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Carteira Gradual traz dez recomendações para a primeira semana de 2009

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A corretora Gradual divulgou sua carteira recomendada para a semana de 31 de dezembro a 7 de janeiro de 2009, listando dez papéis de empresas que, segundo seus analistas, representam boas oportunidades de valorização no período.

Para a primeira carteira de 2009, os analistas reforçaram recomendações de curto prazo, privilegiando os papéis mais líquidos e também apostando na recuperação dos setores de petróleo e siderúrgico.

Desta forma, a corretora elevou o peso dos papéis da Petrobras de 20% para 25% e das ações da Usiminas de 5% para 10%. Também dobrou para 10% as participações de Itaúsa, Cemig e AES Tietê e incluiu os ativos da Telesp com peso de 5%, amparados pelos bons múltiplos apresentados por estas empresas.

Do outro lado, os analistas retiraram da carteira os papéis de Telemar, BM&F Bovespa e Souza Cruz, reduzindo ainda os pesos de Vale de 15% para 10% e da NET de 10% para 5%.

Confira as recomendações para a semana:

EmpresaCódigoPreço-alvoUpside*Peso
PetrobrasPETR4R$ 43,7892%25%
ValeVALE5R$ 42,4578%10%
CopasaCSMG3R$ 33,4378%10%
TelespTLPP4R$ 61,7135%5%
NETNETC4R$ 22,8472%5%
ItaúsaITSA4R$ 13,3266%10%
CemigCMIG3R$ 44,0276%10%
UsiminasUSIM5R$ 59,90126%10%
B2WBTOW3R$ 51,93118%5%
AES TietêGETI4R$ 21,6946%10%
*Com base na cotação de fechamento do dia 30 de dezembro de 2008

IGP-M recua 0,13% em dezembro e fecha ano com alta de 9,81%

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,13 por cento em dezembro e fechou o ano com alta de 9,81 por cento, mostraram dados divulgados nesta segunda-feira.

A alta do ano ficou acima do registrado em 2007, quando o IGP-M subiu 7,75 por cento. Em novembro, o IGP-M teve alta de 0,38 por cento.

De acordo com os dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo cálculo do indicador, o Índice de Preços por Atacado (IPA) caiu 0,42 por cento em dezembro, depois de ter subido 0,30 por cento no mês anterior.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,58 por cento, ante ganho de 0,52 por cento em novembro, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,22 por cento, uma desaceleração frente ao avanço de 0,65 por cento apurado no mês anterior.

O IGP-M de dezembro foi calculado com base na variação dos preços entre os dias 21 de novembro e 20 de dezembro.

(Reportagem de Renato Andrade)

Perdigão compra marcas da Unilever

Doriana e Becel, duas das líderes do mercado de margarinas, devem passar para o controle da Perdigão

Exame
A Perdigão está finalizando a compra das marcas de margarina Becel e Doriana, da Unilever. Ambas estão entre as líderes do mercado brasileiro. No caso da Becel, que é uma marca global, o acordo só vale para o Brasil. Segundo EXAME apurou, os produtos seguem fabricados nas unidades industriais da Unilever. A Perdigão será responsável por distribuição, marketing e vendas. A compra das marcas de margarina da Unilever é mais um passo na estratégia de diversificação da Perdigão. No ano passado, a companhia comprou a Batávia, terceira maior fabricante de iogurtes do país. As empresas convocaram uma entrevista coletiva para a segunda-feira, na qual deve ser anunciada uma parceria estratégica entre os dois grupos. Nenhum executivo da Unilever foi encontrado para comentar o assunto. A Perdigão respondeu que as informações "não conferem".

Fator indica 28 ações para investir em 2009

Enquanto os papéis de energia, telecom e grandes bancos figuram entre as oportunidades da Bolsa, os de commodities, biocombustíveis e construção aparecem entre as piores opções

Apesar de não arriscar dizer quando haverá um novo ciclo de alta das bolsas, a estrategista e coordenadora de Análise de Investimento da corretora Fator, Lika Takahashi, acredita que o mercado acionário apresenta hoje ótimas oportunidades aos investidores. "A questão é saber procurar. Se analisarmos com cuidado, vamos encontrar papéis extremamente baratos. Daqui uns cinco anos, as ações podem se tornar imbatíveis em rendimentos", ressalta.
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Acionistas da Vale aprovam incorporação de Onça Puma

Acionistas da Vale aprovam incorporação de Onça Puma

SÃO PAULO (Reuters) - Os acionistas da Vale aprovaram a proposta de incorporação da mineradora Onça Puma em Assembléia Geral Extraordinária realizada nesta segunda-feira, informou a companhia em comunicado.

"Com a incorporação, a Vale assumirá incondicionalmente todos os bens, direitos e obrigações da Mineração Onça Puma S.A. de ordem legal ou convencional, nos termos da legislação vigente", afirmou nota da empresa.

A proposta de incorporação da Onça Puma já havia sido aprovada pelo Conselho de Administração da Vale em 13 de dezembro.

Na ocasião, a mineradora justificou a incorporação dizendo que ela simplifica a estrutura societária da empresa, além de melhorar a alocação de recursos e reduzir custos.

Ao mesmo tempo, a operação mantém compromissos assumidos pela empresa com o governo do Canadá, "no contexto do Investment Canada Act, quando da aquisição da Inco e que se referem à gestão dos ativos de níquel".

Bolsa 2009: previsões variam entre alta de 30% e de 140%

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) tende a continuar operando com instabilidade nos primeiros meses de 2009; mais tarde, no segundo semestre, deve iniciar uma trajetória de recuperação. A avaliação é um consenso entre 11 corretoras de valores ouvidas pelo UOL.

Quando se trata de previsões numéricas, no entanto, o que prevalece é o dissenso entre os analistas. Das 11 corretoras consultadas, nove arriscaram uma estimativa para a pontuação da Bolsa em 2009, mas as demais preferiram não fechar projeções, ao menos por enquanto, devido ao momento de incerteza no mercado financeiro mundial.

Entre as nove que calcularam projeção, todas fizeram alguma ressalva, apontando que o cenário é difícil de trabalhar. Cinco delas indicaram ainda uma carteira de ações para 2009.

Os números apresentados variam muito. A mais pessimista, a Banif, prevê o Ibovespa (indicador de referência da Bolsa brasileira) com 48.600 pontos no final de 2009, o que corresponde a uma alta de pouco mais de 30% em relação ao patamar atual, de cerca de 37 mil pontos.

A mais otimista, a Solidez, projeta o Ibovespa com 90 mil pontos em dezembro do ano que vem, um salto de mais de 140% sobre os cerca de 37 mil pontos atuais. "Em 2009, acredito que a recuperação seja evidente, com programas de recuperação macroeconômica, e o Brasil sendo privilegiado com o pós-crise", afirma Daniel Depoian, do home broker da Solidez.

Catarina Pedrosa, da corretora do Banif, avalia que o primeiro semestre "vai ser muito difícil" e prevê recuperação moderada na segunda metade de 2009.

Governo e analistas acreditam que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil sofrerá, no mínimo, uma desaceleração em 2009, devendo iniciar uma trajetória de recuperação no ano seguinte. Com isso, a Bolsa tende a antecipar, nos últimos meses do ano que vem, a melhora prevista para a economia do país a partir de 2010.

Descolamento
"Vários elementos devem propiciar um descolamento do Brasil em relação às outras economias", afirma Paulo Esteves, analista-chefe da Gradual Investimentos.

A "boa situação das contas públicas", as eleições (que geram grandes despesas), a necessidade de investimentos em infra-estrutura e a recuperação parcial do preço do petróleo estão entre os fatores da possível melhora da economia brasileira a partir de 2010.

Esteves prevê, ainda, que a Bolsa começará a refletir os investimentos para a Copa do Mundo, a ser realizada em 2014 no Brasil.

Segundo ele, o campeonato mundial de futebol costuma ter um impacto maior que a Olimpíada na economia de um país, por ocorrer em várias cidades, movimentando os setores aeroportuário, hoteleiro e de transporte.

Refúgio contra incerteza
Alguns analistas preferiram simplesmente não fazer previsões para a Bolsa no ano que vem, devido à instabilidade econômica internacional.

"Projetar nesse momento é uma tarefa árdua. Estamos modificando algumas premissas quase semanalmente", afirma Álvaro Bandeira, economista-chefe da Ágora.

"Há pouco tempo, a Vale pleiteava um reajuste do preço do minério de ferro. Hoje, ela já considera até corte", diz Edson Cordon, gestor de recursos de renda variável do Banco Alfa.

Dada a imprevisibilidade, a indicação é buscar refúgio em setores "que não dependem de uma economia extremamente aquecida", segundo Cordon.

Ele cita os ramos de telefonia, distribuição de energia elétrica, consumo popular e intermediação comercial (como cartão de crédito e outros serviços).



Petróleo voltará para US$ 100 entre 2010-2015, diz economista da AIE

Petróleo voltará para US$ 100 entre 2010-2015, diz economista da AIE

ISTAMBUL (Reuters) - Os preços do petróleo poderão voltar para perto de US$ 100 o barril entre 2010 e 2015, previu o economista chefe da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, nesta segunda-feira.

Birol disse em uma conferência de energia que vê pressão sobre os preços do petróleo em 2009, mas afirmou esperar que os preços subam novamente em 2010 com uma recuperação na economia mundial.

O petróleo está perto de uma perda de 60% neste ano, a maior queda anual desde que os futuros começaram a ser negociados há 25 anos.

Os preços do petróleo estavam em cerca de US$ 40 o barril nesta segunda-feira, alta ante a sessão anterior, depois que a onda de violência entre Israel e o Hamas serviu como lembrete de que as tensões podem ameaçar a oferta de petróleo no Oriente Médio.

Os investimentos em energia foram afetados globalmente pela crise econômica mundial, afirmou Birol.

"Os projetos para desenvolver campos de petróleo estão sendo adiados. Isso representa um grande risco. A demanda crescerá quando a economia mundial começar a se recuperar", disse.

"A oferta de petróleo limitada devido aos investimentos adiados hoje resultará em um sério problema de oferta e demanda em 2010", declarou Birol.

Ele espera ver uma transição de um mercado de energia dominado por companhias multinacionais de petróleo para um mercado dirigido por empresas nacionais, afirmou.

Birol disse que 80% do aumento na produção de petróleo e gás até 2030 sairá das companhias nacionais.

(Reportagem de Tolgahan Ozkan)

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Valor das empresas abertas cai R$ 871 bi em 2008, diz Economática

RIO - O valor de mercado de 323 empresas de capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu R$ 871 bilhões entre o final de 2007 e o dia 26 de dezembro deste ano. De acordo com a consultoria Economática, o valor de mercado dessas companhias era de R$ 1,225 trilhão no dia 26, valor 41,5% menor que os R$ 2,097 trilhões registrados no fim do ano passado.

Segundo a consultoria, o valor perdido ao longo de 2008 equivale a perdas equivalentes a duas vezes o valor de mercado da Petrobras em 31 de dezembro de 2007 ou pouco mais de duas vezes todo o setor bancário, que no fim do ano passado contava com 27 instituições na Bovespa, com valor de mercado conjunto de R$ 407 bilhões.

Entre os 21 setores analisados pela Economática, o mais castigado ao longo do ano foi o de Construção, com 29 empresas e queda de 72,4% no valor de mercado, o equivalente a R$ 38,4 bilhões em perdas. A seguir veio Papel e Celulose, com baixa de 68,3%, ou R$ 30,6 bilhões.

A maior perda nominal ficou com o setor de Petróleo e Gás, representado por cinco empresas, que juntas tiveram o valor de mercado reduzido em R$ 210 bilhões até o dia 26 de dezembro.

O setor de Telecomunicações, com 12 companhias, foi o menos afetado, com queda de 14,6% do seu valor de mercado, equivalente a R$ 14,7 bilhões a menos. A seguir veio o setor de Energia Elétrica, com 35 empresas e recuo de 22,6%, ou R$ 40,3 bilhões em perdas.

Entre as empresas da carteira teórica da Bovespa, a maior queda percentual foi da Rossi Residencial, com recuo de 80,6% do seu valor de mercado, seguida de perto pela Aracruz que no mesmo período perdeu 78,9% do seu valor de mercado. A empresa com maior queda nominal de valor de mercado foi a Petrobras com R$ 209 bilhões, ou 48,7% de queda.

Apenas sete empresas tiveram valorização, entre as 323 analisadas. A Nossa Caixa teve a maior valorização, com 188,2% ou R$ 4,7 bilhões. A seguir vieram Brasil Telecom (+33,2%); Ultrapar (+33,2%); Transmissão Paulista (+15,3%); Natura (+12,8%); Eletrobrás (+8,2%); e JBS (+4,6%).
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Bovespa segue panorama global negativo e recua quase 4%

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008 0 comentários

Dia é de queda nas bolsas americanas e européias.Volume de negócios no dia foi baixo, contribuindo para volatilidade.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda nesta segunda-feira (22), seguindo o clima de pessimismo que afeta os principais mercados mundiais. Ao final das negociações, o índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, teve queda acentuada de 3,87%, aos 37.618 pontos.

Após iniciar os negócios em alta, a bolsa não resistiu à queda nos índices das bolsas americanas e européias, somada à volatilidade proporcionada pelo baixo volume de negócios antes dos feriados de Natal. O giro financeiro do pregão ficou na casa dos R$ 2,5 bilhões, abaixo da média. Principais pilares da bolsa, tanto Petrobras quanto Vale tiveram quedas superiores a 5,0%.

Para o analista da corretora SLW Pedro Galdi, o mercado deve permancer volátil até o final do ano e com pouco volume.

"A partir de hoje começa a enfraquecer o mercado e as bolsas vão seguir voláteis, a entrada de Obama em janeiro talvez dê mais um pouco de confiança e melhore no início de 2009", disse Galdi, referindo-se à posse do presidente eleito dos EUA, Barack Obama.

Mercado externo

Nos Estados Unidos, que vem há semanas determinando a movimentação na Bovespa, os indicadores apontaram para baixo. Ao final do dia, o índice Dow Jones encerrou em queda de 0,69%, a 8.519 pontos. O indicador ampliado Standard & Poor's 500 se desvalorizou 1,83%, a 871 pontos, enquanto o termômetro de tecnologia Nasdaq teve queda de 2,04%, para 1.532 pontos.

Na Europa, o índice FTSEurofirst, que reúne as principais praças do continente, teve queda de 1,5%, a 810 pontos. Foi o sétimo dia de queda nos últimos oito pregões do indicador que acumula baixa de 44% no ano. Entre os principais mercados, a maior queda foi em Paris (-2,31%).

Indicadores brasileiros

Entre os dados internos, o Banco Central brasileiro revisou nesta segunda-feira a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 5% para 5,6%. Para o ano de 2009, a previsão é de uma desaceleração por conta da crise financeira internacional. Com isso, a expansão da economia deve ficar em 3,2%.

Quanto à inflação, a expectativa é de redução em relação a 2008. A projeção do BC para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano subiu de 6,1%, no último relatório de inflação divulgado em setembro, para 6,2%. Para 2009, entretanto, a previsão para o índice calculado pelo IBGE recuou de 4,8% para 4,7%.

Ainda pela manhã, a pesquisa de emprego do Seade-Dieese mostrou que a taxa de desemprego caiu a 13% em novembro nas seis regiões metropolitanas pesquisadas - Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre, Salvador, São Paulo e Distrito Federal -, em comparação aos 13,4% do mês anterior.

Isso significa que 72 mil vagas foram criadas de um mês para o outro. De acordo com as instituições responsáveis pela pesquisa, esta é a menor taxa de desemprego consolidada desde janeiro de 1998. Em São Paulo, a taxa registrada foi a menor desde fevereiro de 1995.

(Com informações da AFP, Reuters e Valor OnLine)
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Investindo com Home Broker

domingo, 21 de dezembro de 2008 0 comentários

Em tempos de crise ou não, uma forma de investir tem ganhado espaço na Bovespa , e em outros mercados devido a sua praticidade, trata-se do investimento via Home Broker.

Home Broker é uma plataforma eletrônica para negociação de ativos em bolsa de valores que dispensa a intermediação de compra de ações pela mesa de operações de sua corretora.

Tendo em sua mão qualquer dispositivo de acesso a internet e com uma conta aberta em uma corretora que disponibiliza este tipo de derviço, você pode enviar ordens de compra e de venda direto no pregão e com a rapidez e agilidade necessária.

Positivo
Um dos pontos positivos de se investir via Home Broker, é o baixo custo de transação que é cobrado pelas corretoras, pois estas economizam muitos custos com este tipo ferramenta, o que acaba favorecendo o pequeno investidor e o entrante no mercado de ações.

Negativo
O ponto negativo é que como o
trader não tem uma orientação da mesa de operações, fica a seu cargo evitar erros, pois não tem um operador de mesa para dar as devidas orientações.


Este post foi para dar uma introdução superficial acerca do tema Home Broker, caso queira mais detalhes e levantar dúvidas use os comentários e mande sua sugestão.

Marinaldo Nogueira
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Investindo Com Home Broker_ Tov Corretora

sábado, 20 de dezembro de 2008 0 comentários

Importante: Os custos e condições abaixo são válidos para clientes que atendam simultaneamente as seguintes condições: i) tenham feito o cadastro na plataforma de Home Broker TOV e, ii) efetuem suas operações pela plataforma Home Broker.


CORRETAGEM

$ 5,00 por ordem executada, independente do número de execuções. A corretagem de $ 5,00 é acrescida do custo de ISS e demonstrada na Nota de Corretagem.

Exemplo de ordem executada:
Corretagem bruta.... = $ 5,26
ISS (5%)................ = $ 0,26
Corretagem Líquida. = $ 5,00


30 dias de Corretagem Grátis

Na TOV você ganha 30 dias de corretagem grátis, mediante condições abaixo:

- A contagem dos 30 dias será feita a partir da data de
ativação do cadastro do cliente pela TOV. Caso não tenha recebido o e-mail de ativação ou tenha recebido posteriormente, confirme com o Atendimento a data correta de ativação da sua conta.
- Caso o 30º dia ocorra num final de semana ou feriado, o início da cobrança será no dia útil imediatamente posterior.
- A promoção de corretagem grátis é exclusiva para clientes operando pela plataforma Home Broker TOV. Qualquer aquisição de outra plataforma antes de decorrido o prazo de 30 dias implicará na interrupção da gratuidade.


Corretagem Mínima Mensal:

Para uma adequada manutenção dos nossos sistemas operacionais, estipulamos uma taxa mínima mensal, equivalente a 4 taxas de corretagem. Neste caso, se o cliente com posição em custódia não realizar operações no mês, ele será debitado pelo valor equivalente a 4 taxas de corretagem, ou seja, de $ 20,00. Caso realize uma, duas ou três operações no mês, o débito será feito pela diferença. O valor será debitado a título de Taxa de Custódia.

Ordens pela Mesa de Atendimento Home Broker:

Ordens para compra e venda de ações e opções - quando enviadas por meios eletrônicos para inserção na plataforma HB do cliente pela Mesa de Atendimento, o valor da corretagem será o valor fixo vigente.

Ordens de exercício de opções (posição titular e lançadora) e para a realização de operações à termo - a corretagem será calculada com base na tabela BOVESPA abaixo, com desconto de 50%.

Tabela de Corretagem Bovespa:
ValorPercentualAdicional
Até R$ 135,07-R$ 2,84
de R$ 135,08 até R$ 498,622,11%R$ 0,00
de R$ 498,63 até R$ 1.514,691,58%R$ 2,62
de R$ 1.514,70 até R$ 3.029,381,05%R$ 10,59
de R$ 3.029,39 em diante0,53%R$ 26,54



Aluguel de ações, posição doadora ou tomadora - a comissão será proporcional a taxa do aluguel, numa base de 20 a 50% da taxa do aluguel, conforme o papel a ser alugado.

Taxa de Custódia

A TOV não cobra taxa de custódia dos clientes Home Broker com posição em custódia e que realizam pelo menos quatro operações no mês.

TOV MOBILE

Aquisição da plataforma: $30,00 por mês - Exclusiva para BOVESPA.

Isenção de Mensalidade a partir de $ 200,00 de corretagem por mês.

Importante! A aquisição de assinatura mensal libera o acesso do cliente ao sistema. O sistema foi desenvolvido para minimizar o tráfego de dados. O custo de dados trafegados quando do acesso ao Cell Broker é devido diretamente pelo cliente às operadoras. Esse custo dependerá do tempo de conexão do cliente, bem como do plano de acesso de dados que for contratado junto à operadora.


Fonte: www.tov.com.br
Estas informações podem mudar a qualquer momento sem previo aviso.

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Superdicas de como usar bem o seu 13º salário

Economistas consultados pelo G1 recomendam: uma pausa antes de sair às compras para gastar o dinheiro do décimo-terceiro, cujo prazo para pagamento da segunda parcela termina neste sábado (20).

A maioria das empresas antecipou o pagamento para esta sexta (19), mas, de acordo com a legislação, quem pagar até este sábado ainda estará dentro do prazo legal.

Na avaliação do professor de finanças do Ibmec, Ricardo Rocha, fazer um levantamento dos compromissos financeiros já assumidos até o final do ano é importante para programar o limite disponível para eventuais gastos e evitar arrependimentos futuros causados por gastos por impulso.

“Uma dica seria pegar a última fatura paga do cartão de crédito, que já tem o que a pessoa vai ter que pagar em janeiro. Se tiver perdido a fatura, dá para ligar na operadora do cartão. É bem melhor levantar o que se tem de compromisso antes de ir às compras para evitar surpresas”, diz Rocha.

Segundo ele, o levantamento vai ajudar o consumidor a ficar mais consciente.

“Porque as pessoas geralmente esquecem do que já têm para pagar no cartão. Se ela souber, sai com a caderneta na mão e vai vendo, anota antes de passar o cartão e com uma calculadora já vai vendo o quanto pode gastar em cada mês", afirma o professor.

Pagar dívidas
Após conhecer as dívidas programadas para os próximos meses, planeje: analise a melhor maneira de reservar parte do dinheiro para pagar as contas que têm juros mais pesados, como o cartão de crédito e o cheque especial.

Outro fator importante é lembrar dos tradicionais pagamentos de começo de ano, como matrícula escolar, material e IPVA.

Invista em você
Segundo o economista Alexandre Assaf Neto, da Fipecafi, outra boa alternativa para usar o dinheirinho a mais do final do ano é investir no ativo que, segundo ele, dá o maior retorno no longo prazo: você.

Educação, cultura e aparência podem garantir ganhos futuros e empregabilidade. “Se você analisar isso em fluxo de caixa, o retorno é muito maior no que qualquer aplicação no mercado”, afirma.

Poupe
Para o professor de finanças do Ibmec, Ricardo Rocha, guardar a parcela do 13º para enfrentar um ano de preocupações com a crise também é uma ótima opção.

“As pessoas deviam usar essa crise como pretexto para aprender a poupar. Não poupar para manter o dinheiro parado, mas para consumir mais e melhor no ano que vem”, diz.

De acordo com os especialistas, os fundos de renda fixa são uma boa pedida para 2009. “Agora que existe a clara tendência de que os juros vão cair, aplicar dinheiro em fundos de taxa pré-fixada pode garantir os ganhos por um tempo mais prolongado”.

Anatel autoriza compra da Brasil Telecom pela Oi/Telemar, com restrições

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - Depois de conseguir revogar a medida cautelar do Tribunal de Contas da União, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou na noite desta quinta-feira (18) a compra da Brasil Telecom (BRTO4) pela Oi/Telemar (TNLP4).

No entanto, a agência informou que irá impor algumas restrições ao negócio, as quais devem ser divulgadas em coletiva de imprensa prevista ainda para esta noite.

O aval da Anatel era condição para a conclusão da fusão das operadoras, que foi anunciada em abril deste ano.

InfoMoney

Positivo rejeita proposta de compra pela Lenovo no valor de R$ 18 por ação

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A Positivo Informática (POSI3) anunciou na noite desta quarta-feira (17) que rejeitou uma proposta da Lenovo para a aquisição da maioria dos papéis da companhia no valor de R$ 18,00 por ação. Considerando a cotação de fechamento desta sessão, o montante representaria um potencial de valorização de 121% para os ativos.

"A referida proposta foi por nós avaliada e consideramos que a mesma não era interessante no longo prazo, e não há qualquer expectativa de negociação com a Lenovo para a alteração dos termos da oferta ou qualquer outra operação que, de alguma forma, pudesse resultar na aquisição do controle da companhia pela Lenovo", disse a Positivo em nota oficial.

Ainda de acordo com o comunicado, os acionistas controladores da empresa brasileira e a Lenovo concluíram que não é possível implementar qualquer operação dado o atual contexto econômico.

A Positivo reafirmou que continuará considerando quaisquer operações que possam ser do interesse da companhia ou de seus acionistas, mas confirma expressamente que não há qualquer discussão em curso que possa afetar o seu controle. "A companhia reafirma, ainda, que está sólida e capitalizada, e que nunca procurou nem procura ser adquirida".

Rumores impulsionam as ações
Há pouco mais de uma semana, as ações da Positivo vêm sendo impulsionadas por rumores de que a chinesa Lenovo e a norte-americana Dell haviam feito ofertas pela empresa.

Apesar das especulações de que o grupo chinês teria desistido da aquisição derrubarem os papéis nesta quarta-feira, desde a última segunda-feira (8), quando as primeiras especulações foram lançadas na mídia, até o fechamento desta sessão, os ativos da companhia se valorizaram 71,3%.

O interesse das empresas estrangeiras na Positivo pode ser resumido em dois fatores básicos: além de líder de vendas em um mercado promissor, a companhia chegou a perder 80% de seu valor de mercado no decorrer deste ano. "Como as ações caíram significativamente, haverá consolidação do setor", disse o presidente da Lenovo, William Amélio.

InfoMoney

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Opep anuncia corte recorde na produção de petróleo

A cotação do barril de petróleo tem despencado desde julho
A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou nesta quarta-feira um corte recorde de produção de 2,2 milhões de barris por dia, em uma tentativa de conter a queda da cotação do produto no mercado internacional.
A redução, aprovada durante uma reunião do cartel na Argélia, deve passar a vigorar em janeiro e foi maior do que a esperada por muitos analistas, de 2 milhões de barris.

Em setembro e outubro, os 13 países membros da organização já haviam anunciado cortes no total de 2 milhões de barris por dia.

O preço do barril de petróleo vem despencando nos últimos meses, acompanhando o agravamento da crise financeira global.

A cotação do barril teve um pico de US$ 147 em julho e caiu para aproximadamente US$ 45 devido à queda da demanda em alguns dos principais países consumidores.

A demanda internacional nas quatro semanas encerradas em 12 de dezembro foi 2,7% inferior à registrada no mesmo período do ano passado.

Rússia

Em um comunicado, a Opep, cujos membros produzem cerca de 40% do petróleo do mundo, diz que "o impacto da desaceleração econômica global levou à destruição da demanda, resultando em uma pressão negativa sem precedentes sobre os preços".


Se continuarem caindo, os preços vão chegar a níveis que colocariam em risco os investimentos necessários para garantir suprimentos energéticos adequados no médio e longo prazos.


Comunicado da Opep

"Se continuarem caindo, os preços vão chegar a níveis que colocariam em risco os investimentos necessários para garantir suprimentos energéticos adequados no médio e longo prazos."

De acordo com o analista da BBC Rob Walker, existe o perigo de que, se continuarem baixos por muito tempo, os preços possam levar a um menor investimento na produção de petróleo para o futuro, o que por sua vez levaria à diminuição dos estoques. Isso pode ser um problema, já que há a previsão de que a demanda volte a crescer.

O cartel também pediu que países exportadores que não pertencem à organização colaborem e "apóiem a estabilização do mercado de petróleo", indicando que espera que eles também reduzam a produção.

A Rússia - que não pertence à Opep e é o segundo maior produtor de petróleo do mundo, atrás apenas da Arábia Saudita - enviou um representante à reunião e indicou que está disposta a reduzir a produção nos próximos meses para ajudar a levantar os preços.

Nos anos 90, além da Rússia, o México e a Noruega, outros países que não pertencem à Opep, decidiram se unir e diminuir a produção para elevar o preço do barril, que, na época, estava em cerca de US$ 10.

Preço

O presidente da Opep, Chakib Khelil, disse que o cartel não pensou um alvo de preço para o barril ao tomar a decisão anunciada nesta quarta-feira, mas espera que ele suba em breve.


A Opep tem a obrigação de manter o mercado bem abastecido e de levar em conta o bom estado da economia global. Por isso, esforços para limitar os benefícios de preços mais baixos para a energia são míopes.


Tony Fratto, porta-voz da Casa Branca

"Nós esperamos que os preços, obviamente, se estabilizem pelo menos na fase inicial perto do preço que temos nestes dias, talvez um pouquinho mais, e evolua com o tempo para um alvo que será para o bem dos produtores e consumidores, que nós estimamos que fique entre US$ 70 e US$ 80, pelo menos."

O anúncio não levou a uma alta imediata nos preços do produto nesta quarta-feira nos Estados Unidos, onde a cotação foi influenciada pela notícia de que as reservas americanas do produto continuam aumentando.

Em Nova York, o preço do barril do tipo leve para entrega em janeiro atingiu seu nível mais baixo em quatro anos e meio, chegando a ser negociado a US$ 40,20.

Estados Unidos

Os Estados Unidos, que são os maiores consumidores de petróleo do mundo, criticaram o corte na produção prometido pela Opep, descrevendo a decisão como "míope".

"Não está claro se as ações da Opep serão efetivas, dadas as mudanças na demanda global e a habilidade dos países da Opep em cumprir as metas do cartel", disse o porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto.

"De qualquer forma, a Opep tem a obrigação de manter o mercado bem abastecido e de levar em conta o bom estado da economia global", acrescentou. "Por isso, esforços para limitar os benefícios de preços mais baixos para a energia são míopes."

A queda no preço do petróleo tem sido benéfica para os Bancos Centrais, especialmente nos países em desenvolvimento, já que ameniza a pressão inflacionária, tornando mais segura uma redução dos juros, sem que isso leve a um aumento da inflação.

Direto da BBC

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Petrobras: mesmo esperando "ano difícil", Ágora recomenda compra das ações

domingo, 14 de dezembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A equipe de analistas da Ágora revisou nesta sexta-feira (12) suas estimativas para as ações da Petrobras (PETR4), incorporando novas premissas para o cenário macroeconômico, além dos resultados apresentados no terceiro trimestre de 2008. Para dezembro de 2009, o preço-alvo ficou em R$ 31,30, o que equivale a um potencial de valorização de 40,2%.

Embalada pelas perspectivas em relação ao pré-sal, a equipe de analistas recomendou a compra dos papéis visando o longo prazo, "onde deveremos observar uma recuperação do preço do petróleo, além do aumento da produção da empresa".

Para 2009, no entanto, a corretora espera que a cotação do barril do petróleo fique mais baixa no ano que vem, o que deve trazer efeito negativo no resultado da empresa. O Ebitda (geração operacional de caixa) deverá encolher 11,2%, enquanto o lucro líquido cairá 33,9%, nas projeções do grupo.

"Esperamos um ano mais difícil para a Petrobras, em função da redução do preço do petróleo no mercado internacional, impactando os preços dos derivados", revelaram os analistas. "As despesas deverão continuar elevadas, dado o último reajuste de salários concedido aos funcionários".

Risco financeiro A situação financeira da Petrobras não foi foco de muitas críticas pela corretora, que previu que a empresa encerre 2009 com uma relação Dívida Líquida/Ebitda de aproximadamente 1,1x.

Descobertas no pré-sal


Para 2009, a corretora ressaltou que a região do pré-sal foi ainda pouco explorada, sem ser claro quanto poderá ser extraído das rochas. Além disso, poucas sondas estão disponíveis para explorar as águas ultra profundas, o que dificulta as descobertas no curto prazo.

"De todos os blocos já licitados onde a Petrobras é a operadora, a única quantificação feita até o momento na Bacia de Santos foi o BM-S-11. Nos demais a empresa apenas notificou a existência de óleo leve", completa a Ágora. "No litoral do Espírito Santo, a companhia informou uma importante descoberta, com volume estimado entre 1,5 e 2,0 bilhões de barris de óleo, tudo pertencente a ela".
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Salário: por que alguns profissionais se conformam com pouca coisa?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - É uma incógnita. Profissionais competentes, preparados, com um currículo de dar inveja e... Salários baixos, aquém do que merecem. Como conseqüência, eles têm dificuldade de pagar todas as contas, não conseguem viajar no final do ano com a família nem pagar aquele colégio particular onde tanto gostaria que seus filhos estudassem.

E o pior: há anos, seu salário é praticamente o mesmo. O aumento que receberam quase não fez diferença. O que acontece com essas pessoas? Por que não lutam para ganhar mais? Em contrapartida, há profissionais no mesmo nível que ganham três vezes mais e cujo rendimento aumenta consideravelmente a cada ano. A vida financeira deles é mais tranqüila. Puderam comprar o desejado apartamento e estão sempre trocando de carro.

Como está sua relação com o dinheiro?
O salário baixo pode indicar mais problemas do que imaginamos. Em primeiro lugar, pode escancarar a baixa auto-estima do profissional, segundo o coach e autor do livro "Executivo, o super- homem solitário", Emerson Ciociorowski. "Conheço pessoas que têm uma visão distorcida do quanto merecem ganhar. Mas não podemos nos contentar com qualquer coisa", diz ele.

Isso sem falar das pessoas que têm uma relação ruim com o dinheiro. Elas têm crenças que as impedem de receber mais, tais como "só ganha dinheiro quem é corrupto", ou "pessoas ricas são egoístas", ou ainda "não preciso de dinheiro para ser feliz". "Quando pessoas que nunca valorizaram a questão do dinheiro passam por terapia, podem vir à tona uma baixa auto-estima ou crenças limitantes".

"Os profissionais precisam ter uma real noção do valor do seu trabalho, do quanto agregam para a empresa", afirma o coach. É importante ainda ter muito claro o quanto o mercado está pagando. Há pessoas que ficam se queixando: "minha área está ruim, as pessoas estão ganhando pouco". Mas, quando elas perguntam para profissionais do seu ramo, percebem que a realidade não é bem essa.

Pesquise também quais são as faixas salariais de pequenas empresas e de grandes empresas. Caso chegue à conclusão de que está sendo injustiçado, converse com seu superior, e procure orientação de mentores fora da empresa, como coaches e até amigos. Busque uma nova colocação. O importante é não ficar parado. Ciociorowski finaliza lembrando que o dinheiro é uma realidade e às vezes você não percebe que merece muito mais.

InfoMoney
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Vida profissional em alguns minutos: saiba mais sobre o videocurrículo!

SÃO PAULO - A internet já se consolidou como ferramenta na busca de um emprego e tem contado com diversos utensílios para melhora do processo de contratação. Um deles é o videocurrículo, moda que já chegou ao Brasil.

Com ele, a empresa consegue conhecer melhor o candidato, como ele se comunica, sua maneira de falar e sua postura, sem precisar marcar a entrevista. Com isso, as chances de ser dispensado no encontro presencial caem, e você não perde tanto tempo participando de seleções sem sentido.

Apesar desta vantagem, fica sempre a dúvida: vale a pena apostar no videocurrículo? De acordo com o presidente da Curriculum.com.br, Marcelo Abrileri, ele não substitui o currículo tradicional, mas sim o complementa. Ele só é visto depois que o selecionador encontrou o candidato e, para isso, foi necessário analisar o documento de papel.

Formatação
Como todo e qualquer complemento do currículo, ele só deve ser anexado se realmente agregar valor e contribuir para a conquista da entrevista presencial. Por isso, deve ser bem feito.

"Conhecer mais do candidato antes da entrevista presencial será sempre um interesse do analista de RH. Frente a tudo isso, o videocurrículo pode ainda ser uma realidade comum, e só o tempo dirá quando isto pode acontecer", disse Abrileri.

Um bom videocurrículo deve ser dirigido como um curta-metragem, sendo que o papel do protagonista é feito pelo candidato. Algumas pessoas têm dificuldades em se expressar diante da câmera, o que faz com que muitos textos sejam falados de forma pouco espontânea ou, em muitos casos, quase lidos.

Modelos
"Fazer um vídeo tem ficado cada vez mais barato e fácil, novos formatos começam a surgir e o RH (recursos humanos) tem ficado mais equipado", afirmou Abrileri. Confira abaixo os modelos de videocurrículo:
Tradicional: o candidato fala com a câmera;


Institucional: é o que chama mais atenção, pois fala da vida da pessoa, com mescla de fotos e imagens;


Entrevista: oferece a melhor relação custo versus benefício e ajuda o profissional a se expressar, pois responderá às perguntas sobre sua carreira, sendo conduzido por um entrevistador;


Self-made:
é aquele feito pelo próprio profissional. Por conta do problema de qualidade, somente deve ser adotado por quem tem bastante habilidade.
Por: Flávia Furlan Nunes
11/12/08 - 16h18
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Governo anuncia redução de até 50% na alíquota do IR

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira a criação de duas novas faixas de tributação do imposto de renda para pessoa física. Segundo Mantega, os contribuintes que ganham entre R$ 1.434 e R$ 2.150 por mês terão o abatimento de imposto de renda reduzido pela metade, de 15%, para 7,5%. A medida é válida a partir de 1º de janeiro de 2009.

Até hoje, havia apenas duas faixas de tributação do imposto de renda para pessoa física: 15% para quem ganha entre R$ 1.434,60 e R$ 2.866,70 por mês e 27,5% para quem ganha mais que R$ 2.866,70 mensais.

A partir do ano que vem, quem ganha até R$ 1.434 continua sem pagar o tributo. Contribuintes que ganham entre R$ 1.434 e R$ 2.150 terão 7,5% do salário retido na fonte. Já os trabalhadores com salário entre R$ 2.150 e R$ 2.866 pagarão 15%. Salários entre R$ 2.866 e R$ 3.582 terão alíquota de 22,5%; e rendimentos acima de R$ 3.582 serão tributados em 27,5%.

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Acreditando na recuperação, Gradual lista treze ações recomendadas na semana


10/12/2008 SÃO PAULO - A corretora Gradual divulgou sua carteira recomendada para a semana de 10 a 17 de dezembro, listando treze papéis que, segundo seus analistas, representam boas oportunidades de valorização no período.

InfoMoney

No tocante às expectativas para os próximos dias, a corretora ressalta o plano de infra-estrutura nos EUA, anunciado pelo presidente recém-eleito Barack Obama, o que pode acarretar em recuperação das cotações no final do ano. "Para capturarmos os ganhos desta possível alta, decidimos montar uma carteira um pouco mais arrojada para esta semana", afirmam os analistas.

Alterações em foco
Em relação ao portfólio anterior, a instituição trocou os papéis da Brascan, dada a forte valorização acumulada nos últimos pregões, pelos da MRV, beneficiada pelas linhas de crédito especiais do Estado a população de baixa e média renda - principal demandante de seus imóveis. Além disso, a Gradual redistribuiu os pesos da Vale para a Petrobras, alocando cinco pontos percentuais da primeira para a segunda.

A corretora ainda incluiu as ações da Iguatemi, ao passo que a elevada geração de caixa, com relativa estabilidade da receita do segmento shoppings, manterá os rendimentos da companhia em patamares favoráveis. "Por fim, substituímos Telesp, Light e Kroton por B2W, BMF&Bovespa e Sul América, em linha com a estratégia adotada de elevação do beta da carteira", conclui a Gradual.

Confira as recomendações para a semana:

EmpresaCódigoPreço-alvoUpside*Peso
PetrobrasPETR4R$ 54,00169%15%
ValeVALE5R$ 56,40138%5%
CemigCMIG3R$ 48,0083%10%
ItaúsaITSA4R$ 14,0056%10%
Transmissão PaulistaTRPL4R$ 56,0029%10%
CopasaCSMG3R$ 38,50121%10%
ABnoteABNB3R$ 25,50155%5%
MRVMRVE3R$ 45,20418%10%
BM&FBovespaBVMF3R$ 15,50184%5%
B2WBTOW3R$ 80,00228%10%
NETNETC4R$ 25,2568%5%
Sul AméricaSULA11R$ 34,0090%5%
IguatemiIGTA3R$ 30,00173%5%
*Com base em 9 de dezembro

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Coinvalores lista cinco ações com foco em dividendos para o mês de dezembro


10/12/2008 SÃO PAULO - A Coinvalores divulgou sua carteira recomendada de dividendos para dezembro, trazendo cinco ações de empresas que possuem elevada projeção de dividend yield, satisfatória liquidez em bolsa e forte presença de mercado.

InfoMoney

Em novembro, as sugestões garantiram desempenho superior ao Ibovespa, registrando alta de 2,46%, contra a queda de 1,77% registrada pelo índice. A listagem de dezembro trouxe poucas alterações, apenas substituindo os papéis preferenciais da Petrobras pelos ordinários da CCR.

Segundo a corretora, "o objetivo é propiciar um portfólio que garanta a distribuição dos dividendos, juros sobre o capital próprio e bonificações sem, contudo, referenciar seu desempenho aos principais benchmarks do mercado".

Confira as recomendações:

EmpresaCódigoPreço alvoYield ProjetadoPeso
AES TietêGETI4R$ 2113,2%20%
CCRCCRO3R$ 397,7%20%
BradescoBBDC4R$ 543,5%20%
Souza CruzCRUZ3R$ 618,4%20%
TelespTLPP4R$ 703,1%20%


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Preço do litro de gasolina no Brasil é o dobro daquele nos EUA,diz AIE

GENEBRA - O preço do litro de gasolina no Brasil é o dobro do preço nos EUA e bem mais do que em países desenvolvidos como a Austrália e Canadá, de acordo com dados publicados hoje pela Agência Internacional de Energia (AIE). Em novembro, o litro no varejo custava US$ 1 no Brasil comparado a US$ 0,50 nos EUA, enquanto nos outros dois países variava entre US$ 0,50 e US$ 0,75.
O litro custa mais na Turquia (US$ 1,75) e em países como Holanda, Noruega, Finlândia, Alemanha, onde a pressão de ecologistas é forte.

O preço do barril de petróleo teve uma queda brutal nas últimas semanas - de US$ 140 para cerca de US$ 40, ou seja, baixa de US$ 100 por barril -, mas não resultou em menos custo para os consumidores, de maneira geral.

A AIE nota que, na verdade, vários governos na Ásia aproveitam essa queda para reintroduzir algum tipo de controle de preço, inclusive por razões políticas.

(Assis Moreira Valor Econômico para Valor Online)

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Ações da Positivo volta a disparar e acumula 89% de valorização em apenas dois dias

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - Durante a manhã desta terça-feira (9), a Positivo Informática (POSI3) negou os rumores de que estaria em negociações com a norte-americana Dell e a chinesa Lenovo. Mas não conseguiu convencer o mercado.

Depois da disparada de 29,8% na véspera, os papéis mostraram desempenho ainda mais impressionante nesta sessão. Chegaram a subir 125% na máxima do dia e fecharam com valorização de mais 46,10%. Considerando os R$ 4,75 do fechamento da semana passada, a ação da Positivo acumula 89,47% de valorização em apenas dois dias.

A reação impressionante do mercado vai ao encontro de informações veiculadas pela imprensa no final de semana, que apontavam a brasileira como alvo de aquisição por uma das gigantes internacionais do setor. Dell e Lenovo são tidas como as favoritas, mas nomes como HP e Acer também já foram citados.

Os rumores não são de hoje. No início de novembro já circulava no mercado a especulação de que a empresa estaria próxima de ser vendida, sendo assessorada pelo banco de investimentos UBS Pactual. O interesse externo na Positivo pode ser resumido em dois fatores básicos: além de líder de vendas em um mercado promissor, a companhia chegou a perder 80% de seu valor de mercado no decorrer deste ano.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, representantes da Dell e da Lenovo visitaram a sede da Positivo nos últimos dias, o que coloca estas empresas como principais interessadas. Nesta terça-feira, o presidente da Lenovo, William Amelio, afirmou que "como as ações caíram significativamente, haverá consolidação do setor".

Alguns empecilhos
De olho na questão, os analistas da corretora Itaú destacaram que mesmo apresentando vantagens potenciais, a operação encontra empecilhos legais pela frente.

Por força de estatuto, a Positivo detém uma cláusula dizendo que qualquer parte possuidora de 10% de seu controle acionário, excluindo os papéis mantidos em Tesouraria, necessita propor a compra de todas as ações restantes no mercado, pagando pelas mesmas a cotação mais alta dos últimos 24 meses que, no caso em questão, seria de R$ 47,15 (665% acima da cotação de fechamento da véspera).

"Isto não é economicamente viável", ressaltou a corretora.

Líder absoluta
Dificuldades à parte, o mercado segue precificando uma potencial aquisição. Os papéis fecharam a segunda-feira cotados a R$ 6,16, com valorização de 29,68%. Longe da instabilidade das bolsas nesta terça-feira, a ação da Positivo dá continuidade à disparada e chegou a ser negociada a R$ 13,90, o que representa alta de 125% na comparação com o fechamento anterior. A forte valorização segue durante a tarde, em ritmo mais moderado.

A companhia registrou market share de 13,2% no terceiro trimestre deste ano, representando um aumento de 1,6 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2007. Mantendo a liderança absoluta no País, as vendas representaram 96,1% e 114,5% a mais do que a segunda e a terceira colocada, respectivamente. Em número de desktops, essa relação foi ainda maior, de 180,4% e 206,0%, respectivamente.
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Anac autoriza Embraer a operar novo jato de US$ 3,25 mi

Embraer recebeu nesta quarta-feira, em sua fábrica em São José dos Campos (SP), a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para o jato executivo Phenom 100, que passará a ser a aeronave de entrada do portfólio da empresa. Com o reconhecimento, o modelo, que tem preço de tabela de US$ 3,25 milhões na certificação Anac, pode operar vôos no País.

Segundo a Embraer, as primeiras unidades do modelo, que é desenvolvido e vendido desde 2005, serão entregues no ano que vem, ainda sem data definida. A empresa destacou que os dados de desempenho obtidos pelo jato superaram as especificações originais.

Inicialmente projetado para ter autonomia de 2.148 km, o avião apresentou alcance máximo de 2.182 km, ambos os resultados com quatro ocupantes. Outro indicador que apresentou melhora foi o comprimento mínimo de pista exigido para pouso, que passou de 914,4 m, no projeto, para 822,6 m, nos testes.

A velocidade máxima de cruzeiro do Phenom 100 também conseguiu resultados melhores do que os esperados no projeto. Na certificação, a aeronave atingiu 722,28 km/h, ante os 703,6 km/h, estimados durante o desenvolvimento.

A empresa brasileira também destacou que ampliou sua rede de serviços para atender a demanda dos compradores do novo jato. Com a inauguração de quatro novos pontos nos Estados Unidos e Europa, a Embraer afirmou que terá sete centros próprios e 38 conveniados para dar manutenção aos Phenom 100.

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Bovespa sobe 3,88% e mantêm os 39 mil pontos; Dólar recua a R$ 2,425

PAULO - Com destaque para as empresas relacionadas às commodities, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) segue operando acima dos 39 mil pontos, maior patamar em mais de um mês. Por volta das 14h15, o Ibovespa apresentava valorização de 3,88%, aos 39.441 pontos, e o giro financeiro somava R$ 2,13 bilhões.
O sentimento externo positivo também contribui para as compras. Em Wall Street, o Dow Jones registrava ganho de 1,19%, enquanto o Nasdaq subia 1,53%. Os investidores seguem na ponta comprada esperando a aprovação do plano de resgate às montadoras do país.

Um acordo preliminar para liberar US$ 15 bilhões ao setor já foi atingido entre os democratas e a Casa Branca. Em contrapartida, o governo terá participações nas empresas e um regulador terá poderes para suspender os empréstimos. Outra condição é que as montadoras promovam uma reestruturação até 31 de março, caso contrário, serão forçadas a pedir proteção sob a lei de falências.

No câmbio, a atuação do Banco Central no mercado à vista e os dados sobre o fluxo cambial na primeira semana de dezembro dão tendência de baixa ao preço da moeda norte-americana. Depois de subir a R$ 2,513 na máxima da manhã, o dólar comercial perdia 1,86%, negociado a R$ 2,425.

Segundo o BC, a entrada de dólares superou a saída de moeda em US$ 7 milhões durante a primeira semana de dezembro. O dado mostra uma forte reversão de tendência, tendo em vista que o fluxo cambial fechou novembro negativo em US$ 7,16 bilhões.

Dentro do Ibovespa os carros-chefe puxam os ganhos. Petrobras PN tinha valorização de 7,11%, a R$ 21,54, Vale PNA avançava 6,70%, valendo 25,31. Entre as siderúrgicas, Gerdau PN tinha alta de 4,01%, a R$ 16,58, enquanto a ação PNA da Usiminas aumentava 8,24%, para R$ 28,36.

Acompanhando as ações da Vale, Bradespar PN apresentava ganho de 7,58%, a R$ 19,58. Bom desempenho também Duratex PN, que subia 6,28%, para R$ 15,38. VCP PN e JBS ON avançavam mais de 5% cada.

O setor de telecom opera à parte da recuperação. Brasil Telecom SA PN perdia 3,02%, para R$ 16,35, e Telemar PN registrava queda de 3,17%, a R$ 35,39.

Com mais de R$ 68 milhões em volume, o papel ON a Positivo sobe forte pelo terceiro pregão seguido. Há pouco, o ativo avançava 28,88%, para R$ 11,60. A expectativa de venda da companhia já puxou uma alta de 90% entre segunda e terça-feira.

(Valor Online)

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VALOR ECONOMICO_PIB cresce 1,8% no 3º trimestre ante o 2º trimestre, mostra IBGE

terça-feira, 9 de dezembro de 2008 0 comentários

RIO - O Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre deste ano teve expansão de 1,8% na comparação com os três meses antecedentes, e somou R$ 747,3 bilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram R$ 631,5 bilhões em Valor Adicionado e R$ 115,8 bilhões em impostos sobre produtos.
A atividade da Indústria aumentou 2,6% na comparação com os três meses anteriores, acompanhada por Agropecuária (1,5%) e Serviços (1,4%).

Entre os componentes da demanda do PIB, a formação bruta de capital fixo - indicativo dos investimentos feitos no país - subiu 6,7% perante o segundo trimestre e o consumo das famílias teve elevação de 2,8%. O consumo do governo registrou alta de 1,5%.

Na parte das contas externas, as exportações de bens e serviços verificaram queda de 0,6%, mas as importações tiveram ampliação de 6,4%, "apresentando o 12º crescimento seguido nessa base de comparação", destacou o IBGE.

(Valor Online)



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Bovespa segue bom humor externo e fecha em alta de mais de 8%

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008 0 comentários

Investidores estão otimistas sobre ajuda a montadoras nos EUA.Em todo o mundo, bolsas fecharam pregão com forte valorização.

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o pregão desta segunda-feira (8) em forte alta, seguindo o bom humor dos mercados de todo o mundo. O Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, registrou ganhos de 8,31% no fechamento, aos 38.284 pontos.

As empresas de mineração - que dependem em grande parte das montadoras de automóveis para garantir faturamento - tiveram forte recuperação. As ações de empresas como a Usiminas, a Vale do Rio Doce e a Gerdau lideraram os ganhos nesta segunda, todas com valorização superior a 13%. O volume negociado no dia foi de R$ 4,79 bilhões.


Ajuda à economia

Nos EUA, os investidores mantêm o otimismo à espera de uma solução para as montadoras do país. Durante o fim de semana, os congressistas chegaram a um acordo para resgatar o setor, que pede US$ 34 bilhões para seguir operando. O projeto deve ser votado nesta terça-feira (9).

A Casa Branca declarou nesta segunda-feira que está perto de um acordo com o congresso norte-americano para a liberação de um pacote de ajuda às três principais montadoras dos Estados Unidos, General Motors, Ford e Chrysler.
Além disso, no fim de semana, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, afirmou que, além da meta de gerar 2,5 milhões de empregos no país, sua administração também investirá pesadamente em infra-estrutura, o que anima a indústria de base.

Na Ásia, os oficiais chineses estariam negociando uma ampliação do plano de US$ 580 bilhões para estimular a economia. No domingo (7), a Índia anunciou US$ 4 bilhões em investimentos e o corte de impostos buscando manter seu ritmo de crescimento.

Bolsas pelo mundo

Na Europa, o dia foi de ganhos expressivos. As petrolíferas e os bancos subiram forte com a expectativa de corte na produção de petróleo pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). O principal índice de ações do continente encerrou o dia com alta de quase 7%.

Na Ásia, a segunda-feira também foi de ganhos, com o índice Nikkei 225, da Bolsa de Tóquio, avançando 5,20%. Seul ganhou 7,48%. Na China, Xangai teve elevação de 3,57%, enquanto Hong Kong subiu 8,66%.
(Com informações da Reuters, France Presse e Valor OnLine)

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Vamos contribuir com Santa Catarina.

domingo, 7 de dezembro de 2008 2 comentários



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Embraer anuncia construção de fábrica nos Estados Unidos

A fabricante brasileira de aviões Embraer anunciou a construção de sua primeira fábrica nos Estados Unidos para montagem de jatos executivos, no estado da Flórida.

A nova unidade ocupará uma área de 14 mil metros quadrados e deverá entrar em funcionamento em 2010, com uma capacidade de produção de até oito jatos por mês, disse a empresa num comunicado.

"Com o início das obras, celebramos um marco para a Embraer, com o lançamento da primeira unidade de produção nos Estados Unidos voltada para a aviação executiva", afirmou o presidente da empresa, Frederico Fleury Curado, citado no texto.

No final de julho, a empresa anunciou a construção de dois centros de excelência, na cidade de Évora, sul de Portugal, num investimento de 148 milhões de euros (R$ 479,5 milhões no câmbio atual).

O projeto inclui a implantação de uma unidade dedicada à fabricação de estruturas metálicas e outra para conjuntos em materiais compostos.

A Embraer é, em consórcio com a EADS, o maior acionista da portuguesa OGMA, detendo ambos 65% do capital da companhia.

O Estado português detém os restantes 35% da OGMA, por meio da holding Empordef.
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Ford estuda vender a Volvo

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008 0 comentários

A venda da marca sueca ajudaria a montadora americana a se desfazer de operações deficitárias e a mostrar disposição em tomar medidas radicais para se recuperar da crise


Afetada por uma das mais sérias crises da história das montadoras, a Ford admitiu nesta segunda-feira (01º/12) estar avaliando possibilidades para a sua subsidiária sueca, a Volvo, entre elas uma “possível venda” da marca, informa o periódico americano Wall Street Journal.

O anúncio surge dias antes de uma apresentação da empresa no Congresso dos Estados Unidos, marcada para esta quinta-feira, quando executivos da Ford vão se unir ao coro dos representantes da General Motors e da Chrysler no sentido de convencer os congressistas a aprovar uma ajuda de 25 bilhões de dólares às três montadoras.

A Ford fez questão de frisar que a venda é apenas uma das possibilidades para a Volvo e que as eventuais mudanças fazem parte de um pacote de medidas mais amplo que a empresa americana vem tomando no sentido de “fortalecer seu balanço e garantir que a companhia terá recursos para implementar um plano de mudanças baseado em produtos”. Segundo o jornal inglês Financial Times, porém, a notícia de que empresa está disposta a se desfazer de um ativo importante pode estar relacionada à necessidade de demonstrar aos parlamentares e aos investidores que a empresa não poupará esforços para se recuperar – uma postura que daria mais credibilidade ao empréstimo estatal americano.

No fim de semana, representantes da Ford e da GM e do governo da Suécia já haviam se reunido no país europeu com o fim de avaliar alguma forma de apoio do Estado às subsidiárias das empresas americanas, respectivamente a Volvo e a Saab. Uma maneira de injetar dinheiro na Ford sem desrespeitar as diretrizes da União Européia nesta área seria direcionar os recursos para fundos de pesquisa e desenvolvimento das empresas. Os representantes suecos, porém, não garantiram ajuda.

Encontrar uma solução para a Volvo ajudaria a Ford a se livrar de um dos atuais ralos por onde escoa o dinheiro da montadora americana. A companhia sueca registrou prejuízo de 458 milhões de dólares no terceiro trimestre e encontra-se em meio a um processo de demissão de 6 mil empregados, 25% da sua mão-de-obra.As perdas refletem quedas nas vendas nos principais mercados da Volvo, especialmente no americano, onde a venda de carros de grande porte despencou nos últimos meses.

Analistas ouvidos pelo FT acreditam que a Ford terá dificuldade em encontrar um comprador para a Volvo, em razão do enxugamento da liquidez global, do alto nível de endividamento da empresa e da relativa integração dos processos produtivos da companhia sueca com os da matriz americana.

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Dez dicas para mulheres em ambientes de trabalho dominados por homens

As mulheres que trabalham em corretoras de valores ou empresas de engenharia não precisam perder oportunidades de ascensão na carreira

Por Juan Velasquez
As mulheres têm ganhado espaço rapidamente no mercado de trabalho e já ocupam mais de 30% dos cargos executivos no Brasil. Alguns ambientes de trabalho, como corretoras de valores, empresas de engenharia ou áreas de tecnologia das companhias, no entanto, continuam sendo predominante masculinos. Um ambiente de trabalho em que as mulheres são minoria pode intimidar as profissionais e, por isso, atrapalhar sua ascensão na carreira. Abaixo o Portal EXAME lista dicas de profissionais de recursos humanos para mulheres vencerem os desafios profissionais mesmo em ambientes predominantemente masculinos:

Crie uma rede sustentação: Receber seguidas ligações de seu filho na empresa para tratar da excursão de final de ano ou da empregada para saber qual amaciante comprar pode ser necessário, mas não costuma ser bem visto por grandes organizações. Para a gerente-geral e coordenadora de operações na América Latina da consultoria de recursos humanos Right Management, Elaine Saad, é preciso considerar a idéia de criar uma rede de sustentação. Isso significa ter uma secretária em casa, um motorista para os filhos (quando necessário) ou pedir ajuda para a mãe ou outro parente. Parece muito dispendioso? Pois a executiva garante que o retorno, em dinheiro e em tempo, é muito vantajoso.

Pouca roupa pode passar um recado errado: Roupa muito decotada ou saia muito curta pode simplesmente passar o recado errado no ambiente de trabalho. Para Patrícia Epperlein, sócia-diretora da consultoria de capital humano Mariaca, o exagero pode simplesmente tirar a concentração dos homens. “Além disso, sua capacidade intelectual não é um atributo visível”, diz Elaine Saad.

Adote um postura firme, mas não masculina: Aceite que a mulher e o homem são diferentes. Não tente adotar uma atitude masculina, pois a mulher ficará em desvantagem. Para Elaine Saad, a mulher é, de fato, mais emocional, se envolve mais com situações e com pessoas. Mas por outro lado a mulher é mais intuitiva e pode ser mais hábil em contornar conflitos. “Por isso, primeiro seja mulher, depois pense em melhorar o que precisa ser melhorado como profissional”, disse. E não pense que não pode vencer o desafio só porque o ambiente é machista. “Se você entrou lá, então não se intimide. Seja confiante, mostre seu conhecimento”, diz Patrícia Epperlein.

Não se intimide com a gravidez: Algumas empresas evitam contratar mulheres que estão grávidas ou planejam ter filhos, mas entenda a gravidez como a ordem natural das coisas. É possível que a executiva tenha que cooperar com a empresa de alguma forma durante os meses em que esteja de licença-maternidade, mas sempre é possível mesclar o cuidado com o filho com o trabalho profissional feito de casa. Então não é preciso esconder seus planos de ter filhos.

Cervejinha com os rapazes às vezes é bom: Para Patrícia Epperlein, tomar uma cerveja as vezes pode ser bom para ser aceita na turma e trocar informações que possam ser importantes. Segundo ela, as executivas já têm o hábito de se reunir entre elas para falar de assunto pessoais - inclusive de homens. E ninguém tem nada a perder com a socialização com o sexo oposto.

Solteira, mas com vida: Caso seja solteira, não fique todo o tempo no escritório nem abra mão de sua vida fora do trabalho. Também não encare a vida solteira como um fracasso pessoal porque isso pode ter reflexo em sua auto-estima dentro do escritório. Embora as solteiras tenham menos responsabilidades na casa, assim como as mulheres casadas que não tem filhos, uma estrutura para gerir a casa também pode ser importante.

Espontaneidade vale ouro: Conselhos como "não fale determinada palavra" ou "não comece frases desse jeito" podem ser uma armadilha. Não é possível inventar um jeito de tornar-se menos emotiva ou prestativa. A espontaneidade é algo muito mais valioso dentro de uma organização, desde que não atrapalhe ninguém.

Saiba contra quem está brigando: Identificar se há alguém machista dentro da empresa é importante e pode evitar que você se aproxime de quem não é seu aliado de verdade. Segundo as consultoras, há hoje muitos homens que se dizem preocupados com as mulheres, que apóiam movimentos feministas, mas no fundo amam ter nascido homens pois acham que isso lhes dará vantagem em tudo.

Se não se sentir bem em um empresa, saia: O machismo não é o único responsável por um ambiente ruim de trabalho. Às vezes o lugar não é para você. Se acha que não vai agüentar o tranco, troque de emprego. A mulher possui uma vantagem ao deixar um cargo, que é a menor pressão ao ficar desempregada.

Leve em conta seu objetivo de vida: A mulher possui quatro perfis: profissional, pessoal, familiar e espiritual. “Este último pode ser encarado como o seu objetivo na vida, repensar sempre o caminho que está tomando, se faz bem para você etc. Isso não deve se perder de vista nunca”, conclui Elaine Saad.
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