Livro das Citações, O. Eduardo Giannetti

quinta-feira, 26 de junho de 2008 0 comentários

Livro das Citações, O
EDUARDO GIANNETTI

Da inutilidade dos prefácios
Um livro que ninguém espera, que não responde a nenhuma pergun -
ta formulada, que o autor não teria escrito se tivesse seguido sua lição
ao pé da letra, eis enfim a excentricidade que hoje proponho ao leitor.
georges bataille (1949)
Quem organiza uma antologia escreve sempre um prefácio em que
declara o critério adotado. O que sucede de ordinário é que a maioria
dos leitores não faz caso do prefácio. Agora sei que os prefácios são
inúteis, e entre apanhar e apanhar, antes apanhar sem prefácio.
manuel bandeira (1954)
Ainda na juventude, tornei-me ciente de que um vasto abismo separa
os autores de seu público, embora, felizmente para ambos os lados,
nenhum deles se dê conta disso. Logo percebi também quão inúteis
são todos os prefácios, pois, quanto mais tentamos explicar os nossos
propósitos, mais confusão criamos. Além disso, um autor pode escrever
um prefácio tão longo quanto desejar, que o público continuará
a dirigir-lhe as mesmas cobranças que ele havia procurado afastar.
goethe (1830)
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DA INUTILIDADE DOS PREFÁCIOS
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Este prefácio, apesar de interessante, inútil. Alguns dados. Nem
todos. Sem conclusões. Para quem me aceita são inúteis ambos. Os
curiosos terão prazer em descobrir minhas conclusões, confrontando
obra e dados. Para quem me rejeita trabalho perdido explicar
o que, antes de ler, já não aceitou. […] Prefácio: rojão do meu
eu superior. Versos: paisagem do meu eu profundo. […] Mas todo
este prefácio, com todo o disparate das teorias que contém, não
vale coisíssima nenhuma.
mário de andrade (1922)
Também o prefácio é um sutil medidor de livros. Por isso os mais
espertos costumam agora deixar de lado esse traiçoeiro indicador de
conteúdo, e os comodistas o fazem porque um bom prefácio é mais
difícil que o livro. [...] O prefácio é ao mesmo tempo a raiz e o quadrado
do livro e, por conseguinte, acrescento eu, nada outro, senão
sua genuína resenha.
novalis (1798)
O meu editor dá a entender que poderia haver alguma utilidade,
tanto para mim como para ele, caso eu tratasse de explicar como e
por que compus este livro, quais foram os meus objetivos e meios,
propósitos e métodos. Um semelhante trabalho crítico teria sem
dúvida a possibilidade de deleitar os espíritos apaixonados pela
retórica profunda. […] Porém, analisando melhor as coisas, indaguei:
não parece evidente que tal trabalho seria um esforço completamente
supérfluo, tanto para uns como para outros, uma vez que
os primeiros já sabem ou suspeitam o que tenho a dizer, ao passo
que os demais não me compreenderiam jamais?
baudelaire (1865)*
O autor tem direito ao prefácio; mas ao leitor pertence o posfácio.
nietzsche (1877)
* Prefácio descartado para a terceira edição de Flores do mal.
DA INUTILIDADE DOS PREFÁCIOS
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I
LER, ESCREVER, SER COMPREENDIDO

1. A mania de citar
Não importa qual fosse o livro que eu estivesse lendo, adquiri o hábito
de anotar por escrito sentenças isoladas ou passagens curtas que me
parecessem dignas de atenção. Fazia isso tendo em vista o meu próprio
uso ou para simples desfrute, como dizem os advogados, sem
intenção alguma de publicar. Até que mais recentemente me ocorreu
que pelo menos uma parte dessas citações - já na casa dos milhares
- poderia despertar o interesse de outras pessoas. Daí este livro.
viscount samuel (1947)
Não me inspiro nas citações; valho-me delas para corroborar o que
digo e que não sei tão bem expressar, ou por insuficiência da língua
ou por fraqueza do intelecto. Não me preocupo com a quantidade e
sim com a qualidade das citações. Se houvesse desejado que fossem
avaliadas pela quantidade teria podido reunir o dobro.
montaigne (1592)
Alguns, em nome da fama, com farrapos de erudição se besuntam, e
imortais se crêem tornar à medida que citam.
edward young (1728)
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Um autor aparece com mais vantagem nas páginas de outro livro, distinto
do seu. No seu próprio, ele é apenas um candidato à espera da
aprovação do leitor; no livro de outro autor ele tem a autoridade de
quem legisla.
emerson (1876)
As citações em meu trabalho são como bandidos de beira da estrada
que repentinamente surgem armados e tomam de assalto as convicções
dos passantes.
walter benjamin (1928)
De um modo geral, quando lemos um estudo crítico erudito, tiramos
melhor proveito das citações que dos seus comentários.
w. h. auden (1962)
A autoridade dos mortos não aflige, e é definitiva.
machado de assis (1897)
antônio: O demônio pode citar as Escrituras para o seu propósito.
Um espírito maligno que invoca testemunho sagrado é como um
vilão com bochechas sorridentes.
shakespeare (1596)
A mania de citações e de comentário dos filólogos mais antigos, o que
era, senão filha da pobreza de livros e do excesso de espírito literário.
novalis (1798)
i.1. A MANIA DE CITAR
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Bem ao lado do criador de uma grande frase figura aquele a quem
primeiro ocorre citá-la. Muitos lerão um livro antes que alguém pense
em citar certa passagem. Mas, assim que isso é feito, aquela linha será
citada de leste a oeste. [...] De fato, é tão difícil se apropriar dos pensamentos
de outros como inventá-los. Pois sempre alguma transição
abrupta, alguma mudança repentina de temperatura ou de ponto de
vista trai a inserção do alheio.
emerson (1876)
O que quer que um outro disser bem, é meu.
sêneca (século i d.c.)
O efeito de uma estrada campestre não é o mesmo quando se caminha
por ela ou quando a sobrevoamos de avião. De igual modo, o
efeito de um texto não é o mesmo quando ele é lido ou copiado. O
passageiro do avião vê apenas como a estrada abre caminho pela paisagem,
como ela se desenrola de acordo com o padrão do terreno
adjacente. Somente aquele que percorre a estrada a pé se dá conta dos
efeitos que ela produz e de como daquela mesma paisagem, que aos
olhos de quem a sobrevoa não passa de um terreno indiferenciado,
afloram distâncias, belvederes, clareiras, perspectivas a cada nova
curva […]. Apenas o texto copiado produz esse poderoso efeito na
alma daquele que dele se ocupa, ao passo que o mero leitor jamais
descobre os novos aspectos de seu ser profundo que são abertos pelo
texto como uma estrada talhada na sua floresta interior, sempre a se
fechar atrás de si. Pois o leitor segue os movimentos de sua mente no
vôo livre do devaneio, ao passo que o copiador os submete ao seu
i.1. A MANIA DE CITAR
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comando. A prática chinesa de copiar livros era assim uma incomparável
garantia de cultura literária, e a arte de fazer transcrições, uma
chave para os enigmas da China.
walter benjamin (1928)
Ah, o quanto me repugna impingir a outro meus pensamentos! Como
me alegro de todo estado de ânimo e secreta mudança dentro de mim,
em que os pensamentos de outros prevalecem diante dos meus! De vez
em quando, porém, há uma festa ainda maior, quando é permitido
distribuir seus bens espirituais, à maneira do confessor que se acha
sentado no canto, ávido de que um necessitado venha e fale da miséria
de seus pensamentos, para que ele possa lhe encher a mão e o
coração e aliviar a alma inquieta!
nietzsche (1881)
Que outros se jactem das páginas que escreveram; a mim me orgulham
as que tenho lido.
jorge luis borges (1969)
i.1. A MANIA DE CITAR
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2. A leitura dos leitores
Leia não para contradizer nem para acreditar, mas para ponderar e
considerar. Alguns livros são para serem degustados, outros para
serem engolidos, e alguns poucos para serem mastigados e digeridos.
A leitura torna o homem completo, as preleções dão a ele prontidão, e
a escrita torna-o exato.
francis bacon (1597)
Os leitores podem ser divididos em três classes: o superficial, o ignorante
e o erudito. Quanto a mim, adapto minha pena com muita felicidade
em prol do gênio e das vantagens de cada um. O leitor superficial
será curiosamente levado a gargalhar, o que limpa o peito e os
pulmões, combate o mau humor e é o mais inocente dos diuréticos. O
leitor ignorante (cuja diferença do primeiro é sutil em extremo) vai
se descobrir inclinado a olhar fixamente, o que é um remédio admirável
para olhos cansados, serve para elevar e avivar o espírito, e ajuda
de maneira maravilhosa na transpiração. Mas o leitor verdadeiramente
erudito, aquele para cujo benefício permaneço acordado
enquanto os outros dormem, e adormeço quando eles acordam,
encontrará aqui material suficiente para exercitar as suas faculdades
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especulativas para o resto da vida. Seria muito desejável, e eu aqui
humildemente proponho como um experimento, que cada príncipe
do mundo cristão selecionasse sete dos mais profundos eruditos dos
seus domínios e os trancafiasse por sete anos em sete gabinetes, com a
ordem de escrever sete alentados comentários sobre este abrangente
discurso. Aventuro-me a afirmar que, quaisquer que sejam as diferenças
encontradas em suas diversas conjecturas, serão todas, sem a
menor distorção, manifestamente dedutíveis do texto.
jonathan swift (1702)
Muitos autores são ao mesmo tempo seus próprios leitores - à
medida que escrevem -, e é por isso que tantos vestígios do leitor
aparecem em seus escritos - tantas observações críticas - tanto que
pertence à província do leitor e não à do autor. Travessões - palavras
em maiúsculas - passagens grifadas - tudo isso pertence à
esfera do leitor. O leitor põe a ênfase como tem vontade - ele de fato
faz de um livro o que deseja. Não é todo leitor um filólogo? Não existe
uma única leitura válida somente, no sentido usual. A leitura é uma
operação livre. Ninguém pode me prescrever como e o que lerei.
novalis (1798)
Aquele que explica uma passagem de um autor "mais profundamente"
do que era a intenção da passagem não explica o autor, apenas
o torna mais obscuro.
nietzsche (1886)
i.2. A LEITURA DOS LEITORES
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Estamos sempre dispostos a atribuir aos escritos dos outros sentidos
que favoreçam as nossas opiniões sedimentadas: um ateu se orgulha
de fazer com que todos os autores reforcem a causa do ateísmo. Ele
envenena com sua própria peçonha o mais inocente pensamento.
montaigne (1592)
A maioria não tem apreço pelo que entende, e o que não compreendem,
veneram. Para serem estimadas, as coisas têm de custar: será
celebrado tudo o que não for entendido.
baltasar gracián (1647)
O infortúnio dos escritores lúcidos e claros é que os consideramos
pouco profundos e, por isso, pouco esforço é empregado na sua leitura;
e a boa fortuna dos escritores obscuros é que o leitor se ocupa
bastante deles e lhes credita o prazer que obtém por meio de sua própria
diligência.
nietzsche (1878)
Quanto mais bem formuladas estejam as idéias, quanto mais explícitas
elas forem, menor será sua eficácia: uma idéia clara é uma idéia
sem futuro.
e. m. cioran (1957)
Foi pela obscuridade de sua linguagem que Heráclito conquistou a
veneração dos ignorantes. Os tolos, com efeito, só estimam e admiram
o que se lhes apresenta em termos enigmáticos.
lucrécio (século i a.c.)
i.2. A LEITURA DOS LEITORES
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Um romance é como o arco, e a alma do leitor é como o corpo do violino
que emite o som.
stendhal (1835)
Penso que em toda biblioteca há espíritos. Esses são os espíritos dos
mortos que só despertam quando o leitor os busca. Assim, o ato estético
não corresponde a um livro. Um livro é um cubo de papel, uma
coisa entre coisas. O ato estético ocorre muito poucas vezes, e cada vez
em situações inteiramente diferentes e sempre de modo preciso. […]
Detenhamo-nos nesta idéia: onde está a fé do leitor? Por que, para ler
um livro, devemos acreditar nele? Se não acreditamos no livro, não
acreditamos no prazer da leitura. […] Acompanhamos a ficção como
acontece, de alguma maneira, no sonho.
jorge luis borges (1981)
A crença derradeira é acreditar numa ficção, que você sabe ser ficção,
nada mais havendo além disso; a espantosa verdade é saber que se
trata de uma ficção, e que você acredita nela por vontade própria.
wallace stevens (1940)
Um em cada dois franceses, ao que parece, não lê; metade da França
se encontra em estado de privação - priva-se do prazer do texto. […]
Melhor seria escrever a história penosa, estúpida, trágica de todos os
prazeres a que as sociedades fazem objeção ou a que renunciam:
existe um obscurantismo do prazer.
roland barthes (1973)
i.2. A LEITURA DOS LEITORES
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Para alguém que provou de modo profundo a ocupação da escrita, o
prazer da leitura é apenas secundário.
stendhal (1832)
O prazer de escrever como contrapeso do [prazer] de ler.
nietzsche (1874)
Embora tenha sido um leitor voraz e ardente, não me lembro contudo
de nenhum livro que tenha lido, a tal ponto eram minhas leituras
estados de minha própria mente, sonhos meus, e mais ainda provocações
de sonhos.
fernando pessoa (1910)
Tu conheces, leitor, o monstro delicado. - Hipócrita leitor, meu
igual, meu irmão!
baudelaire (1857)
i.2. A LEITURA DOS LEITORES
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3. Contra o excesso de leitura
Existem dois modos distintos de ler os autores: um deles é muito bom
e útil, o outro, inútil e até mesmo perigoso. É muito útil ler quando se
medita sobre o que é lido; quando se procura, pelo esforço da mente,
resolver as questões que os títulos dos capítulos propõem, mesmo antes
de se começar a lê-los; quando se ordenam e comparam as idéias umas
com as outras; em suma, quando se usa a razão. Ao contrário, é inútil
ler quando não entendemos o que lemos, e perigoso ler e formar conceitos
daquilo que lemos quando não examinamos suficientemente o que
foi lido para julgar com cuidado, sobretudo se temos memória bastante
para reter os conceitos firmados e imprudência bastante para concordar
com eles. O primeiro modo de ler ilumina e fortifica a mente, aumentando
o seu entendimento. O segundo diminui o entendimento e gradualmente
o torna fraco, obscuro e confuso. Ocorre que a maior parte
daqueles que se vangloriam de conhecer as opiniões dos outros estuda
apenas do segundo modo. Quanto mais lêem, portanto, mais fracas e
mais confusas se tornam suas mentes.
malebranche (1674)
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Veja alguns dos papéis que podem apresentar variações significativas neste pregão

segunda-feira, 23 de junho de 2008 0 comentários

A primeira sessão da semana começa com os investidores de olho nas expectativas de inflação, com as projeções contidas no relatório Focus do Banco Central mostrando as estimativas do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) cada vez mais próximo do teto da meta do CMN (Conselho Monetário Nacional), de 6,5%. Enquanto isso, na esfera corporativa, as atenções se voltam principalmente para o setor imobiliário, com a aquisição da Agra (AGIN3) pela Cyrela Brazil Realty (CYRE3).

As empresas comunicaram na noite de domingo a celebração de memorando de entendimentos para a operação, que pode atingir R$ 1,5 bilhão. Segundo o comunicado, o pagamento será realizado por meio de troca de ações, na proporção de 0,425 ação da Cyrela por uma da Agra.

Commodities seguem em alta
Outro ponto que deve ser levado em consideração é o movimento das commodities no plano externo, que pode influenciar o desempenho dos mercados por aqui, com destaque para as grandes blue chips brasileiras, Vale (VALE5) e Petrobras (PETR3), e para as aéreas, cujos papéis têm sido pressionados pela disparada no preço do petróleo.

Nesse contexto, importa principalmente a nova alta na cotação internacional do barril de petróleo, com expectativas pessimistas em relação à queda na produção nigeriana, que foi afetada por ataques de milícias oposicionistas ao governo.

Demais notícias
A Copasa (CSMG3) também entra em foco com o resultado de sua oferta secundária de ações ordinárias - que teve captação de R$ 460 milhões - e com a divulgação dos dados operacionais referentes aos meses de abril e maio. No período, a empresa assinou a concessão de serviços de esgotamento sanitário em quatro novos municípios: Brumadinho, Carmo do Rio Claro, Porteirinha e Glaucilândia.

Falando em desempenho, os investidores também devem avaliar o comunicado da Grendene ( GRND3), sobre a sua performance no mês. Segundo a empresa, "as vendas de junho não vêm confirmando nossas expectativas, o que deve afetar o crescimento da receita no segundo trimestre".

Por fim, a BM&F Bovespa S.A respondeu os rumores sobre uma possível aquisição de participação societária na Cetip (Câmara de Custódia e Liquidação), negando qualquer interesse na operação, segundo informações de fontes que participaram de assembléia da Bolsa, na qual o
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Credit Suisse sugere papéis brasileiros em sua lista de top picks da América Latina

O banco de investimentos Credit Suisse divulgou nesta sexta-feira (20) sua carteira de top picks na América Latina, que conta com ações e ADRs (American Depositary Receipts) de companhias brasileiras.

Avaliando as principais opções de investimento no mercado de ações latino-americano, os analistas da instituição listaram os papéis que, em sua opinião, são atrativos, levando em consideração o potencial de valorização e os riscos associados.

Composição da carteira
Os papéis brasileiros compõem a maior parte do portfólio sugerido pelos analistas. Dentre os doze ativos latino-americanos listados, cinco são de empresas brasileiras.

Destes cinco selecionados, o setor Financeiro aparece com duas empresas. Já os segmentos de Petróleo e Gás, Consumo e Varejo e Transporte apresentam uma companhia cada.

Confira as top picks brasileiras
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Credit Suisse sugere papéis brasileiros em sua lista de top picks da América Latina

A carteira semanal da corretora SLW divulgada nesta segunda-feira (23) traz recomendações de cinco papéis que, segundo seus analistas, trazem boa oportunidade de valorização no curto prazo.

Na comparação com a carteira sugerida para a terceira semana de junho, houve a saída das ações da Cemig e da Weg para a entrada dos ativos de Eletrobrás e ALL.

Perspectivas para a semana
A corretora enfatiza que, nos próximos dias, os mercados acionários devem ser fortemente influenciados pelas expectativas em relação à decisão do Fomc (Federal Open Market Comittee) sobre a taxa básica de juro dos EUA, que será anunciada na próxima quarta-feira.

A instituição ainda destaca a divulgação dos indicadores acerca dos preços no varejo em maio e a nova revisão do PIB dos EUA no primeiro trimestre deste ano.

Confira as recomendações:
Por que essas sugestões?
B2W
A corretora acredita que os papéis da empresa devem se ajustar às recentes quedas. Além disso, vê perspectivas no crescimento de vendas e melhora do resultado operacional da empresa nos próximos trimestres.
Vale
Os analistas acreditam que a desvalorização exagerada das ações da mineradora na última semana está baseada em um conjunto de especulações, desta forma, projetando uma tendência de recuperação no curto prazo.
CSN
Conforme análise da corretora, a demanda por aço plano tente a continuar elevada no País, mesmo com a provável continuação do aperto monetário brasileiro. Assim, o forte recuo verificado em suas ações na última semana não condiz com os fundamentos da companhia e do setor, de acordo com os analistas.
ALL
A notícia de que a companhia está em busca de uma construtora para ampliar a malha da Brasil Ferrovias, adquirida pela ALL em maio de 2006, agradou os analistas. Totalizando R$ 710 milhões, os investimentos permitirão a troca do transporte rodoviário pelo ferroviário, o que traz ganhos de escala a companhia.
Eletrobrás
A corretora acredita que a companhia apresenta drivers importantes para o curto e médio prazos, como a previsão de melhora no desempenho operacional e financeiro das distribuidoras controladas, o lançamento de ADRs nível 2 e a alteração na lei que permitirá a Eletrobrás maior volume de investimentos e financiamentos.
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Ágora promove alterações em sua carteira recomendada de dividendos

A Ágora revisou suas estimativas e promoveu mudanças em sua carteira de dividendos, com recomendações de ações que possuem bom dividend yield esperado.

Houve a saída dos papéis da CPFL Energia (CPFE3) para a entrada dos ativos da Tractebel (TBLE3), com peso aproximado de 7,9%.

Fundamentos da alteração
De acordo com os analistas, a substituição deve-se ao início de cobertura e à boa previsibilidade de fluxos de caixa futuros da Tractebel, que devem apresentar reduzida volatilidade.

Ademais, a corretora destaca que a relação entre dividendo e preço da ação estimado para este ano e para 2009 reforça a decisão pela troca.

Confira a carteira
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Brasil é o 6º destino preferido por multinacionais

O Brasil será o sexto destino preferido de investimentos das empresas multinacionais nos próximos cinco anos, superando tradicionais economias como a da Alemanha, Itália, Japão e França. A avaliação é da consultoria KPMG, que destaca que o cenário internacional irá viver um verdadeira revolução diante dos mercados emergentes.

Segundo a empresa, entre os seis primeiros destinos de investimentos no mundo até 2013, quatro serão abocanhados pelos emergentes. A China irá superar os Estados Unidos na liderança. O Brasil, apesar do sexto lugar, será ainda o lanterna entre os Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, India e China). Entre as empresas multinacionais consultadas pela KPMG, 14% delas afirmou que investiria no Brasil até 2013, 13% afirmou que investiria na Alemanha, contra 10% na França.

Segundo a consultoria, o setor de mineração será um dos mais receberá investimentos no Brasil nos próximos cinco anos. Mas um número cada vez maior de capital será colocado em setores como o de serviços financeiros, manufaturas e produtos industriais. "Esse é um reflexo da ampliação da base da economia brasileira", afirma a consultoria. O Brasil será o principal destino dos investimentos das empresas espanholas, o terceiro dos chineses e dos canadenses.

Em termos de investimentos brasileiros no exterior, 35% das empresas nacionais terão o mercado americano como destino. A América do Sul vem em segundo lugar, com 25%, seguido por 20% de interesse pela Europa. A China, apesar de ser a líder mundial em termos de destinos dos investimentos internacionais, apenas vão atrair 10% das empresas brasileiras consultadas.
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Simulador Folha Invest para Bovespa

sexta-feira, 20 de junho de 2008 1 comentários

Por M.Nogueira.
Se você é um jovem que sonha um dia ser um trader do mercado financeiro e fazer fortuna operando no mercado de ações, ou simplesmente é uma pessoa que pensa em investir em uma poupança de longo prazo no mercado de capitais mas tem medo de correr riscos, a dica e testar se leva jeito pra coisa experimentando os "destemperos" deste mercado sem correr grandes riscos.

A melhor forma para fazer este teste é utilizando o FOLHA INVEST, um simulador gratuito criado em parceria da BOVESPA com o caderno de economia do jornal Folha de São Paulo, onde o interessado precisa fazer uma cadastro utilizando o CPF, e confirmados os seu dados recebe 200 mil reais fictícios, para operar no mercado já investidos nos 15 papéis de maior liquidez do Índice Bovespa.

Cabe ao interessado mudar a carteira conforme lhe convier, comprando e vendendo papéis e gerindo o seu caixa, como um Home Broker de uma corretora de forma bem real, mas sem gastar nada!

Para começar a investir bem, comece investindo em informação, este é o primeiro passo para ter sucesso neste mercado, acesse Bovespa ou Folha Invest para ter informações mais detalhadas do mercado de ações.

Existe também o mercado de futuros ou contratos futuros, mas estes, são operados/negociados na BM&F, Bolsa de Mercadorias & Futuros e olha tem simulador também! Mas vou ficando por aqui porque este é assunto pra outro post.
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Anheuser-Busch compra Crown Beers

Por Hélio Barboza e Tatiana Freitas Agência Estado
A Anheuser-Busch vai comprar a metade que ainda não possui da Crown Beers India, parceria da cervejaria norte-americana e da indiana Crown International. O valor do negócio não foi divulgado. A compra incluirá uma fábrica com capacidade de 500 mil hectolitros na cidade de Hyderabad, no sul da Índia, conforme anunciou a Anheuser-Busch.

O movimento pode ser visto como mais uma reação do grupo norte-americano contra a investida da belgo-brasileira InBev. Segundo fontes, a Anheuser também estaria negociando a compra da metade que ainda não possui do Grupo Modelo, do México, numa tentativa de se proteger da oferta de compra feita pela InBev. O presidente-executivo do Grupo Modelo, Carlos Fernandez G., renunciou ao conselho da cervejaria norte-americana, segundo divulgou hoje a Anheuser.

A parceria entre a Anheuser e a Crown Beers foi formada em fevereiro do ano passado e é responsável pela introdução da Budweiser, fabricada pela cervejaria norte-americana, na Índia, e pela distribuição da Armstrong, uma cerveja premium desenvolvida especialmente para o mercado indiano. As informações são da Dow Jones.

InBev
A InBev divulgou um comunicado hoje, no site criado exclusivamente para divulgar informações sobre a oferta hostil apresentada à Anheuser-Busch, no qual afirma que a proposta de US$ 65,00 por ação em dinheiro representa um prêmio de 18% sobre o preço recorde de US$ 54,97 por ação alcançado pelos papéis, em outubro de 2002.

Segundo a companhia, a proposta também é 35% superior à média de preço das ações da Anheuser-Busch verificada nos 30 dias que antecederam o período de especulação com os papéis, ocasionado pela probabilidade de venda.

Na terça-feira, o presidente-executivo da InBev, Carlos Brito, afirmou que a oferta de US$ 65,00 por ação é um "preço justo", indicando que a InBev não vai aumentar sua proposta.

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Mercados: Bolsas dos EUA tiveram pior queda desde fevereiro de 2007

SÃO PAULO - As bolsas americanas despencaram na sexta-feira, marcando o pior dia do Dow Jones em 15 meses, após o governo mostrar que a taxa de desemprego em maio teve o maior salto em 22 anos e os preços do petróleo atingirem um novo recorde, renovando os temores de que a economia dos Estados Unidos pode enfrentar uma estagflação, como ocorrido nos anos 1970.

O índice Dow Jones, da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), caiu 3,13%, para 12.209 pontos, sua maior queda desde fevereiro de 2007. Na semana, o Dow perdeu 3,5%. Já o Standard & Poor´s 500 despencou 3,09%, para 1.360 pontos. O Nasdaq perdeu 2,96%, a 2.474 pontos.

Os dados sobre emprego e petróleo espantaram os investidores, que correram para o seguro terreno dos bônus do governo, diante das preocupações de que os lucros corporativos continuarão afetados por mais tempo do que o previsto.

Os preços do petróleo saltaram US$ 11 - a maior alta diária em dólar já registrada - alimentando preocupações sobre a inflação e o poder de gasto dos consumidores, componentes chaves para o crescimento econômico. O petróleo atingiu um novo recorde com a fraqueza do dólar e tensões no Oriente Médio.

Na Europa, as bolsas também tiveram um dia ruim, influenciado pelo mercado americano. Além da piora do desempenho da maior economia do mundo reduzir perspectivas de ganhos para empresas européias exportadoras, o alto custo dos combustíveis também implica em margens menores para as companhias.

O FTSE-100, de Londres, fechou com baixa de 1,48%, para 5.906 pontos. Em Frankfurt, o DAX apontou queda de 1,99%, aos 6.803 pontos. Em Paris, o CAC-40 encerrou com 4.795 pontos, com declínio de 2,28%.

(Valor Econômico, com agências internacionais)
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GM DESTINARÁ US$ 500 MILHÕES PARA BRASIL E ARGENTINA

quarta-feira, 18 de junho de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A General Motors (GM) investirá US$ 500 milhões em suas operações na Argentina e Brasil visando ao desenvolvimento de uma nova geração de veículos pequenos voltados para mercados emergentes.

Em nota em sua página eletrônica, a empresa explicou que os recursos contemplarão o desenvolvimento de uma nova família de veículos pequenos que serão fabricados tanto em solo argentino como brasileiro bem como a modernização das plantas da GM em Rosário, na Argentina, e em São Caetano do Sul, no Brasil, e o trabalho de desenvolvimento de produtos que será realizado no centro da companhia em São Caetano.

As verbas também serão usadas para a ampliação do centro de desenvolvimento de produto da GM no Brasil, incluindo um novo prédio de engenharia em São Caetano e equipamentos e infra-estrutura.

Com um ambiente econômico melhor na Argentina e no Brasil, estamos efetuando nossa próxima fase de investimentos para apoiar a expansão continuada na América Latina e ao redor do mundo, comentou o diretor-executivo da GM, Rick Wagoner, no documento.

(Juliana Cardoso Valor Online)

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GM irá contratar 1.500 funcionários para unidade em São Caetano (SP)

Prioridade será dada a indicados pelos funcionários da unidade.
Medida é para implementar terceiro turno de trabalho e aumentar produção de veículos. A General Motors do Brasil irá contratar 1.500 funcionários para acelerar o projeto de expansão da unidade de São Caetano do Sul, no ABC paulista.

De acordo com a empresa, as contratações são necessárias para a implementação do terceiro turno de trabalho na área de produção - ainda no primeiro semestre -, e parte das novas vagas destina-se também a funções especializadas não diretamente ligadas à montagem de veículos, mas necessárias para o controle e a operacionalização da nova capacidade produtiva da empresa no Brasil.

Uma inovação anunciada pela empresa é a possibilidade de indicação, pelos próprios funcionários da unidade de São Caetano do Sul, dos candidatos às vagas.

Externamente, o acesso para cadastramento de currículos é feito por meio do site www.chevrolet.com.br, no link "Você está interessado em:", no item Chevrolet, opção "Trabalhe conosco". Mas a prioridade, segundo a empresa, será dada às indicações. Entre os requisitos estão ter ensino médio completo e três anos de experiência na função pretendida.

Produção
A GM do Brasil, nos dois primeiros meses de 2008, vendeu no mercado brasileiro 89.675 veículos, registrando um crescimento de 52,53%, comparativamente a igual período de 2007, quando as vendas chegaram a 58.790 veículos.

Há quase 78 anos instalada no município de São Caetano do Sul, a fábrica da produz os modelos das linhas Classic (sedã), Corsa (hatchback e sedã), Astra (hatchback e sedã), Vectra GT (hatchbach), Vectra Sedã, além da picape Montana.

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iPhone está chegando ao Brasil.

Segundo o Futuro.vc, está dúvida se encerra com a descoberta de que na atualização do kit de de desenvolvimento de softwares para o celular está incluso um suporte para o português do Brasil. “Não há motivo para a Apple ter incluído qualquer um desses idiomas sem a certeza de que serão usados pelos usuários oficiais dos países em questão”, escreve Marcelo Nóbrega. O blogueiro ainda levanta algumas questões. Não há entre os idiomas o espanhol, o que complicaria a teoria de que a Apple fecharia um acordo de distribuição com a Vivo/Telefónica, uma empresa espanhola, para lançamentos simultâneos na Espanha e na América Latina. Também não há informações sobre quais novas operadoras ficariam encarregadas de vender os telefones nos novos países. Por último, uma má notícia: o iPhone só deve chegar por aqui depois do lançamento da versão 2.0, que acontecerá em junho. E uma boa notícia: isso aumenta as chances de termos uma versão do aparelho 3G. É esperar para ver.

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Japão quer parceria com Brasil para produzir etanol

Afirmação é do presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) do Japão.
'É nossa intenção aumentar a importação dos produtos agrícolas do Brasil', disse.

O presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) do Japão, Isami Miyata, reafirmou nesta quarta-feira (18) ao secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Silas Brasileiro, o interesse do país em firmar parceria para a produção do etanol brasileiro.

"O Japão tem todo o interesse em abrir um diálogo em torno da parceria na produção do etanol. Já estamos estudando a importação do produto da Petrobras", disse Isami Miyata.

Segundo o presidente da CNA japonesa, o país importa 61% dos produtos que consome. "É nossa intenção aumentar a importação dos produtos agrícolas do Brasil, investir no intercâmbio de tecnologia e nas parcerias", completou.

No encontro, Silas Brasileiro lembrou que o Brasil tem a maior empresa do mundo em pesquisa agropecuária tropical, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). "Estamos investindo para que, no período de 10 anos, dobremos a nossa produção de grãos que hoje é de 143 milhões de toneladas", afirmou. As informações são da assessoria de imprensa da pasta.

Fonte: G1

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Empregos R$$$$$, Centros de SP têm 218 vagas para universitários

Os salários variam de R$ 700 a R$ 2.500.
Há vagas para quem está estudando e para quem concluiu os cursos.


As sete unidades do Centro de Apoio ao Trabalho da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo selecionam até sexta-feira (20) candidatos para 218 vagas para quem está cursando ou já possui diploma universitário. Os salários variam de R$ 700 a R$ 2.500.

Confira lista de concursos e oportunidades

A área de educação conta com 76 vagas - 10 são para coordenadores pedagógicos, 6 para diretores de escola e 60 para estagiários de pedagogia. As outras 57 são para quem tem ensino superior completo.

Há vagas para farmacêuticos (13), mensageiros (10) - é exigido diploma em qualquer área, vendedores (5), analistas de contabilidade (2), analistas de suporte de rede (2), enfermeiros (2), analista de contas (1), analista de marketing (1), analista de sistemas de informática (1), assistente de contabilidade (1), auxiliar financeiro (1), chefe de setor de plástico (1), comprador (1), contador (1), coordenador de contabilidade (1), engenheiro civil (1), engenheiro de segurança no trabalho (1), gerente comercial (1), gerente de produção (1), instrutor de cursos livres (1), médico do trabalho (1), operador de centro de processamento de dados (1) e secretária de diretoria (1).

Já para quem ainda está cursando a universidade existem 74 chances de trabalho efetivo em diversos segmentos e 17 oportunidades exclusivas para quem está em busca de estágio nas áreas de administração, direito, engenharia civil, engenharia mecânica, nutrição e publicidade e propaganda.

Os interessados devem comparecer aos endereços abaixo com carteira profissional, RG, CPF, certificado de escolaridade e currículo. As unidades funcionam das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira, com exceção do CAT Luz, que fica aberto até às 18h.

Endereços:
Zona Sul / Interlagos
Avenida Interlagos, 6.122

Zona Leste / Itaquera
Rua Gregório Ramalho, 12

Zona Oeste / Lapa
Rua Catão, 312

Zona Norte / Santana
Rua Voluntários da Pátria, 1553

Zona Sul / Santo Amaro
Rua Barão do Rio Branco, 864

Zona Central / Liberdade
Rua Galvão Bueno, 782

Zona Central / Luz
Rua Prestes Maia, 913

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Governo divulga calendário do PIS-Pasep para o exercício 2008/09

15,5 milhões de brasileiros terão direito ao abono de um salário mínimo.
Benefícios começam a ser liberados em agosto e ficam disponíveis até junho de 2009.


A menos de 15 dias do fim do prazo de recebimento do PIS-Pasep do calendário 2007/08, o Ministério do Trabalho divulgou nesta terça-feira (17) que 15,5 milhões de trabalhadores brasileiros vão ter direito ao mesmo abono no exercício 2008/09, cujo calendário de pagamento, que se refere ao exercício de 2007, começa em agosto.

Para ver a agenda de pagamentos clique aqui
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Azul Linhas Aéreas obtém autorização de funcionamento da Anac

Empresa ainda precisa de documento que homologa operação de vôos.
Intenção da compania é iniciar vôos em janeiro de 2009.

A Azul Linhas Aéreas, fundada pelo empresário americano David Neeleman, passou oficialmente a existir como uma companhia aérea brasileira. Na terça-feira (17), a empresa obteve a autorização para funcionamento jurídico com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O documento emitido pelo órgão regulador aprova a composição societária e o plano de negócios da nova companhia aérea. Neeleman, que é naturalizado americano mas nascido no Brasil, terá 80% do capital votante da empresa e 20% do capital total, de forma a obedecer a legislação brasileira.

Operação de vôo
Agora, a Azul poderá dar início ao processo de obtenção de um outro documento fundamental: o Certificado de Homologação de Empresa Aérea (Cheta), que autoriza a operação dos vôos.

A empresa precisa ter toda a documentação pronta até dezembro para cumprir seu plano de começar a voar em janeiro de 2009 com os primeiros três Embraer 195 que receberá - a encomenda total é de 76 aeronaves. A Anac estima que o Cheta leva, em média, nove meses para ser concedido.

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S&P coloca ratings de crédito da Vale em revisão para provável elevação

terça-feira, 17 de junho de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A agência de classificação de risco Standard & Poor's colocou nesta segunda-feira (16) os ratings de crédito corporativo de longo prazo atribuídos à Vale (VALE5), atualmente no patamar "BBB", em revisão com implicações positivas.

Segundo a S&P, a posição "reflete o impacto positivo que o recente anúncio de um aumento de capital de US$ 14 bilhões poderá ter sobre a estrutura de capital e a flexibilidade financeira da mineradora, de forma a suportar seu agressivo programa de investimentos e possíveis aquisições".

Ao mesmo tempo, a colocação também reflete uma significativa melhora nas operações da Vale, caracterizada pelos fortes fundamentos de fluxo de caixa esperados para os próximos anos, graças aos preços robustos do minério de ferro e à rentabilidade relativamente favorável do níquel.

Elevação depende do sucesso da operação
Neste sentido, a agência afirmou que, caso a emissão de ações seja concluída com sucesso, espera elevar o rating da empresa em um degrau, para "BBB+", com perspectiva estável.

Por outro lado, se por qualquer razão o aumento de capital não for concluído, a S&P disse que deve reafirmar as notas em "BBB" com perspectiva positiva.
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Vale prepara oferta de aquisição da Anglo American, afirma mídia britânica

SÃO PAULO - Ainda que a empresa tenha negado estar se preparando para investidas contra uma de suas rivais, os rumores sobre uma nova aquisição da Vale (VALE3, VALE5) não cessaram. As mais novas notícias, provenientes da mídia britânica, apontam para uma oferta da brasileira pela Anglo American.

De acordo com a edição de domingo do periódico The Observer, a Vale deve oferecer um prêmio de pelo menos 25% sobre o preço de fechamento das ações da Anglo American na última sexta-feira, de £ 31,89. O interesse da brasileira se dá principalmente pela exposição da Anglo American a diamantes, ouro, platina e metais de base, como zinco e cobre.

Oferta de ações e demais rumores
As especulações sobre uma nova aquisição da Vale após a tentativa fracassada de adquirir a Xstrata voltaram a ganhar destaque no noticiário há mais de uma semana, com os boatos indicando interesses da mineradora em rivais como a já mencionada Anglo American, Alcoa e Freeport-McMoran.

Embora tenha negado intenções de novas aquisições no curto prazo, a empresa confirmou oferta de ações no montante de US$ 15 bilhões, tendo entrado com o pedido de análise na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) na última quinta-feira (12), de uma oferta de ações ordinárias e preferenciais, além de ADRs (American Depositary Receipts).
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OGX faz o maior IPO da história da bolsa brasileira

sábado, 14 de junho de 2008 0 comentários

Ações da petrolífera de Eike Batista disparam mais de 18% na estréia; empresa levanta R$ 6,7 bilhões

EXAME_ Pela primeira vez em 2008, uma oferta pública de ações causou alvoroço na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Logo nos primeiros minutos de negociação, as ações da OGX, petrolífera do empresário Eike Batista, dispararam mais de 18%, depois de já terem seu preço inicial fixado no teto da faixa prevista pelo banco UBS Pactual, coordenador da operação. No fechamento, os papéis registravam alta de 8,31%, cotados a 1225 reais.

A empresa conseguiu captar 6,7 bilhões de reais, superando a Bovespa Holding – que levantou 6,6 bilhões de reais - e levando o título de maior IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial) da história da bolsa brasileira. Ao todo, foram ofertadas 5.934.273 ações, ao preço de 1.131 reais cada. De acordo com analistas, a demanda pelos papéis da OGX foi dez vezes maior que a oferta.

“O sucesso dessa oferta pode ter um efeito psicológico importante. É possível que outras empresas se animem a entrar no mercado e, aos poucos, haja uma retomada dos IPOs”, diz João Augusto Frota Salles, economista da consultoria Lopes Filho. No ano passado, foram realizadas 64 aberturas de capital, que movimentaram 55,6 bilhões de reais. A Bovespa nunca havia registrado tantas estréias em um único ano. Em 2008, no entanto, com a crise do crédito hipotecário de alto risco nos Estados Unidos (subprime), poucas foram as companhias que se arriscaram a entrar na Bolsa. Os papéis das três empresas que decidiram manter seus planos de abertura de capital – Nutriplant, Hypermarcas e Le Lis Blanc – estrearam com queda na Bovespa.

Agora, a OGX quebra esse ciclo de maus resultados e desponta como uma promessa de bons ganhos. Para os analistas, o preço recorde do petróleo no mercado internacional e a percepção entre os investidores de que Eike Batista é um bom gestor de negócios tornam os papéis atraentes. “E, para ajudar ainda mais a companhia na estréia, a Petrobras anuncia a descoberta de um novo campo de petróleo. Isso aguça os investidores”, diz um analista.

Nasce uma gigante

A OGX já chega à Bovespa desbancando colossos como Eletrobrás, Aracruz, ALL e Cemig. Com valor de mercado de 36,5 bilhões de reais, a companhia conquista o 12º lugar no ranking das maiores empresas da Bolsa.

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Petrobras anuncia nova descoberta na Bacia de Santos

Agência Estado A Petrobras anunciou hoje a descoberta de petróleo na área do pré-sal na Bacia de Santos. A nova acumulação está localizada no bloco BM-S-9, também chamado de Carioca. A Petrobras detém a operação da área, com 45%, em parceira com a BG Group (30%) e Repsol YPF (25%). A acumulação de óleo leve (28º API) foi encontrada pela estatal no prospecto denominado Guará, que fica ao norte do bloco BM-S-9. O bloco é composto por duas áreas exploratórias. Na maior delas, teve o plano de avaliação aprovado pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), em setembro.


No novo poço, denominado Guará, a acumulação está na lâmina d'água de 2.141 metros O poço ainda se encontra em perfuração, na busca de objetivos mais profundos. A descoberta foi comprovada através de amostragem de óleo por teste a cabo, em reservatórios localizados em profundidade de cerca de 5 mil metros. Após a conclusão do poço, o consórcio dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a verificação das dimensões da jazida e das características dos reservatórios de petróleo. Para isso, será encaminhado um plano de avaliação à ANP, conforme previsto no contrato de concessão.


Em abril, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, havia afirmado que a área de Carioca/Guará poderia ter até quatro vezes mais óleo do que Tupy, o que daria em torno de 33 bilhões de barris. Segundo analistas de mercado, esse bloco está situado numa área chamada de Pão de Açúcar, que inclui ainda os blocos BM-S-8, BM-S-21 e BM-S-22. No total, os analistas estimam que o óleo que pode ser retirado nessa área chegaria até 52 bilhões de barris.

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Vale prepara oferta de ações de até US$15 bilhões

terça-feira, 10 de junho de 2008 0 comentários

SÃO PAULO (Reuters) - A diretoria da Vale vai propor ao Conselho de Administração da empresa a realização de uma oferta pública primária de ações ordinárias e preferenciais com valor máximo de 15 bilhões de dólares, dinheiro que deverá ser utilizado para impulsionar o crescimento da empresa.

De acordo com comunicado enviado ao mercado, a Vale pretende aplicar os recursos em "fins corporativos gerais" que incluem o financiamento do seu amplo programa de crescimento orgânico, estimado em 59 bilhões de dólares, e também em "aquisições estratégicas e ampliação de flexibilidade financeira".

A companhia salientou no comunicado, no entanto, que não mantém no momento negociações para compra de empresas.

Desde que Roger Agnelli assumiu a presidência da Vale, em 2001, a mineradora fez 14 aquisições incluindo a canadense de níquel Inco, por cerca de 18 bilhões de dólares, em 2006.


    Nos últimos dias, informações que circularam pelo mercado e pela mídia especializada indicaram que a companhia estaria novamente em meio a negociações para alguma grande aquisição na área de mineração, que poderia envolver operação de emissão de ações como forma de financiamento parcial.

    Desde o final sem acordo das conversas para a compra da Xstrata, em março, analistas colocaram várias opções como eventuais novos alvos para a brasileira, que busca diversificar suas operações, muito concentradas em minério de ferro.

    Alguns desses nomes voltaram ao noticiário nesta semana, como a Freeport-McMoRan Copper and Gold, importante produtora de cobre, a Alcoa, gigante do alumínio, e mesmo a Anglo American, uma das maiores mineradoras diversificadas no mundo.

    A Vale, a Alcoa e a Freeport disseram que não vão comentar os rumores.

    O efeito das especulações sobre as ações da Vale tem sido negativo. Os papéis preferenciais perderam 1,7 por cento na segunda-feira e caíam 3,8 por cento por volta das 14h45 desta terça-feira, enquanto o índice Bovespa caía 2,7 por cento.

    "As incertezas aumentaram porque não se sabe o que ela vai fazer com os 15 bilhões que vai captar. A questão de aquisição de ativos não ficou clara", afirmou a analista Cristiane Viana, da Ágora.

    "Vamos continuar vendo volatilidade até saber o valor da aquisição, a estratégia que será adotada", disse ela, acrescentando que o potencial da ação continua positivo.

    Antonio Ruiz, analista de mineração do BB Banco de Investimentos, elogiou a iniciativa da oferta de ações, apesar de concordar com a permanência da volatilidade por enquanto.

    "Essa estratégia de captar via ações é ótimo. O temor era de que ela ficasse muito alavancada e perdesse o grau de investimento", afirmou.

    "O board deixou claro para o mercado de que iriam fazer de tudo para que isso não aconteça... O problema é que não se sabe quem a Vale está paquerando, o que pode criar volatilidade para as ações no curto prazo", acrescentou.

    Mas há quem veja no movimento da Vale apenas uma operação de reforço financeiro sem ligação imediata com uma aquisição nesse momento.

    Um executivo de um banco em Londres, atuando no setor de metais e mineração, disse acreditar que o movimento de lançamento de ações da Vale pode ter sido interpretado erroneamente por pessoas no setor como parte de uma estratégia para comprar alguém.

    Ele não descarta uma aquisição, mas acha que isso pode ocorrer em até 12 meses.

    Sobre os possíveis alvos, a Freeport é citada como mais adequada.

    "Faz sentido. Está em linha com o que a Vale tem dito que quer fazer", disse Charles Bradford, analista do setor de mineração da Bradford Research/Soleil.

    A Vale chegou a alinhavar uma linha de financiamento de aproximadamente 50 bilhões de dólares com vários bancos quando tentou comprar a Xstrata, em um negócio que alguns analistas estimaram que poderia atingir até 90 bilhões de dólares.

    O valor de mercado da Anglo American é de quase 85 bilhões de dólares. A Alcoa está avaliada em 32 bilhões de dólares e a Freeport em 44 bilhões de dólares, de acordo com dados da Reuters.

    (Reportagem de Marcelo Teixeira, Denise Luna e Aluisio Pereira; Edição de Denise Luna)

    (Colaboraram Steve James e Matt Daily, em Nova York, e Eleanor Wason, em Londres)


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CSN fecha acordos de longo prazo para fornecer 183 milhões de toneladas de minério de ferro

SÃO PAULO - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) fechou dois novos contratos de longo prazo para o fornecimento de minério de ferro do tipo pellet feed à Gulf Industrial Investment, com sede no Bahrein. O minério será proveniente da Mina de Casa de Pedra e de minas operadas pela Nacional Minérios, subsidiária integral da CSN.

Os referidos contratos prevêem o fornecimento por 25 anos, a partir de 2009, de uma quantidade mínima total de, aproximadamente, 183,3 milhões de toneladas. Segundo a companhia, as condições comerciais desses contratos são condizentes com aquelas praticadas no mercado internacional, inclusive quanto a preços e critérios de reajuste.

" A CSN acredita que a celebração desses novos contratos reafirma seu objetivo de desenvolver e expandir suas atividades na área de mineração e ressalta sua capacidade de fornecer, com confiabilidade, minério de ferro de qualidade " , disse a companhia em comunicado.

(Valor Online)
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