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Investidores vendem ações da Vale para recomprar mais barato na oferta pública

terça-feira, 15 de julho de 2008 0 comentários

EXAME Não é apenas a instabilidade no mercado financeiro que está derrubando as ações da Vale do Rio Doce na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Muitos investidores, ressaltam os analistas, estão se desfazendo dos papéis com a intenção de recomprá-los a um preço menor na oferta pública, que colocará mais 446 milhões de ações da companhia no mercado.

A estratégia, no entanto, embute um alto grau de risco. “Se todos os investidores agirem da mesma forma, a demanda pelos papéis deverá ser tão grande que acabará pressionando o preço”, alerta um analista que prefere não se identificar.

Nos últimos 30 dias, as ações preferenciais da Vale (VALE5) recuaram 14%, enquanto as ordinárias (VALE3) perderam 15% de seu valor. A queda, na opinião dos especialistas, tornou o papel tão atraente que nem mesmo as turbulências do mercado e as dúvidas em relação aos próximos passos da mineradora devem reduzir a procura na oferta pública.

Os pedidos de reserva serão feitos até o dia 15 de julho. Os investidores de varejo poderão aplicar entre 3.000 e 300.000 reais, sendo que os acionistas da empresa terão prioridade na reserva, na proporção de 0,086 nova ação para cada uma já detida, seja preferencial ou ordinária. Para definir quem será considerado acionista, a Vale utilizará a posição do dia 15 de julho.

Já os investidores que costumam comprar ações em ofertas públicas iniciais (IPOs, em inglês) para vender em seguida – os chamados flippers - serão penalizados. A companhia adotou o filtro que coloca esses investidores como “sem prioridade” na oferta. Ao todo, entre 10% e 20% das ações de cada espécie serão destinadas às pessoas físicas. Se houver excesso de demanda, será feito rateio. E somente no dia 16 de julho o investidor ficará sabendo qual será o preço de cada papel.

Considerando o fechamento desta quinta-feira (10/7), a operação renderia à Vale 21,3 bilhões de reais, caso o lote suplementar fosse negociado integralmente. O valor ficaria acima dos 15 bilhões pretendidos inicialmente pela companhia. Dois terços dos recursos obtidos, segundo a Vale, serão destinados a projetos e aquisições. Os outros 33% servirão para ampliar a flexibilidade financeira da empresa. A decisão de realizar a oferta pública num período tão conturbado nas bolsas tem seus prós e seus contras.

Se por um lado a companhia poderá captar menos do que seria possível caso o mercado estivesse favorável, por outro, terá caixa para aproveitar alguma oportunidade que se apresente. “Caso a BHP Billiton feche a compra da Rio Tinto, provavelmente os órgãos anti-truste exigirão que a companhia se desfaça de alguns ativos - que poderão ser interessantes para a Vale”, diz um analista.

Além disso, assim como a Vale, outras mineradoras viram seu valor de mercado cair nas últimas semanas em função das instabilidades nos mercados. A Xstrata, que já foi alvo da Vale, teve seu valor reduzido em 7,2% nos últimos 30 dias, enquanto o da Anglo American caiu 10,6% e o da Freeport-McMoran cedeu 10,4%.

A Vale já declarou que tem como objetivo diversificar seu portfólio de produtos. Do ponto de vista dessa estratégia, a Xstrata seria a melhor empresa para se adquirir, comentam os analistas. A Anglo American também seria boa opção, mas poderia gerar alguns contratempos junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Em ambos os casos a Vale fortaleceria sua atuação no comércio de carvão, que na avaliação dos analistas deve continuar com forte demanda e preços em alta. “Isso aumentaria o poder de negociação da companhia com as siderúrgicas”. Para os investidores, o resultado seria traduzido em melhor rentabilidade das ações.Bookmark and Share

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Petrobras acha óleo de boa qualidade no Espírito Santo

Agência Estado A Petrobras anunciou nesta noite a descoberta de óleo de boa qualidade na Bacia do Espírito Santo. A nova descoberta está localizada na área do campo de Golfinho, a 60 quilômetros de Vitória. Segundo a estatal, as primeiras estimativas indicam potencial de 150 milhões de barris de óleo recuperável.

A reserva está localizada em concessão pertencente 100% à estatal. Segundo o comunicado, a vantagem é que a área está próxima da infra-estrutura já instalada no campo de Golfinho. "Com isso, os volumes descobertos serão incorporados às reservas da companhia e podem rapidamente entrar em produção", disse o comunicado.

A qualidade do petróleo, de acordo com a Petrobras, é de 27º API, uma medida internacional de densidade do óleo. Quanto maior o número, mais leve e portanto mais valioso o petróleo. Entre 22,3º e 31,1º API, o óleo é considerado médio (acima de 31,1º, é pesado; abaixo de 22,3º, leve).
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Lucro trimestral da BrT Participações sobe 74,9%

Agência Estado A Brasil Telecom Participações apresentou lucro líquido de R$ 254,4 milhões no segundo trimestre de 2008, com alta de 74,9% sobre o resultado de igual intervalo do ano passado. O grupo de telecomunicações indicou, também, uma geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações, na sigla em inglês) da ordem de R$ 1,131 bilhão, valor 16,4% maior que o de intervalo correspondente de 2007.

Em balanço consolidado publicado hoje no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a concessionária informou ter registrado uma margem Ebitda, um indicador de rentabilidade (razão entre o Ebitda e a receita líquida), de 40,1% entre abril e junho. Um ano antes, esse indicador havia sido de 35,5%.

A receita líquida foi de R$ 2,823 bilhões, alta de quase 3% sobre o faturamento de 12 meses atrás. Da receita bruta de R$ 4,179 bilhões, R$ 2,753 bilhões (ou 65,8%) vieram dos serviços de telefonia fixa, R$ 526 milhões da unidade de telefonia móvel (12,58%) e R$ 899,4 milhões (21,28%) da comunicação de dados.
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Santander espera para agosto desvinculação entre Real e ABN

domingo, 13 de julho de 2008 0 comentários

O banco Santander espera para agosto a desvinculação do banco Real do ABN Amro. Segundo informou o presidente do Santander no Brasil, José Paiva Ferreira, está previsto para 31 de outubro a apresentação dos planos e do cronograma de incorporação do Real ao Santander no Brasil, dez meses depois que o negócio foi fechado."Estamos aguardando a autorização do Banco Central da Holanda para que o Real saia do ABN Amro.

A previsão é que isso ocorra até o final de agosto. A integração total dos dois bancos deverá ocorrer em três anos", informou Ferreira.Ele descartou ainda que os planos de incorporação do Real incluam a demissão de funcionários, como temem os sindicatos dos trabalhadores. Ferreira informou, inclusive, que há intenção de abertura de novas agências no país independentemente da fusão das duas operações."Não temos nenhum plano pensando em demissões.

Sou positivo quanto a isso. E vimos a necessidade de abrir mais agências do que temos hoje. O histórico do Santander é de crescimento também com o Real", disse.O grupo Santander divulgou nesta terça-feira, na Espanha, lucro líquido de 2,206 bilhões de euros no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 22% na comparação com o mesmo período do ano passado.Ferreira comemorou o resultado do grupo no mundo e o fato de ter passado imune à crise financeira, originada pela crise de crédito hipotecário de alto risco ("subprime") dos Estados Unidos, que levou vários bancos a registrarem prejuízo neste início de ano."É o maior lucro divulgado até então por bancos americanos e europeus, pelo que vi. (...) A maior prova que o banco não tem "subprime" é o aumento do lucro.

O grupo teve crescimento com foco na receita de cliente e controle de gastos", explicou.Do lucro total, a América Latina representou 32%, a Europa Continental, 54%, e o Reino Unido, 14%. A distribuição não incluiu a incorporação do Banco Real. O lucro no Brasil, seguindo as regras contábeis européias, foi 33% maior no primeiro trimestre deste ano, a US$ 393 milhões e representa 12% do total do grupo.Considerando as peculiaridades contábeis e da operação no Brasil, no entanto, o lucro líquido do Santander caiu 31%, para R$ 388 milhões, ante R$ 559 milhões nos três primeiros meses de 2007.

O principal impacto negativo, segundo Ferreira, foi da margem de não clientes, que caiu 45% no primeiro trimestre deste ano, aos R$ 410 milhões."A margem de não clientes é resultado de atividades que o banco tem, posições com o mercado, como hedge e tesouraria. Este primeiro trimestre não foi ruim. É que o primeiro trimestre do ano passado foi muito bom", disse. "A posição estava favorável no primeiro trimestre de 2007 com queda da taxa de juros. Mas, neste ano, não. Mas o resultado negativo em não clientes não é uma tendência."Bookmark and Share Adicionar esta notícia no Linkk

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Subprime contamina bancos brasileiros

São Paulo, 7 de Julho de 2008 - O mês de junho não foi positivo, de forma geral, para a renda variável. O saldo de negociação dos investidores estrangeiros na Bovespa ficou negativo em R$ 7,41 bilhões, refletindo resultados corporativos ruins no exterior e expectativa de alta de juros e inflação crescente no mercado doméstico - cenário que resultou na perda de R$ 180 bilhões no valor de mercado das 396 empresas com ações negociadas na bolsa paulista. O valor em bolsa das empresas, de R$ 2,4 trilhões ao final de junho, representa uma retração de 7% em relação à capitalização bursátil de maio e de 13% sobre janeiro, tendo como vedetes as oscilações dos papéis da Vale do Rio Doce e da Petrobras. Mas entre as "top 5" da desvalorização, um outro setor despontou entre os mais impactados com a ansiedade do investidor nacional e estrangeiro. Itaú, Bradesco e Banco do Brasil são, respectivamente, a segunda, terceira e quarta maiores quedas na Bovespa em junho. Somados às perdas de Unibanco e Santander (Brasil), totalizam queda de R$ 59,69 bilhões em valor de mercado no último mês. "Os setores que têm grande peso no índice da bolsa, na condição de ações mais negociadas, são os que apresentam grande participação de investidor estrangeiro. Percebe-se que papéis de bancos e siderúrgicas lideram os movimentos de alta e de baixa", ressalta Max Bueno, analista da corretora Spinelli.
No período, a ação do Itaú recuou 19,2%, para R$ 32,60, como destaca relatório da corretora. Enquanto Petrobras e Vale oscilam conforme cotação e demanda de commodities no mercado internacional - e pesa, sobre a segunda, a ansiedade do mercado em relação à nova emissão de ações e o destino desse capital - os bancos nacionais têm sofrido o impacto das perdas do setor no exterior. "Os bancos nacionais estão sendo penalizados em 2008 pela relação com o setor financeiro mundial. As ações de bancos na Europa e Estados Unidos estão muito desvalorizadas devido à crise de crédito imobiliário de alto risco (subprime) e resultados operacionais ruins. Então o investidor está precificando os papéis brasileiros no conjunto do setor", avalia Nicholas Barbarisi, diretor de operações da Hera Investimentos. "Mas nossos bancos trabalham basicamente no mercado interno. A queda é exagerada e esses papéis trazem boas oportunidades." Bueno também acredita na valorização dessas ações em médio e longo prazo. "Estamos em um ciclo de aperto monetário com expectativa de alta dos juros. Embora juro mais alto não seja benéfico para as ações de nenhuma companhia, porque aumenta a taxa de desconto nas modelagens de valor das empresas, os bancos tendem a ter maiores receitas com tesouraria, que antes do crédito era o que garantia os lucros", avalia. "É uma estratégia interessante apostar nesse setor, inclusive para investimento defensivo, já que os setores que caíram mais podem ser os que retomarão melhor desempenho."
A Spinelli tem um preço-alvo de R$ 47,20 para Itaú, e também acredita numa valorização de 53% dos papéis do Banco do Brasil que, em junho, tiveram desvalorização de 19,6%, para R$ 26,15. Estabilidade da governança Além do desempenho entre as grandes companhias do setor bancário, o balanço do último mês da Bovespa aponta para maior estabilidade dos papéis de empresas listadas no Novo Mercado, segmento de maior nível de governança corporativa da bolsa paulista. Enquanto a retração geral no valor de mercado foi de 7% na Bovespa, o valor das empresas do Novo Mercado teve queda de 3,7% no mesmo período - mas inclui uma nova empresa, a OGX Óleo e Gás, que ainda não era negociada em maio. "Ao longo dos últimos dois anos, as empresas que têm adotado práticas de governança mais exigente, se preocupando com acionista minoritário e com regras mais rígidas, tem apresentado desempenho acima dos outros papéis. No momento de crise, acaba se refletindo também", avalia Barbarisi. O segmento aumentou ligeiramente a participação no valor de mercado total da Bovespa, de 17,92% para 18,54% em um mês, com 100 empresas. Em janeiro, 93 empresas do Novo Mercado detinham 14,08% do valor de mercado em bolsa.
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Harley-Davidson anuncia compra da italiana Agusta por US$ 109 milhões

sábado, 12 de julho de 2008 0 comentários

A americana Harley-Davidson anunciou nesta sexta-feira que assinou um acordo definitivo para a compra da fabricante italiana de motocicletas Agusta, pela qual pagará US$ 109 milhões.

Em um comunicado, a Harley-Davidson, com sede Milwaukee, no Estado de Wisconsin, informou que a operação inclui o pagamento da dívida que sua concorrente italiana tem atualmente, de US$ 70 milhões.

O acordo, destaca a nota, prevê ainda que, em 2016, uma bonificação será paga ao presidente do grupo italiano, Claudio Castiglioni, se até esse ano a empresa, que continuará sob sua liderança, alcançar "certas metas financeiras".

A compra deverá ser fechada nas próximas semanas, já que ainda precisa ser aprovada pelas autoridades reguladoras, lembrou a Harley-Davidson.

A fabricante americana disse ainda que manterá abertos os escritórios gerais da Agusta em Varese, na Itália, e que não tirará Castiglioni e o designer-chefe da companhia, Massimo Tamburini, de seus cargos.
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UBS aposta em dez ativos para o mês de julho, e inclui Vale e Petrobras na lista

SÃO PAULO - Incorporando os acontecimentos de junho às recomendações para este mês, o banco UBS Pactual manteve os papéis de Petrobras e Vale e suas respectivas participações de 20% e 25% na lista de 10 SIM (10 Stock Ideas for the Month).

O banco continua com uma visão positiva sobre os ativos da petrolífera por considerar que o mês de julho pode trazer catalisadores para o desempenho das ações da empresa. O UBS acredita em novas descobertas de campos e vê com bons olhos a exploração de novas regiões além da Bacia de Santos, como Barreirinhas e Jequitinhonha.

Sobre a Vale, o banco ressalta a elasticidade dos ganhos da empresa para os próximos três anos. Em 2009, a mineradora deve apresentar boa performance, estimulada pelo aumento dos preços do minério de ferro.

Apesar de um 2008 abalado pelos baixos preços do níquel e quantidade de ferro, o banco acredita numa recuperação da empresa, estimulada pelas boas perspectivas.

Outras recomendações

A recomendação de compra das ações da Magnesita fundamenta-se em sua parceria realizada com a GP Invest no ano passado. O UBS destaca o crescimento da produção brasileira de aço, o aumento dos ganhos da empresa e seu potencial de consolidação.

Já a aposta nos papéis da CCR se deve à posição defensiva em um cenário inflacionário, respaldada por previsões de forte geração de caixa e resultados no início de 2010. Na visão do banco, a empresa foi uma das mais beneficiadas pelo grau de investimento, devido ao aumento de aplicações em infra-estrutura.

Os ativos do Banco do Brasil foram trocados pelos da AES Tietê. O UBS considera os papéis da empresa como os melhores para quem procura se proteger da inflação, devido às perspectivas de alto fluxo de caixa e pagamento de dividendos.

A participação na carteira das ações da B2W diminuiu de 10% para 5%. Apesar do cenário macroeconômico negativo, a valorização esperada é atrativa. Já a participação da Cemig aumentou de 5% para 10%, refletindo o aumento dos preços da energia, positivo para a receita da empresa.

Confira a 10 SIM de julho

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Confira a agenda do investidor para a terceira semana de julho

SÃO PAULO - Dentro da agenda da terceira semana de julho, os investidores estarão atentos, sobretudo, à minuta da última reunião do Fed, na quarta-feira (16). Além disso, as vendas ao varejo e os índices de preços ao consumidor e produtor, todos referentes ao mês de junho, devem exercer forte influência.

Assim como no front internacional, no cenário doméstico o destaque fica para os índices de preços a serem publicados, sobretudo o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do acumulado de julho.
> Segunda-feira (14/7)
- Brasil

8h30 - O Banco Central organiza o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
- EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.
- Japão
Este será o primeiro dia da reunião do BoJ (Banco do Japão), que define a taxa básica de juro do país. Neste encontro inicial, os diretores se reúnem para analisar os dados econômicos correntes.
> Terça-feira (15/7)
- Brasil

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apresenta a Pesquisa do Comércio de maio, que acompanha a evolução da atividade comercial no Brasil, com indicadores calculados para cada região do País.
- EUA
9h30 - O Departamento de Trabalho apresenta os números do PPI (Producer Price Index) e de seu núcleo, que descrevem os preços praticados por produtores durante o mês de junho.

9h30 - Destaque também para o indicador Retail Sales referente ao mês de junho, que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. Já o Retail Sales ex-auto ignora as vendas de automóveis.

9h30 - O Fed de Nova York divulga o NY Empire State Index de julho, índice com o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

11h00 - O Business Inventories compreende o nível de vendas e de estoques das indústrias, além dos setores de atacado e varejo durante o mês maio.
- Japão
Em seu segundo dia de reunião, o BoJ divulga a decisão sobre a taxa básica de juro do Japão.
> Quarta-feira (16/7)
- Brasil

8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à segunda quadrissemana de julho. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.

08h00 - A mesma instituição apresenta o IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) do mês de julho. O índice, que é formado por um conjunto de indicadores de inflação, registra os preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.
- EUA
9h30 - Destaque para a divulgação do CPI (Consumer Price Index) e de seu núcleo, que mensuram os preços ao consumidor referentes ao mês de junho.

10h00 - Será apresentado o Net Foreign Purchases de maio, que mede as compras líquidas de ativos norte-americanos por parte de estrangeiros.

10h15 - Atenção aos números do setor industrial do mês de junho, descritos pelo Industrial Production e pelo Capacity Utilization.

11h30 - Atenção para o relatório de Estoques de Petróleo, que é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). O documento é considerado uma importante medida, já que os EUA é o maior consumidor do combustível.

15h00 - Investidores aguardam a minuta do Fed, documento que justifica a opção da autoridade monetária por manter a taxa básica de juro do país em 2,00% ao ano em sua última reunião.
> Quinta-feira (17/7)
- Brasil

Não serão apresentados índices relevantes no País.
- EUA
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal.

9h30 - Serão apresentados os dados do setor imobiliário local, através dos índices Housing Starts e Building Permits, que medem, respectivamente, o número de casas que começaram a ser construídas e quantas autorizações para a construção de imóveis foram concedidas no mês de junho.

11h00 - O Fed da Philadelphia divulga o Philadelphia Fed Index de julho, indicador responsável por mensurar a atividade industrial no estado.
> Sexta-feira (18/7)
- Brasil
07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) anuncia o IPC referente à segunda quadrissemana de julho. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
- EUA
Não serão apresentados índices relevantes no país.

Como começa a semana subseqüente?
> Segunda-feira (21/7)
- Brasil

8h00 - A FGV apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do segundo decêndio de julho, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia.

8h30 - O Banco Central organiza o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.

11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à última semana, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.

O dia também será marcado pelo vencimento de opções sobre ações negociadas na Bovespa.
- EUA
11h00 - A Conference Board apresenta o Leading Indicators referente ao mês de junho. O relatório compreende vários índices já divulgados, como pedidos de auxílio-desemprego, custo de mão-de-obra e permissões para construção. Bookmark and Share Adicionar esta notícia no Linkk

OPORTUNIDADE DE ESTÀGIO

domingo, 6 de julho de 2008 0 comentários

Dica de estágio do MERCADOS E AÇÕES.
GELRE TRABALHO TEMPORÁRIO S/A
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Bolsa Auxílio
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Estudantes de 1º / 2º e 3º ano

URGENTE!

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Ação unificada de BM&F e Bovespa deve estrear em agosto

As ações unificadas da BM&F Bovespa devem começar a ser negociadas no mercado em meados de agosto, segundo o presidente do conselho de administração da instituição, Gilberto Mifano. Segundo ele, o pedido de união dos papéis já foi protocolado na Comissão de Valores Mobiliários e faltam pequenos detalhes para aprovação.

"Em meados de agosto já deve estar aprovado o registro da nova companhia. Deixam de ser operadas duas ações e passa a ser BMF Bovespa. É automático", afirmou após evento no Rio de Janeiro. "Faltam alguns documentos de balanços passados, mas está tudo dentro da normalidade."

As ações da BM&F e da Bovespa estão, de acordo com Mifano, entre as dez mais negociadas no mercado e, quando houver a fusão, a "tendência é o novo papel se tornar mais líquido e mais atraente".

"Talvez a liquidez e atratividade melhorem um pouco o preço, embora os papéis estejam um pouco machucados com a crise financeira mundial... Os valores são parecidos porque uma ação da Bovespa vai valer 1,42 ação da nova empresa e no caso da BM&F será uma por uma", acrescentou.

Nesta sexta-feira, as ações da BM&F foram cotadas a R$ 12,85. As da Bovespa estavam em R$ 18,30.

A fusão entre as duas bolsas prevê uma redução de custos de 25% em um prazo de três anos, o que implicará na demissão de parte dos 1,2 mil funcionários.

"Vamos tentar cortar o mínimo possível, mas como pessoal é um dos itens de despesa (cerca de 30%) haverá cortes", disse Mifano, acrescentando que a previsão é fazer 10% de redução de custos este ano, atingir 17% em 2009 e alcançar os 25% em 2010.

"Pode ser que a redução de custos signifique uma redução do que a gente cobra para o investimento."

Apesar da queda da Bovespa nos últimos dias e da saída de capitais estrangeiros, Mifano afirmou que as perspectivas ainda são otimistas para o mercado financeiro. "Daqui a pouco os investimentos financeiros voltam. Aqui estão as boas oportunidades. O que saiu foi pouco perto do que os investidores estrangeiros têm aqui no Brasil e perto do que eles têm no mundo. Isso nem abalou o dólar", comentou.

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Citi fica entre as 10 maiores corretoras da Bovespa

quinta-feira, 3 de julho de 2008 0 comentários

Com a aquisição, cujo preço não foi revelado, o Citi soma às operações de sua própria corretora, que atua fortemente com investidores estrangeiros e institucionais domésticos, uma carteira de cerca de 50 mil clientes pessoa física, o ponto forte da Intra.

"A compra vai expandir a capacidade do Citi no Brasil, ao adicionar uma operação líder em corretagem no varejo à carteira de clientes do banco e nas operações com mercado de capitais no país", disse a instituição em comunicado à imprensa.

A integração ficará sob a responsabilidade de Roberto Serwaczak, que já comanda a corretora do Citi desde o início de 2006, quando deixou o Deutsche Bank.

Fundada há 30 nos, a Intra tem cerca de 13 bilhões de reais em ações custodiadas e é uma das três maiores corretoras independentes do país, segundo a própria corretora.

A corretora tem uma equipe de 350 colaboradores, sendo 220 autônomos, grupo distribuído entre a matriz e outros 13 escritórios fora de Sao Paulo.

"Os clientes da corretora vão se beneficiar no futuro do acesso a novas emissões de ações coordenadas pelo Citi no Brasil", disse Gustavo Marin, presidente do banco no país.

Segundo Sérgio Dória, diretor da Intra, como as operações são complementares, a tendência é que a atual equipe da corretora comprada seja mantida.

A conclusão do negócio depende da aprovação dos órgãos reguladores do mercado, como Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Até lá, o Citi deve decidir se unifica as operações num único nome, ou se mantém a marca Intra.
Com a compra da Intra, hoje 28a colocada ns tabela das corretoras com maior volume de negócios -- com 15,2 bilhões de janeiro a maio --, o Citi, hoje 15o colocado no raking -- 27,5 bilhões de reais -- ficaria hoje entre as dez maiores do mercado doméstico.

O acordo acontece quase três meses depois que a maior corretora independente do país, a Ágora, foi comprada pelo Bradesco por cerca de 830 milhões de reais.
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