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Petrobras descobre óleo leve em águas rasas na Bacia de Santos

sexta-feira, 30 de maio de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A Petrobras anunciou, na noite de quinta-feira, que encontrou importante acumulação de óleo leve em um poço localizado em águas rasas na região sul da Bacia de Santos. O nome do bloco é BM-S-40 e, segundo a Petrobras, foi encontrado óleo de 36º API acima da camada de sal.

O poço pioneiro está localizado a cerca de 275 Km ao sul da cidade de Santos, na costa do estado de São Paulo, em lâmina d'água de 235 m.

Segundo a empresa, a descoberta foi confirmada através de produção de óleo em teste de formação a poço revestido, em reservatórios situados a cerca de 2.080 metros de profundidade. O teste comprovou as altas vazões esperadas para o tipo de reservatório e óleo encontrados, com um potencial de produção, por poço, estimado de mais de 12.000 barris por dia, disse a estatal.

A Petrobras é a única empresa que opera no bloco, onde espera começar a perfurar um segundo poço no mês que vem. A empresa não forneceu estimativa sobre o tamanho das reservas.

- A descoberta tem grande importância devido ao potencial de produção de um óleo leve e a localização da jazida em águas rasas - disse a estatal em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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    Desde o ano passado, a Petrobras vem anunciado a descoberta de campos gigantes de petróleo abaixo da camada de sal, na Bacia de Santos. O último foi no dia 21 deste mês. O consórcio formado pela empresa (com 66% de participação), junto com Shell (20%) e a portuguesa Galp Energia (14%) encontrou óleo no bloco BM-S-8, na Bacia de Santos, área conhecida como Bem-te-vi. Em novembro passado, a Petrobras estimou as reservas no gigantesco campo de Tupi, também na Bacia de Santos, entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris -o que o tornaria uma das maiores descobertas petrolíferas nos últimos 20 anos.

    Geólogos dizem que o potencial pré-sal do Brasil poderia ser de mais de 70 bilhões de barris, mas especialistas avaliam que a produção pode ser tecnicamente desafiadora e cara, em parte porque o movimento do sal exige escoamento reforçado. A produção acima da camada de sal é mais fácil.

    Com as descobertas desses campos, o Brasil poderia se tornar um grande exportador de petróleo. No entanto, segundo o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, o objetivo da empresa é se tornar um exportador de derivados . Ao participar do XX Fórum Nacional, no BNDES, no Rio, Gabrielli destacou que as reservas vão promover uma importante mudança no país.

    Lula comemora
    Em El Salvador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que teve informações que a Petrobras "acabora de encontrar" um novo campo de petróleo, desta vez no litoral entre Paraná e São Paulo.

    - Acabei de saber que a Petrobras acabou de encontrar um campo no litoral entre Paraná e São Paulo (...) Deus resolveu passar no Brasil e ficar. Não foi embora - comemorou o presidente, que deixa a capital salvadorenha, nesta noite, em direção a Belém do Pará.

    Fonte: O Globo


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Fitch cita melhora das contas externas e estabilidade econômica para conceder grau de investimento

quinta-feira, 29 de maio de 2008 0 comentários

Fitch cita melhora das contas externas e estabilidade econômica para conceder grau de investimento
SÃO PAULO - A melhora na nota soberana de crédito do Brasil se deveu ao " excepcional progresso " do quadro das contas internas e externas do país, de acordo com a agência de classificação de risco Fitch Ratings. Esse avanço, diz a agência, reduziu a vulnerabilidade do Brasil a choques, arraigou a estabilidade macroeconômica e fortaleceu as perspectivas de crescimento de curto prazo.

A decisão da Fitch de conceder ao Brasil o grau de investimento vem quase um mês após a congênere Standard & Poor´s ter promovido o país a essa classificação, em 30 de abril. Na ocasião, a Fitch Ratings comunicou que estava fazendo uma "revisão ativa" da nota.

Além desses, a agência cita outros fatores que respaldam o grau de investimento. Menciona o compromisso do governo com o superávit primário das contas públicas e com a manutenção de taxas baixas de inflação. Lembra ainda a atividade diversificada da economia, a renda per capita de cerca de US$ 7 mil (em linha com a média dos países de classificação BBB) e a estabilidade política e social.

Em comunicado, a diretora-sênior da área de ratings soberano da agência, Shelly Shetty, diz que a melhora das contas externas nacionais se deve não apenas ao aumento de preço das commodities, mas também ao resultado da política econômica. Ela ressalta que o Brasil passou a ser credor externo com o aumento significativo das reservas internacionais e a diminuição da dívida externa. Assim como a S & P havia feito, também sublinha a importância da independência do Banco Central na tomada de decisões. " O BC não hesitou em elevar as taxas de juros recentemente, para combater a inflação e ancorar as expectativas inflacionárias " , diz o texto.

Para Shelly, embora as taxas de crescimento do Brasil sejam menores do que as de Rússia, Índia e China, a estabilidade macroeconômica, a entrada de investimentos externos diretos e os benefícios das reformas microeconômicas passadas vão permitir um desempenho melhor e mais estável para o país. A Fitch cita que o Brasil vive o mais longo ciclo de crescimento em 20 anos e a média dos cinco últimos anos, de expansão de 4,5%, aproximou o país da média das nações com nota BBB (de 5%).

(Valor Online)

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Bovespa dispara 3% com novo grau de investimento

quarta-feira, 28 de maio de 2008 0 comentários

Agência canadense eleva Brasil a grau de investimento
Renovadas expectativas de elevação da nota soberana do Brasil pela agência Fitch voltaram à carga nesta quarta-feira, levando a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) à maior alta do mês.
O Ibovespa fechou com valorização de 3,04%, aos 73.153 pontos. O giro financeiro na bolsa totalizou R$ 7,46 bilhões.

O anúncio de que a desconhecida agência canadense DBRS elevou a nota da dívida do País para a faixa de grau de investimento foi visto como um indício de que a Fitch, uma das três grandes internacionais, está prestes a fazer o mesmo.

"A expectativa é de que a coisa ocorra brevemente", disse Newton Rosa, economista-chefe da SulAmerica Investimentos.

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    Esse cenário patrocinou ordens maciças de compras de ações de empresas de diversos setores, com destaque para os segmentos financeiro e de eletricidade.

    No ramo de energia, as líderes de ganhos foram as ações preferenciais da Cesp, com avanço de 9,6%, para R$ 31,50, em meio a rumores de retomada do leilão de desestatização da geradora paulista, suspenso em março por falta de interessados. Uma negociação com o governo federal que envolveria a renovação de licenças de usinas da Cesp e estaria ligada à venda da Nossa Caixa ao Banco do Brasil foi negada pelo governador de São Paulo, José Serra.

    Entre os bancos, o movimento foi comandado pelos papéis ordinários do Banco do Brasil, com disparada de 6%, a R$ 30,85.

    Não bastasse isso, a Bovespa ainda contou com a incomum combinação de Wall Street e cotação do petróleo se recuperando simultaneamente no meio do dia e fechando com alta.

    Além do barril do óleo ter voltado a fechar acima de US$ 130 em Nova York, as ações preferenciais da Petrobras, carro-chefe da bolsa paulista, também reagiram à elevação do rating da companhia pela Standard & Poor's e fecharam com avanço de 2,2%, a R$ 50,99.
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Veja alguns dos papéis que podem apresentar variações significativas neste pregão

SÃO PAULO - O mercado deve abrir o pregão desta quarta-feira (28) com um olho na inflação doméstica e outro no noticiário corporativo, que se mostra menos carregado porém ainda relevante para o desempenho de algumas ações.

O dia começa com mais um capítulo da possível retomada do processo de privatização da Cesp (CESP6), dessa vez com os rumores de que as negociações referentes à compra do banco paulista Nossa Caixa (BNCA3) pelo Banco do Brasil (BBAS3) são uma troca entre governo estadual e federal, que pode garantir a renovação das licenças das concessões da empresa.

Os investidores também devem avaliar a aprovação da recompra de até 15 milhões de ações ordinárias e preferenciais do Bradesco (BBDC4), com prazo entre os dias 30 de maio e 30 de novembro.

Abuso de poder
Outro fato que não deve passar em branco é a decisão da SDE (Secretaria de Direito Econômico) de instaurar processo contra a AmBev (AMBV4) por abuso de poder econômico e determinar medida preventiva impedindo que a empresa envase os produtos nas garrafas nos próximos 10 dias, além de recolher todas as embalagens em três meses. Caso não cumpra a determinação, a AmBev pode ser multada diariamente em cerca de R$ 100 mil.

Isso porque a AmBev é acusada de prejudicar a concorrência vendendo garrafas de cerveja retornáveis diferentes do padrão utilizado, o que impede a reutilização dos recipientes por outros fabricantes. A empresa informou que irá recorrer da decisão.

Contratos
O noticiário segue para o setor de logística, com o contrato assinado entre a Log-In (LOGN3) e o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) para o financiamento da construção de cinco navios do tipo porta-contêineres no EISA (Estaleiro Ilha S.A), no valor de R$ 625,2 milhões, com recursos do FMM (Fundo da Marinha Mercante).

Ademais, o mercado também deve ficar atento à Sul América (SULA11), que anunciou um contrato de parceria comercial com sociedades do grupo Votorantim, de forma a permitir que o seguro SulAmérica Auto seja comercializado por meio da VCS, na rede de pontos da BV Financeira e da BV Leasing, que atualmente possui representantes em mais de 18 mil revendas de veículos em todo o País.
Fonte: Infomoney
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O que é o After Market Bovespa?

sábado, 24 de maio de 2008 0 comentários

O que é o After Market Bovespa?
O after market da Bovespa é um período do dia em que bolsa de valores funciona após o pregão normal (que acontece em horário comercial).

Em linhas gerais, o after Bovespa nada mais é do que um horário extra de funcionamento da bolsa. Ele possibilita a investidores que não têm como acompanhar o mercado durante investir na bolsa neste horário extra.

Se você trabalha durante o dia e, mesmo assim, não abre mão de administrar pessoalmente sua carteira, então você pode operar no after market da Bovespa após o trabalho e, assim, negociar seus ativos normalmente como no pregão normal (sujeito apenas a algumas restrições, como veremos a seguir).


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    Horário do After Market Bovespa
    O aftermarket da Bovespa se inicia logo após o horário de pregão normal e se estende por alguns minutos ou horas, dependendo do horário oficial adotado no momento pela Bovespa.

    Normalmente o after Bovespa funciona das 17h30 às 19h. Do início até as 17h45 acontece, na verdade, a fase de pré-abertura, aonde é possível apenas cancelar ordens enviadas durante o pregão normal. Após as 17h45 inicia-se a fase de negociação. O aftermarket funciona normalmente em dias úteis, exceto às sextas-feiras e em vésperas de feriado.

    Como vimos, é na fase de pré-abertura do aftermarket que podem ser canceladas ordens enviadas durante o pregão normal. Isso é necessário porque se você enviar uma ordem durante o pregão normal com validade para o dia, a mesma permanecerá ativa (poderá ser executada) no after market.

    Mais ainda: se você comprar um ativo durante o pregão normal e enviar uma ordem para venda no mesmo dia, e a mesma só ser executada no after market, fica-se configurada uma operação de daytrade.

    Note que os dias e horário after market pode ser modificado a critério da Bovespa. Por exemplo, em horário de verão o horário do aftermarket normalmente é outro.

    Veja no final deste artigo como saber o horário oficial de funcionamento do after market Bovespa.

    Comprando e Vendendo no After Bovespa
    Negociar no after Bovespa não é muito diferente de fazê-lo no pregão normal. Você acessa a bolsa normalmente através do home-broker de sua corretora e envia suas ordens de compra e venda.

    Como vimos lá em cima, existem, porém, algumas restrições para operação no after Bovespa. Elas não são muitas e são definidas para prevenir grandes oscilações de preços e volume, e desequilíbrios no mercado — é bem pouco provável que você seja limitado por essas limitações, mas é bom saber que elas existem.

    Estas são as limitações de operação no after Bovespa:
    Só é permitido operar com ativos negociados à vista na bolsa. Ou seja, ações, units, direitos etc. das companhias listadas (veja O Código Bovespa para saber mais).
    Não é permitido, por exemplo, negociar derivativos, tais como opções de compra/venda ou termos.

    No after market Bovespa você pode negociar os ativos à vista no mercado integral e no fracionário (veja Mercado Integral x Mercado Fracionário).

    Os preços negociados não podem sofrer variação superior a 2% em relação ao fechamento no pregão normal. Por exemplo, se ao término do pregão normal uma ação fechou a R$ 100,00, então você não poderá negociá-la por mais que R$ 102,00 ou menos que R$ 98,00.
    Você estará sujeito a limites de quantidades a comprar/vender por negócio. Em papéis menos líquidos, por exemplo, suas ordens estão limitadas a 50% da média de negócios dos últimos 30 dias.
    Dificilmente suas ordens serão recusadas por serem muito grandes (a não ser que você esteja mesmo operando com muito dinheiro!). Mas, caso precise, você deve consultar a Bovespa para saber os limites de cada papel no momento, visto que eles são dinâmicos.

    After Market Bovespa – Conclusão
    Como vimos, o aftermarket da Bovespa é uma excelente ferramenta para a negociação de ativos na bolsa para aqueles que não têm tempo de operar no pregão normal.

    A negociação no after Bovespa tem suas características e restrições mas, em geral, elas não causam maiores problemas para investidores.

    Consulte aqui o horário oficial do after Bovespa: http://www.bovespa.com.br/Bovespa/horarioneg.htm

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O que são Finanças Corporativas ?

sexta-feira, 23 de maio de 2008 0 comentários

A Comissão de Finanças Corporativas reúne as principais instituições financeiras do mercado de capitais que atuam nessa área e tem por objetivo, promover o fortalecimento do mercado de capitais como instrumento de financiamento ao desenvolvimento auto sustentado da economia brasileira, assegurando a adoção das melhores práticas pelos seus participantes.

A área de Finanças Corporativas das instituições financeiras desenvolve modelos de negócios inovadores com uma complexa estruturação financeira para empresas, através de operações de mercado de capitais doméstico e internacional, operações de financiamento de projetos ou fusões e aquisições. Toda essa engenharia financeira pode ainda envolver estruturações cumulativas. Por exemplo, uma aquisição com financiamento via captação no mercado de capitais, ou ainda, um financiamento de projetos que envolvam recursos tanto de agências de fomento como de mercado de capitais, etc.

Fusões e Aquisições

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    Operação que envolve a assessoria para compra e venda de empresas, no Brasil ou no exterior. Pode ser ainda assessoria para a formação de joint ventures, acordos de acionistas, reestruturações societárias, cisões, parcerias estratégicas e privatizações.

    A estruturação de um operação desse tipo, envolve processos que vão desde a negociação entre acionistas controladores à complexo processo de avaliação do valor da firma (valuation).

    Além de envolverem elevado nível de sofisticação, são operações que demandam maior tempo para conclusão.

    Financiamento de Projetos
    Uma operação de financiamento de projetos, envolve várias etapas, como a criação e constituição de sociedades de propósito específico (SPC) para ter segregados todos os ativos do projeto a ser financiado, negociação com os principais organismos de crédito internacionais e nacionais (Bird, Banco Mundial, BNDES, Eximbank, etc), nos estudos de viabilidade econômica e na realização de formas alternativas de financiamento.

    Mercado de Capitais
    Dívida no mercado internacional: estruturação de emissões de dívida, para colocação no mercado internacional, através de instrumentos como: commercial papers, eurobonds, securiticação de recebíveis, notes.

    Dívida no mercado local: estruturação, coordenação e distribuição de ofertas como debêntures, notas promissórias e securitizações.

    Ações: estruturação de ofertas de ações por abertura de capital (IPO) ou aumento de capital para distribuição tanto para investidores no Brasil quanto no exterior. As emissões para distribuição no mercado externo podem ser através de ADRs (American Depositary Receipts) ou ações propriamente ditas.

    Estas áreas das instituições financeiras estruturam ainda ofertas como fechamento de capital, ofertas secundárias de ações (Block trades), emissões de debêntures conversíveis ou permutáveis.
    Fonte: Anbid

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O que é Fundos de Investimento?

Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um conjunto de investidores, com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aquisição de uma carteira de títulos ou valores mobiliários.

Existem desde o século XIX, sendo que o primeiro foi criado na Bélgica e logo depois na Holanda, França e Inglaterra. O primeiro fundo mútuo nos Estados Unidos iniciou suas operações em 1924, e existe até hoje. No Brasil, o primeiro fundo iniciou suas atividades em 1957, e já em 1967, nasce a ANBID.

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    Através dos fundos, os pequenos investidores têm acesso a melhores condições de mercado, menores custos e contam com administração profissional, colocando-os em igualdade com os grandes investidores.

    Os fundos tornam possível a diversificação dos investimentos, através da aplicação em suas diferentes classes, visando diluir o risco e aumentar o potencial de retorno. É válido também ressaltar que os recursos dos fundos nunca se misturam aos da instituição administradora.

    Atualmente funcionam sobre a autorização da CVM - Comissão de Valores Mobiliários, órgão responsável por sua regulação e fiscalização, buscando a proteção do investidor. A Instrução CVM No. 409 dispõe sobre a constituição, a administração, o funcionamento e a divulgação de informações dos fundos de investimento, conceituados como: "uma comunhão de recursos constituída sob a forma de condomínio, destinado à aplicação em títulos e valores mobiliários, bem como em quaisquer outros ativos disponíveis no mercado financeiro e de capitais".

    Cabe à ANBID auxiliar na construção, modernização e aperfeiçoamento da legislação de fundos de investimento, influenciar e dar suporte à indústria para explorar adequadamente as oportunidades de crescimento e melhorar constantemente seus pilares.
    Fonte: Anbid

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Bradesco defende leilão para Nossa Caixa

Negociações para venda do banco paulista ao BB foram anunciadas na quarta-feira.Na véspera, Itaú também contestou venda.

O presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão, defende que o banco estadual paulista Nossa Caixa seja vendido por meio de leilão para que não seja eliminado o direito de concorrência. "O leilão traz as coisas às claras como o preço correto, que seria formado a partir da concorrência entre os interessados", disse Brandão na manhã desta sexta-feira (23), ao comentar a notícia de que o Banco do Brasil está negociando a incorporação da Nossa Caixa.

"As regras de mercado devem prevalecer com a realização de uma licitação pública, que seria mais legítimo. Sem dúvida interessa ao Bradesco participar do processo, isso é inegável", afirma Brandão. Para ele, "o Banco do Brasil é o candidato forte, mas não se pode eliminar o direito de concorrência".
Lances do BB
O início das negociações para compra da Nossa Caixa é o lance mais ousado do Banco do Brasil no seu plano de manter a liderança no mercado. Essa reação iniciou-se em 2007 com o começo da incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), processo que deverá estar concluído até agosto, de acordo com informações do próprio banco. Paralelamente, o BB vai incorporar aos poucos as agências do Banco do Estado do Piauí, já federalizado.
O aproveitamento desses antigos bancos estaduais, no entanto, representa pouco diante da necessidade de crescimento num mercado que tende a ser cada vez mais concentrador. Com o anúncio feito na noite de quarta-feira, o BB acelera essa estratégia, de forma a responder aos concorrentes privados que adquiriram pelo menos 30 bancos nos últimos dez anos.

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Compra da Nossa Caixa terá análise 'prudencial', diz Meirelles

BB disse estar negociando a aquisição da Nossa Caixa.
Bancos privados também demonstraram interesse em comprar banco paulista.

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira (23) que a incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil será analisada pela instituição do ponto de vista prudencial e de concentração bancária, caso o negócio seja de fato fechado.
“Nós olhamos apenas do ponto de vista prudencial e de concentração bancária, e caso o negócio seja fechado, nós vamos olhar como temos olhado todas as demais fusões e aquisições normalmente”, disse o presidente do BC em entrevista à Agência Brasil.

Negociações

Em comunicado ao mercado enviado na quarta-feira (21), o BB disse estar negociando a aquisição da Nossa Caixa e que a operação deverá preservar adequadamente os interesses do público relacionado das companhias envolvidas, incluindo empregados, correntistas, acionistas e outros parceiros.

[Mais...]

    Os principais bancos privados do país já reagem à notícia. O Bradesco, por exemplo, defendeu hoje um leilão para que todas as instituições interessadas possam disputar o ativo. O Banco do Brasil é um candidato forte, mas não se pode eliminar o direito à concorrência, destacou Lázaro Brandão, presidente do Conselho de Administração do Bradesco, em nota divulgada à imprensa.

    O Itaú também contestou as negociações. Em declaração ao jornal "O Estado de S. Paulo", o presidente do banco, Roberto Setúbal, cobrou maior transparência no negócio e defendeu a realização de um leilão, o que, segundo ele, garantiria melhor preço pelo patrimônio do banco estadual paulista. Ele antecipou o interesse do Itaú na disputa.

    O Banco do Brasil e a Nossa Caixa informaram que na próxima semana uma reunião com representantes das duas instituições dará início à troca de informações. O Banco do Brasil prevê que o processo de compra dure no mínimo seis meses.

    Mercado
    O Banco do Brasil é líder no mercado nacional. Segundo informações da Agência Brasil, a Nossa Caixa ocupa a 12ª posição nesse ranking, mas tem como principal atrativo a exclusividade dos depósitos judiciais do estado de São Paulo, avaliados em cerca de R$ 15 bilhões, segundo dados do Banco Central.

    A Nossa Caixa também tem agências em todos os municípios de São Paulo, o que faria o Banco do Brasil aumentar significativamente sua capilaridade no estado.

    Outro atrativo é a folha de pagamento do governo de São Paulo e dos demais órgãos públicos. Dos 5,5 milhões de clientes da Nossa Caixa, 1,3 milhão são funcionários públicos com um bom padrão aquisitivo, segundo a assessoria do BB.

    O Banco do Brasil tem 24,6 milhões de clientes.
    Fonte:G1

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Análise técnica traça perspectivas para os papéis do setor de consumo e varejo

SÃO PAULO - Os seguidos avanços dos preços dos alimentos no mercado doméstico, medidos consensualmente pelos indicadores de inflação, elevam as estimativas de uma política monetária mais restritiva por parte do Banco Central no próximo mês.

Ante a tendência de alta da Selic, os analistas do Itaú advertem que os benefícios dados pelo investment grade a algumas ações brasileiras tendem a ser mitigados, principalmente para o setor de consumo e varejo.

Se a visão fundamentalista não trilha um futuro brilhante para os papéis do setor, o que esperar para ações como Sadia (SDIA4), Lojas Americanas (LAME4) e B2W (BTOW3) ante às projeções grafistas?

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    Sadia, a melhor escolha
    Dos três ativos em pauta, a formação mais interessante advém das ações da Sadia. Segundo Christian Cayre, analista da CHR Investor, os papéis se encontram em clara tendência de alta. Christian salienta o rompimento recente do topo histórico localizado em R$ 12,25, que pode levar o papel alcançar máximas entre R$ 15,20 e R$ 16,80.

    Na avaliação de Daniel Mesterman, analista técnico e sócio da Dojistar Four Gráficos, as ações se encontram compradas para o longo prazo, mas só a partir da faixa dos R$ 13,00 pode-se confirmar uma tendência concreta de alta, rumo aos R$ 14,00.

    Porém, o analista da Dojistar alerta para o suporte em R$ 11,00, que, caso perdido, poderá encadear um movimento de correção mais intenso. Já Alexandre Wolwacz, da Leandro.Stormer, prevê uma venda maciça após o patamar de R$ 11,80.

    B2W encontra forte resistência
    Segundo Mesterman, os papéis ordinários da B2W, controlada pela Lojas Americanas, estão ao encontro de uma forte resistência na faixa dos R$ 72,40, e precisam romper tal patamar para engatar uma tendência de compra no médio prazo. A partir deste nível, o analista projeta primeiro objetivo das ações na região dos R$ 74,35, para posteriormente alcançar o perímetro de R$ 78,70.

    Para Cayre, o rompimento da Linha de Tendência de Baixa, próximo da casa dos R$ 69,00, deve levar o papel para a casa de R$ 78,30, e logo após, as ações deverão testar a região dos R$ 86,50.

    Porém, Mesterman pede muita atenção para o patamar dos R$ 60,50, que, caso perdido, pode levar o papel à um recuo mais expressivo, e assim zerando os ganhos auferidos com o investment grade. Em uma previsão mais para o curto prazo, Wolwacz antevê suporte próximo de R$ 65,00.

    Lojas Americanas de volta aos R$ 7,00?
    Tanto Cayre e Mesterman vêem que as ações da controladora da B2W se encontram em um movimento de congestão, com uma possível oportunidade interessante de entrada a partir dos R$ 16,50, na visão de Cayre, e na faixa de R$ 14,00 na análise de Mesterman.

    Já abaixo da região dos R$ 12,00, o analista da Dojistar antevê um suporte principal na casa dos R$ 11,00, que, caso rompido, pode levar os papéis a mínimas como R$ 9,00 e R$ 7,00, conforme argumenta o analista da CHR Investor.
    Fonte: Infomoney

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Repercutindo provável incorporação, ações da Nossa Caixa disparam

SÃO PAULO - Dentro de uma semana de perdas de 1,81% para o Ibovespa, as ações ordinárias da Nossa Caixa (BNCA3) trilharam um caminho próprio bem mais favorável. Os papéis encerraram o período com valorização acumulada de 36,21% (31,52% apenas na sexta-feira), cotados a R$ 36,30, graças à provável venda da instituição financeira.

Na quarta-feira (21), véspera de feriado, o Banco do Brasil publicou uma nota revelando a intenção de comprar o banco paulista Nossa Caixa. A notícia pegou o mercado de surpresa, inspirando repercussões enérgicas dentro do setor financeiro.

Disputa aberta?

[Expandir Texto]

    Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o presidente do Itaú, Roberto Setúbal, criticou a incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, defendendo a realização de um leilão transparente.

    O presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro de Mello Brandão, complementou a visão de Setúbal, admitindo interesse em participar da negociação. Segundo Brandão, "o Banco do Brasil é um candidato forte, mas não se pode eliminar o direito à concorrência".

    Por fim, o vice-presidente de Varejo do Unibanco, Márcio Schettini, afirmou que o banco também deseja adquirir a Nossa Caixa. Márcio reforçou o coro em prol de um leilão, método que maximizaria os recursos arrecadados pelo governo de São Paulo.

    Ainda aguardando
    Dividido entre a incorporação pelo BB ou um eventual leilão, o projeto deverá primeiro tramitar pela Assembléia Legislativa de São Paulo. No entanto, conforme afirmou o presidente da Casa, Carlos Vaz de Lima, não são esperados grandes obstáculos.

    Vaz de Lima se mostrou confiante na transação com o Banco do Brasil. Ele estima que o preço mínimo a ser pago seria de cerca de R$ 5,7 bilhões, o que equivale aproximadamente a duas vezes o patrimônio da Nossa Caixa, que gira em torno de R$ 2,8 bilhões.

    Análises
    Na visão dos analistas da Ativa Corretora, o negócio será marginalmente negativo para o Banco do Brasil, pois os resultados da Nossa Caixa estão marcados por uma contabilização de despesas trimestrais recorrentes de R$ 104,2 milhões.

    Por outro lado, a aquisição da Nossa Caixa agregaria um número significativo de correntistas ao BB, impulsionando as receitas da estatal e contribuindo na conquista de novas folhas de pagamentos.

    Para o Citigroup, a notícia é muito positiva para os acionistas da Nossa Caixa. Em relatório, o banco elevou o preço-alvo das ações da instituição de R$ 16,00 para R$ 39,00, assumindo o ganho com a possível incorporação pelo Banco do Brasil.

    Altas na semana
    Outros papéis que também se destacaram positivamente foram JBS ON (JBSS3, R$ 8,50, +7,73%), Petrobras PN (PETR4, R$ 50,56, +5,01%), Rossi Residencial ON (RSID3, R$ 16,20, +3,98%), B2W Varejo ON (BTOW3, R$ 68,50, +3,69%) e Petrobras ON (PETR3, R$ 59,95, +3,54%).
    Fonte: Infomoney

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Confira a agenda do investidor para a última semana de maio

Dentro da agenda da última semana de maio, os investidores estarão atentos, sobretudo, ao PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano e à inflação medida pelo núcleo do PCE.

No cenário nacional, a ênfase fica para o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de maio. Além disso, as Notas do Banco Central trarão informações relevantes sobre o desempenho econômico do País no mês de abril.

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    > Segunda-feira (26/5)
    - Brasil
    8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à terceira quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

    8h30 - O Banco Central anuncia o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

    11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à terceira semana de maio, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

    O BC também apresenta a Nota do Setor Externo de abril, contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais computadas no período.
    - EUA
    Será comemorado o Memorial Day, e conseqüentemente, não haverá pregão em Wall Street.
    > Terça-feira (27/5)
    - Brasil
    8h00 - A FGV publica a Sondagem do Consumidor de maio. O índice é compilado com base em uma amostra de mais de 200 domicílios em sete das principais capitais brasileiras.

    10h00 - O Banco Central publica a Nota de Política Monetária de abril, que traz estimativas sobre a base monetária, os empréstimos de bancos privados e o total de empréstimos no mercado financeiro.
    - EUA
    11h00 - Será apresentado o Consumer Confidence referente ao mês de maio. O índice é responsável por medir a confiança dos consumidores norte-americanos.

    11h00 - Em complemento ao Existing Home Sales, o New Home Sales mostra o número de casas novas, com compromisso de venda durante o mês de abril.
    > Quarta-feira (28/5)
    - Brasil
    07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) referente à terceira quadrissemana de maio. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.

    9h00 - O IBGE apresenta o IPCA-15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) referente ao mês de maio. Esse índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a coleta dos dados é feita entre os dias 15 de cada mês.

    10h00 - O Banco Central apresenta a Nota de Política Fiscal referente ao mês abril, que revelará os gastos públicos realizados durante o período.
    - EUA
    9h30 - O Departamento de Comércio do país apresenta o Durable Good Orders de abril, que avalia o volume de pedidos e entregas de bens duráveis no período.

    11h30 - O relatório de Estoques de Petróleo é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). Importante medida, já que o país é considerado o maior consumidor do combustível.
    > Quinta-feira (29/5)
    - Brasil
    8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do acumulado de maio, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.
    - EUA
    9h30 - O Departamento de Comércio apresenta os dados preliminares do PIB e de seu deflator, ambos baseados no primeiro trimestre.

    9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.
    > Sexta-feira (30/5)
    - Brasil

    8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de maio, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional.
    - EUA
    9h30 - Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de abril, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, respectivamente.

    9h30 - O mercado aguarda a inflação descrita no núcleo do PCE (Personal Consumption Expenditures), também com base em abril, que é considerada uma das medidas de preços preferidas pelo Fed.

    10h45 - Será publicado o Chicago PMI referente ao mês de maio, índice que mede o nível de atividade industrial na região.

    11h00 - A Universidade de Michigan publica a revisão do Michigan Sentiment de maio, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.
    Como começa a semana subseqüente?
    > Segunda-feira (2/6)
    - Brasil
    8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

    8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

    11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente ao mês de maio, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

    E o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos) apresenta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, feita mensalmente em 16 capitais brasileiras, na qual se avalia o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família, através do valor dos produtos elementares.
    - EUA
    11h00 - Será apresentado o ISM Index referente ao mês de maio, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.

    11h00 - Encerrando a agenda do dia, o Departamento de Comércio apresenta o Construction Spending de abril, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.
    Fonte: Infomoney


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Bovespa, FDC e FIERGS mapeiam empresas gaúchas com potencial para abrir capital

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), a FDC (Fundação Dom Cabral), a Fiergs (Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS) realizam hoje, na sede da Fiergs, o evento de lançamento da pesquisa, “Gestão, Governança e Mercado de Capitais – Perspectivas das Empresas Gaúchas”. O objetivo é conhecer o estágio atual de gestão e governança dessas companhias e o seu potencial para acessarem o mercado de capitais em suas múltiplas modalidades, sobretudo por meio da abertura de capital.

[Continuar Lendo...]

    O início das visitas e da aplicação dos questionários da pesquisa ocorrerá ainda no mês de maio. As empresas envolvidas vão receber também um relatório individual que orienta sobre como podem se preparar para o acesso ao mercado de capitais por meio da adoção das melhores práticas de gestão e governança. A conclusão da pesquisa, bem como a apresentação dos resultados, está prevista para o último trimestre desse ano.

    Com a consolidação da estabilidade macroeconômica e as oportunidades de investimentos que se apresentam para o Brasil, o mercado de capitais brasileiro torna-se, cada dia mais, um segmento importante para as empresas captarem recursos e viabilizarem planos de investimentos. O acesso a esse mercado requer que elas estejam preparadas internamente, principalmente no que diz respeito a questões relacionadas à gestão e à adoção de boas práticas de governança corporativa, temas que serão objeto da pesquisa.

    Pesquisa similar foi realizada em conjunto com a Federação das Industrias de Minas Gerais em 2007 e apontou que 59% das 70 empresas mineiras consultadas estariam em estágios intermediários ou avançados de preparação e, conseqüentemente, teriam média ou alta propensão a iniciar um processo de abertura de capital.

    A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) é a maior bolsa de valores da América Latina e o único centro de negociação de ações no Brasil. Tem como principais objetivos desenvolver o mercado de capitais brasileiro, atrair novas empresas com boas práticas de governança corporativa, financiar o setor produtivo e mobilizar a sociedade civil para formação de poupança no mercado de ações no longo prazo.

    A FDC (Fundação Dom Cabral) é um centro de desenvolvimento de executivos, empresários e empresas que atua em todo o Brasil e em vários países do mundo. Por meio da interação com a comunidade empresarial, desenvolve soluções educacionais integradas e customizadas capacitando os executivos para a excelência da gestão nas empresas e para o crescimento sustentável da sociedade.

    A Fiergs (Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul) conta hoje com 108 sindicatos filiados, que representam 41 mil fábricas em atividades no Estado, responsáveis pela geração de 600 mil empregos diretos. Ao longo de sete décadas de atuação, a Federação participa do desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul e do Brasil por meio de ações propositivas, reforçando o compromisso estratégico que está na síntese da missão da atual gestão: liderança, representatividade e desenvolvimento.




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Recordes evidenciam bolsa, mas cenário favorece outras opções de investimento

quinta-feira, 22 de maio de 2008 0 comentários

A rotina de recordes da bolsa brasileira depois da obtenção do investment grade evidencia o bom momento desta alternativa de investimento. Desde o começo do ano, uma carteira de ações que "apenas" acompanhou o desempenho do Índice Bovespa já rendeu ganho próximo de 15% ao acionista.

Mas a excelente performance da bolsa no ano não determina uma superioridade das ações frente às outras opções de investimento, apenas demonstra que o momento é favorável, de maneira geral, para praticamente todas as alternativas, que também encontram em 2008 um cenário muito favorável.

Leia tudo...

    Este retrato foi destacado pelos analistas do Banco Cruzeiro do Sul, que em avaliação abrangente das diversas alternativas de aplicação, encontraram cenário desafiador somente para os que apostaram na valorização do dólar.

    Bolsa: fundamentos além do investment grade
    Para a bolsa, o forte desempenho recente pode alimentar questões acerca da sustentabilidade do ritmo de recordes. É consenso que o mercado sempre busca antecipar os movimentos, mas será que o ganho obtido com o grau de investimento não se encontra precificado? E um movimento mais abrangente de realização de lucros, não torna a bolsa "cara" no atual patamar?

    As apostas dos analistas remetem aos dois lados, mas uma verdade é que um olhar para o cenário do mercado doméstico de ações ainda favorece. O grande temor externo de recessão a cada dia tem uma fatia esquecida e a conquista do investment grade, nas palavras do Banco Cruzeiro do Sul, "não se trata de especulação sem lastro, já que os balanços têm sido, em geral, muito bons".

    A temporada de resultados do primeiro trimestre pode mesmo ser considerada como bom referencial dos sólidos fundamentos da economia brasileira. Um saldo generalizado das divulgações do período além de trazer poucas decepções consideráveis, ainda oferece algumas surpresas positivas principalmente entre os setores de mineração, petróleo e bancos.

    Renda fixa e imóveis também em alta
    Apesar dos ganhos mais expressivos, questões como o avanço inflacionário ou problemas do setor financeiro norte-americano ainda incorporam riscos importantes ao investimento em ações. Para os mais cautelosos, o cenário positivo também acompanha a renda fixa.

    Entre seguidos indicadores que apontam uma deterioração dos preços também no mercado interno, a tendência é de aperto monetário mais profundo.

    "Os juros reais não necessariamente se elevarão diante do aumento da inflação, mas ainda assim continuarão a ser dos maiores do mundo, para satisfação daqueles que investem em DIs futuros, fundos de renda fixa, depósitos a prazo, títulos do Tesouro, poupança", salienta o banco.

    E não pára por aí. O segmento de imóveis também experimenta franca expansão, com destaque para o impulso verificado na disponibilidade de crédito.

    Dólar ainda é desafio
    Dentre os mercados avaliados pelo Banco Cruzeiro do Sul, o de cenário mais desafiador é o do dólar. Para se ter uma idéia, os investidores que apostaram na valorização da moeda norte-americana se deparam com perda acumulada de mais de 6% em 2008.

    E traçar a tendência futura da moeda parece ser ainda mais difícil, uma vez que eventos pesam para os dois lados. Mesmo com a obtenção do investment grade e a alta dos juros tendendo a ampliar consideravelmente o número de divisas externas no Brasil e pressionar o dólar frente ao real, os analistas ressaltam que a volta do déficit em conta corrente poderá exercer influência contrária sobre a moeda, e pode predominar.

    Julho pode ter turbulência
    Que a chegada de um quadro recessivo nos Estados Unidos fica difícil é consenso, mas alguns setores da economia norte-americana custam a apresentar recuperação significativa em seus indicadores.

    Para o Banco Cruzeiro do Sul, alguns dados do segundo trimestre tendem a evidenciar um retrato de maior enfraquecimento da atividade econômica do País, com clara pressão sobre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).

    Caso se concretize, este cenário pode ocasionar em um período de turbulência aos investimentos de modo geral, mas especificamente no mês de julho.
    Fonte: Infomoney
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Petróleo bate novos recordes e fecha no maior valor da história(DISPARADA DO PETRÓLEO)

quarta-feira, 21 de maio de 2008 1 comentários

Barril fechou negociado a US$ 133,87 no mercado de Nova York.O preço do barril de petróleo registrou uma forte elevação nesta quarta-feira (21) nos mercados de Nova York e Londres, após uma queda não prevista das reservas petroleiras nos Estados Unidos.

Tendo superado a barreira dos US$ 130 ainda na parte da manhã, o barril do tipo "light sweet crude" negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou cotado a US$ 133,87, um aumento de US$ 4,10 em relação à terça-feira.

A marca representa um novo recorde histórico do produto, o quinto consecutivo. Durante a sessão, a commodity chegou perto dos US$ 134.
É o quinto recorde consecutivo no preço do produto.

    Em Londres, o barril do tipo Brent do mar do Norte. para entrega também em julho. subiu US$ 4,86 , batendo o recorde de fechamento a US$ 132,70 dólares, depois de ser cotado a US$ 133,34 durante a sessão, outra marca histórica.

    Disparada
    Em um ano, os preços do produto mais que duplicaram nas duas margens do Atlântico.
    Os analistas prevêm agora um barril a 150 dólares em 2008. "A menos que a economia americana (maior consumidora mundial de energia) entre em recessão, será difícil que os preços caiam este ano", explicou Phil Flynn, analista da Alaron Trading, na terça-feira.

    A intransigência da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que se recusa a aumentar sua produção para frear a escalada dos preços, leva os investidores a realizar compras massivas cada vez que um rumor sobre a oferta de petróleo circula no mercado.

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Grupo Schincariol compra a marca Cintra de cervejas da AmBev

Negócio eleva em cinco pontos percentuais a participação de mercado do grupo no Rio de Janeiro.
O Grupo Schincariol anunciou, nesta quarta-feira (21/5), a compra da marca e a fórmula de cervejas Cintra por 39 milhões de reais. A marca pertencia desde novembro à AmBev, que a comprou por 10 milhões de dólares do antigo controlador da cervejaria, José Souza Cintra. Pelo acordo, a Schincariol também assume a rede de distribuição da Cintra e todo o material promocional, como as mesas e geladeiras com logotipos instaladas em bares. Leia Mais...
Com a venda, a AmBev atende a uma recomendação dos órgãos brasileiros de regulação do mercado. Em janeiro deste ano, a Secretaria de Direito Econômico (SDE), vinculada ao Ministério da Justiça, aconselhou a companhia a vender a marca e a rede de distribuição da Cintra, a fim de evitar problemas com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A idéia foi endossada pela Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda.

O negócio fechado com a Schincariol não abrange as duas fábricas que a AmBev adquiriu da Cintra no início de 2007 por outros 150 milhões de dólares. As plantas, instaladas em Piraí, no Rio de Janeiro, e em Mogi Mirim, em São Paulo, continuarão com a AmBev. Na época em que divulgou a compra, a AmBev afirmou que precisava das plantas para atender à expansão da produção programada para essas regiões. Para atender a demanda, a Schincariol pretende fabricar a cerveja Cintra em sua unidade de Cachoeiro do Macacu, também no Rio de Janeiro. De acordo com Marcel Sacco, diretor de Marketing do grupo, não haverá necessidade de ampliar a capacidade produtiva da fábrica para absorver a produção da Cintra.

José Augusto Schincariol, membro do conselho de administração da Schincariol, nega que a empresa tenha pagado caro pela marca. Segundo ele, como a transação envolveu também a rede de distribuição, o valor não foi alto. “A marca custou 16,6 milhões de reais. O restante foi para os outros ativos”, disse em teleconferência com jornalistas, nesta quarta.

Galgando pontos

Para a Schincariol, a aquisição representa algumas vantagens. A primeira é o aumento de participação de mercado. Segundo Sacco, a Cintra agregará 0,8 ponto percentual de market share nacional. Com isso, o grupo reforçará sua posição como vice-líder no ranking das maiores cervejarias do país, agora com uma fatia de 12,9%. No mercado fluminense, a mudança será ainda mais notável. Atualmente, o grupo possui 1,5% de participação no Rio de Janeiro, com a marca Nova Schin. A incorporação da Cintra catapultará essa fatia para 6,5%.

Outro ponto é a estratégia da Schincariol de diversificar seu portfólio de cervejas. “A Cintra vai concorrer com marcas mais populares, como a Glacial, que também é da Schincariol, e a Crystal [da Petrópolis]”, afirma Sacco. Esta é a quinta aquisição de uma cervejaria pelo grupo nos últimos 12 meses. Com o negócio, a companhia passa a deter oito marcas nesse mercado. No segmento premium, opera agora com as marcas Devassa, Baden Baden e Eisenbahn. No segmento médio, conta com a Primus, Nobel e Nova Schin. E, no mercado popular, atua com a Glacial e a Cintra.

Segundo José Augusto, do conselho de administração do grupo, no ano passado, foram investidos 600 milhões de reais somente em aquisições, dentro de um orçamento geral de 1 bilhão de reais. Neste ano, a companhia possui outros 1 bilhão de reais para investir, mas não revela quanto será aplicado na compra de outras empresas. “Sempre estamos olhando as oportunidades de mercado”, diz. Ele também evitou comentar rumores de que o grupo estaria negociando a compra de outras marcas, como a Dado Bier.

Inicialmente, o grupo pretende reforçar a Cintra nos mercados em que ela já se destaca: Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais. Numa fase posterior, a empresa pretende expandir as vendas para outros estados, sobretudo os do Norte e Nordeste, onde a Nova Schin tem uma posição de destaque.

Insistência

Esta não foi a primeira vez que a Cintra entrou no radar da Schincariol. A cervejaria permaneceu à venda por mais de dois anos, até ser vendida para a AmBev em 2007. Nesse período, recebeu propostas de praticamente todas as concorrentes. No início do ano passado, a Schincariol era apontada como uma forte candidata a comprá-la, após José de Souza Cintra recuar de um acordo praticamente selado com a cervejaria Petrópolis. Na ocasião, os analistas afirmaram que, se concretizada, a aquisição garantiria à Schincariol uma expansão mais agressiva no Rio de Janeiro, além de impedir que a Petrópolis ganhasse posições no ranking brasileiro de cervejas. De acordo com Sacco, a Petrópolis é a terceira maior do país, com 8,6% de market share nacional, à frente da mexicana Femsa, com 8,2%. A Schincariol é a segunda maior do país, com 12,9%, e a Ambev mantém-se num distante primeiro lugar, com 67,7%.

Antes vistas como um negócio secundário, as pequenas cervejarias passaram a ser disputadas pelas grandes companhias com a perspectiva de expansão da economia brasileira. A indústria cervejeira cresceu cerca de 5% ao ano no último biênio. Cada uma das pequenas empresas do setor não chega a deter 1% de participação de mercado. As grandes companhias, contudo, as cobiçam pela capacidade instalada de suas plantas, pela sua rede de distribuição, e pela qualidade de algumas marcas.

A Schincariol não revela quanta cerveja produz, nem a capacidade instalada para esse mercado. O grupo limita-se a informar que a capacidade produtiva total é de 4 bilhões de litros por ano, incluindo outros tipos de produtos, como sucos, refrigerantes e água. No ano passado, o grupo registrou receita bruta de 4,5 bilhões de reais, 20% maior que a de 2006.

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Por que as siderúrgicas não param de subir?

As cinco maiores altas do Ibovespa no ano são do setor; entenda os motivos e veja perspectivas;
Nenhum outro setor teve um desempenho tão impressionante na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no último ano e meio como o de siderurgia. Das 15 ações mais valorizadas desde janeiro de 2007, cinco são de siderúrgicas (veja abaixo). Sozinha, a CSN (CSNA3) acumulou ganhos de 313% no período, conquistou o título de ação mais rentável de 2007 e garantiu posição na lista de ações indicadas para compra de diversas corretoras. No ano de 2008, um novo show. Todas as cinco maiores altas do Ibovespa são ações de siderurgia. A estrela, entretanto, passou a ser a Usiminas (USIM5), que em apenas cinco meses e meio ofereceu a seus acionistas mais de 75% de retorno, contra 64% da CSN.[ Ler Matéria Completa...]
Mas, apesar de as perspectivas para o setor continuarem bastante positivas, as projeções para as ações já não são tão animadoras. O Santander, por exemplo, baixou nesta terça-feira (20/5) sua recomendação para os papéis da Usiminas de "compra" para "manutenção". "O mercado já embutiu no preço das ações as expectativas de crescimento do setor nos próximos meses. Portanto, há pouco espaço para mais altas. E isso só deve mudar se algum dado não esperado surgir", afirma Rodrigo Ferraz, analista da corretora Brascan.
A valorização dos últimos meses, segundo os especialistas, foi impulsionada pela crescente demanda por aço em todo o mundo, enquanto os estoques permanecem baixos. Com o excesso de procura, as empresas não encontraram dificuldades para repassar integralmente a seus preços o aumento nos custos, gerados principalmente pelo reajuste de 200% no carvão e mais de 70% do minério de ferro.
As vendas cada vez maiores de carros, fogões, geladeiras, imóveis, entre outros produtos, tornaram o mercado interno muito mais interessante para as siderúrgicas brasileiras que o externo. Enquanto a expansão do consumo de aço no exterior gira em torno de 6% ao ano, no Brasil ultrapassa os 10%. O resultado foi o redirecionamento das vendas e um aumento nas margens de lucro, que na Bolsa se transformaram em valorização nas ações.

As ações de siderúrgicas na Bovespa
Além das projeções de aumento de receitas, os preços das ações consideram mais um importante componente: a perspectiva de consolidação do setor. As cinco maiores siderúrgicas do mundo detêm apenas 20% do mercado global. Para se ter uma base de comparação, no setor de mineração, as três maiores companhias respondem por 70% da produção mundial. "Não há como saber se as empresas brasileiras serão compradas ou compradoras. Mas é muito provável que fusões e aquisições aconteçam", afirma a analista da corretora Ágora Cristiane Viana.
Para Carlos Kochenborger, analista do banco Geração Futuro, um possível movimento seria a busca, por parte das empresas brasileiras, de laminadoras no exterior. "Hoje, há restrições para a exportação de produtos com valor agregado. Por isso, as companhias poderiam aumentar suas margens de lucro enviando o material bruto para laminar lá fora", explica.

Vendas também podem fazer parte dos planos das siderúrgicas. Há tempos a CSN estuda o futuro de suas mineradoras, que são estratégicas por permitirem à companhia se proteger da variação dos preços das matérias-primas. Sendo assim, a empresa não deve se desfazer completamente dos ativos, mas a venda parcial possibilitaria a geração do caixa necessário para o desenvolvimento de diversos projetos, como a ampliação do Porto de Itaguaí e da Casa de Pedra, sua principal mina.

A CSN tem como meta elevar sua produção anual de minério de ferro dos atuais 17 milhões de toneladas ao ano para 100 milhões de toneladas em 2012. Desse montante, a empresa utilizaria apenas 20 milhões para consumo próprio, e venderia o restante para os mercados interno e externo. "Isso provocaria uma reversão nos negócios da companhia, que passaria a ser uma das cinco maiores mineradoras do mundo. A siderurgia se transformaria em complemento", diz Ferraz.

No mês passado, a CSN contratou o banco de investimentos Goldman Sachs para estudar a venda da Nacional Minérios (Namisa). Mas é a Casa de Pedra que chama a atenção do mercado. A expectativa de abertura de capital ou de venda de parte da mineradora para um investidor estratégico foi um dos fatores que provocaram a disparada de 156,7% nas ações da CSN no ano passado e fizeram com que a companhia, embora menor que Usiminas e Gerdau, apresentasse um valor de mercado superior ao de suas rivais.

Não tardou muito para que as duas siderúrgicas seguissem o exemplo da CSN e passassem a investir em jazidas próprias. Entre 2008 e 2010, a Gerdau planeja aplicar 120 milhões de dólares na ampliação de quatro jazidas que possui em Minas Gerais: Miguel Burnier, Várzea do Lopes, Gongo Soco e Dom Bosco. A Usiminas, por sua vez, após concorrer com grandes grupos internacionais como a australiana BHP, levou a mineradora J.Mendes por 925 milhões de dólares. "Depois dessa aquisição, as ações da Usiminas mudaram de patamar de preço", lembra Kochenborger. Mais caras, as siderúrgicas brasileiras precisarão surpreender o mercado para repetir o desempenho dos últimos meses no futuro próximo.

As maiores altas da Bovespa


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Petrobras confirma descoberta no campo Bem-Te-Vi

A Petrobras confirmou nesta noite que foram encontrados indícios de petróleo na área do pré-sal no bloco BM-S-8, cujo prospecto vem sendo chamado de Bem-Te-Vi. A área, localizada na Bacia de Santos, é operada pela Petrobras (66%) em parceria com a americana Shell (20%) e a portuguesa Galp Energia (14%). Segundo nota divulgada pela Petrobras, a confirmação foi feita a partir da perfuração do poço 1-BRSA-532A-SPS (1-SPS-52A). Análises preliminares indicam que a densidade do petróleo está entre 25º e 28º API, comparável a de outras descobertas do pré-sal da Bacia de Santos.
[Leia Mais...]

    O poço pioneiro, segundo a nota da Petrobras, está localizado a cerca de 250 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, em águas onde a profundidade é de 2.139 metros. A perfuração foi concluída no dia 18, na profundidade de 6.773 metros, e a descoberta comprovada pela análise de amostras de petróleo por meio de teste de formação em reservatórios situados a cerca de 6 mil metros de profundidade. No dia 6 de março, a estatal já havia comunicado à Agência Nacional do Petróleo (ANP) indícios de petróleo na mesma área, mas numa profundidade menor.

    Segundo a Petrobras, o consórcio prepara Plano de Avaliação de Descoberta a ser encaminhado à ANP, conforme previsto no Contrato de Concessão, dando continuidade às atividades e investimentos no bloco BM-S-8.

    A descoberta já vinha sendo aguardada pelo mercado. Em entrevista ontem em Portugal para comentar o balanço da empresa no primeiro trimestre do ano, o presidente da Galp, Ferreira de Oliveira, havia anunciado que resultados na área poderiam ser esperados para breve.


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Nova Bolsa se profissionaliza com Mifano no Conselho

O Conselho de Administração da BM&F Bovespa, empresa criada com base na fusão das duas bolsas, decidiu profissionalizar a gestão da companhia. Em reunião feita ontem, em São Paulo, o grupo elegeu os atuais diretores Edemir Pinto e Gilberto Mifano como presidente-executivo e presidente do conselho, respectivamente. Manoel Felix, presidente da BM&F e co-presidente do Conselho da nova Bolsa, continuará na empresa como conselheiro.
Leia Mais...



    Já Raymundo Magliano Filho encerra um ciclo de mais de dez anos no comando da Bovespa. Ele foi eleito vice-presidente da Bolsa paulista em 1996 e presidente em 2001. Nota divulgada ontem pela Bolsa afirma que os nomes foram uma indicação do Comitê de Transição formado por Félix e Magliano, que continuariam assessorando o Conselho de Administração até o final do ano.

    Para especialistas, a saída de Magliano significa uma revolução no mercado de ações. Desde que assumiu a Bovespa, implementou um forte programa de popularização da Bolsa e conseguiu elevar para 25,88% a participação dos investidores pessoa física na movimentação financeira dos pregões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Nova Bolsa "Bmf Bovespa" se profissionaliza com Mifano no Conselho

O Conselho de Administração da BM&F Bovespa, empresa criada com base na fusão das duas bolsas, decidiu profissionalizar a gestão da companhia. Em reunião feita ontem, em São Paulo, o grupo elegeu os atuais diretores Edemir Pinto e Gilberto Mifano como presidente-executivo e presidente do conselho, respectivamente. Manoel Felix, presidente da BM&F e co-presidente do Conselho da nova Bolsa, continuará na empresa como conselheiro.

[Leia Mais...]

    Já Raymundo Magliano Filho encerra um ciclo de mais de dez anos no comando da Bovespa. Ele foi eleito vice-presidente da Bolsa paulista em 1996 e presidente em 2001. Nota divulgada ontem pela Bolsa afirma que os nomes foram uma indicação do Comitê de Transição formado por Felix e Magliano, que continuariam assessorando o Conselho de Administração até o final do ano.

    Para especialistas, a saída de Magliano significa uma revolução no mercado de ações. Desde que assumiu a Bovespa, implementou um forte programa de popularização da Bolsa e conseguiu elevar para 25,88% a participação dos investidores pessoa física na movimentação financeira dos pregões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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BB negocia com governo a incorporação da Nossa Caixa

BB negocia com governo a incorporação da Nossa Caixa
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    O Banco do Brasil e o governo do Estado de São Paulo iniciaram negociação para a incorporação do Banco Nossa Caixa pela instituição federal. A operação depende de prévia autorização da assembléia legislativa estadual. De acordo com comunicado divulgado nesta noite, o negócio, se concluído, deve preservar os interesses do público relacionado às companhias envolvidas, incluindo empregados, correntistas, acionistas e outros parceiros.

    Fonte: Agência Estado
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