar os negócios, aproveitar as sinergias .

Ontem, três diretores da Perdigão e os antigos sócios da Cotochés - membros das famílias Russo e Maroca - comunicaram os funcionários da compra. Os ex-proprietários explicaram que a empresa ganhará nova dimensão no mercado agora que pertence a uma grande corporação, como a Perdigão.
A Cotochés tem mais de 500 funcionários em duas fábricas, em Rio Casca e Ravena.

Para Paravisi, é estratégico para a Perdigão ter uma unidade em Minas Gerais, maior bacia leiteira do país e mercado consumidor de alto potencial. As negociações para a compra da Cotochés foram iniciadas pela Eleva, antes mesmo de ser comprada pela Perdigão
.

(Ivana Moreira Valor Econômico)