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Entenda o sobe-e-desce do mercado financeiro

terça-feira, 30 de setembro de 2008 0 comentários

Crise internacional tem afetado as bolsas em todo o mundo.
Bolsa é 'termômetro' para humor dos mercados.
bolsas de valores em tempos de crise confunde as pessoas que não estão acostumadas com o mercado de ações, ou seja: a maioria imensa da população.

Nas últimas duas semanas, o vai-e-vem parece ser a única certeza.
No dia em que banco americano Lehman Brothers quebrou, a bolsa despencou; depois, subiu um pouco. E voltou a cair pesado quando quem quebrou foi a seguradora americana AIG.

Veja o comportamento da Bovespa em setembro

Os bancos centrais ajudaram, e a bolsa voltou a subir e subiu mais ainda quando o governo dos Estados Unidos prometeu um "pacotão" de ajuda para os bancos. A semana de negociação do pacote no Congresso foi um sobe-e-desce. Até que, ontem, a rejeição no Congresso americano provocou a queda de quase 10%. Hoje, nova inversão. Alta de 7,63%.

Reação
A bolsa de valores costuma ser encarada como um termômetro do humor do mercado - um indicador da confiança que o investidor tem ou deixa de ter futuro da economia.

Mas o que pode ter acontecido de ontem pra hoje pra justificar uma oscilação tão grande dos humores e desse termômetro? Em uma das maiores corretoras de valores do país, o economista se esforça para achar explicação. “A gente pode dizer que o termômetro não está funcionando tão bem. o que acontece é os investidores ficam perdidos e não sabem atribuir preço. é como se o mercúrio lá em cima subisse e descesse sem parar”, comparou Celso Boin Jr., chefe de análise de mercado. Nessa hora, muita gente vende o quem tem nas mãos para diminuir o prejuízo - sem pensar que a decisão de hoje pode não fazer sentido amanhã. “Quando está todo mundo querendo vender, às vezes é um bom momento de comprar. E quando está todo mundo querendo comprar talvez seja um bom momento pra se vender. Se pensar no longo prazo e comprando um pouquinho por dia, evitando essas oscilações, que as vezes são malucas pode ser um bom negócio”, diz o economista Luiz Fernando Figueiredo.
Fonte: G1
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Cautelosa, SLW divulga carteira recomendada para primeira semana de outubro

SÃO PAULO - A carteira semanal da corretora SLW traz cinco recomendações de papéis que, segundo os analistas, trazem boas oportunidades de valorização no curto prazo.

Dentre as perspectivas para os próximos dias, a corretora enfatiza a continuidade da volatilidade observada nos últimos pregões, dada a dependência elevada das principais praças financeiras em relação ao plano de resgate a Wall Street.

Portfólio em foco
Na última semana, a carteira recomendada da SLW apresentou performance superior ao Ibovespa, com queda de 3%, enquanto o índice recuou 4,3%. Destaque positivo para as ações de Telesp (TLPP4) e Petrobras (PETR4), com altas respectivas de 6,4% e 1,3%.

No entanto, a corretora optou por realizar duas alterações em seu portfólio, explicitadas pela saída das ações da Localiza (RENT3), que obteve forte desvalorização com a venda de um fundo estrangeiro, e do Pão de Açúcar (PCAR4). Em substituição, entram os ativos de Eletrobrás (ELET3) e Cemig ( CMIG4).

Confira as recomendações:

Empresa____Código _Preço Justo _Upside*
Petrobras ____PETR4 ____R$ 60,00 _______83%
Telesp ______TLPP4 ____R$ 70,00________ 68%
Cemig______ CMIG4____ R$ 48,00 ________37%
AES Tietê ____GETI4____ R$ 23,30_______ 58%
Eletrobrás____ ELET3____ R$ 47,56_______ 78%
*Potencial de valorização com base em 29 de setembro

Por que essas sugestões?

Petrobras
As ações da empresa sofreram forte desvalorização com a saída do investidor estrangeiro da bolsa e a queda das cotações do petróleo. Porém, a corretora acredita que, com o possível socorro do governo norte-americano e recuperação do preço da commodity, as ações voltem a se recuperar, seguindo o movimento dos mercados globais.

Cemig
Para os analistas, as perspectivas continuam favoráveis para a empresa, tanto no âmbito operacional quanto no financeiro, dada a continuidade na melhoria de eficiência, através de redução de custos e novos negócios.

Eletrobrás
De acordo com a corretora, a companhia possui perspectivas otimistas, explicitada pela concretização do lançamento dos ADRs (American Depositary Receipts) nível II, que começam a ser negociados no próximo dia 31. Em adição, a SLW projeta que o resultado operacional do terceiro trimestre apresentará rendimentos favoráveis.

AES Tietê
Os analistas ressaltam as expectativas favoráveis para a empresa, com crescimento de resultados e boa distribuição de dividendos.

Telesp

A corretora enxerga a Telesp como uma alternativa conservadora em tempos de turbulência, como o observado nos últimos dias, por causa do perfil da empresa de boa pagadora de dividendos. Além disso, as ações estão muito descontadas na avaliação da SLW.

Fonte: Equipe InfoMoney

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Principais bolsas asiáticas abrem terça-feira em queda

segunda-feira, 29 de setembro de 2008 0 comentários

As principais bolsas asiáticas abriram a terça-feira em queda, no dia seguinte à notícia de que a Câmara dos Representantes dos EUA rejeitou o plano do governo americano para tentar barrar a crise econômica.
Em Tóquio, o índice Nikkei caiu quase 5% nos primeiros minutos desta terça-feira, enquanto na Coréia do Sul, a bolsa sofria perdas de 3,63%.

Já em Taiwan, as notícia do fracasso nas negociações nos Estados Unidos fizeram com que a bolsa abrisse com uma queda de 6,66%.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng registrava perdas de 5,47% apenas 10 minutos depois da abertura do pregão.

"Isto (o fracasso do plano) vai ter um grande impacto na economia dos EUA e também vai afetar a economia global", afirmou nesta terça-feira o ministro da Economia do Japão, Kaoru Yosano.

Austrália e Nova Zelândia também sofreram perdas similares nas primeiras horas de terça, com a bolsa de Sidney marcando queda de 5,3% e a de Wellington 4,7%.

O primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, afirmou ter conversado com o premiê britânico, Gordon Brown, e os dois teriam concordado em pedir ao Congresso americano urgência para aprovar o acordo.

Perdas históricas

As perdas na Ásia chegam algumas horas depois de a Bolsa de Valores de Nova York ter registrado sua maior queda em pontos em um único dia na história.

O índice Dow Jones fechou a segunda-feira com queda de 6,98%, e o índice da bolsa eletrônica Nasdaq recuou 9,14%.

O Dow Jones acumulou uma queda de 777,68 pontos. A baixa recorde anterior era de 721,56 pontos, alcançada no primeiro dia de negócios na bolsa de Nova York após os ataques de 11 de setembro de 2001.

Seguindo a tendência americana, a Bolsa de Valores de São Paulo também despencou. O índice Bovespa terminou a segunda-feira com queda de 9,36%, depois de alcançar baixa de 13%. As negociações chegaram a ser paralisadas depois que o índice Bovespa recuou mais de 10% no início da tarde.

Rejeição na Câmara

A Câmara dos Estados Unidos rejeitou nesta segunda-feira, por 228 votos contra 205, o megapacote econômico de US$ 700 bilhões proposto pelo governo americano.

Cerca de dois terços dos deputados republicanos, correligionários do presidente George W. Bush, votaram contra o pacote.

O pacote havia sido proposto pelo presidente George W. Bush no dia 20 de setembro.

O líder americano havia defendido que os congressistas precisavam aprovar a proposta com urgência, para evitar que a crise no sistema financeiro se espalhasse por toda a economia.

Os deputados republicanos levantaram objeções tanto quanto ao conteúdo do pacote como à pressa em que ele foi colocado em votação.

No fim de semana, líderes partidários haviam chegado a um acordo em relação a pontos polêmicos, como mecanismos de supervisão do mercado financeiro, proteção para os contribuintes e limites aos salários de executivos de instituições financeiras.

As concessões, porém, não foram suficientes para convencer boa parte dos congressistas a seguir a orientação dos líderes no plenário.
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Uma das maiores quedas da história da bovespa

Hoje a Bovespa enfrentou uma de suas maiores quedas dentro de dez anos.
O pregão que já abriu com queda inicial de -3,85% continuou em queda livre passando de -10,36%, para evitar o descontrole dos investidores o pregão foi interrompido por meia hora a fim de acalmar os ânimos dos investidores e evitar maiores perdas mas não foi o suficiente para segurar o preço dos papéis lá negociados e o ibovespa chegou a atingir baixa de -13,82% e só no finãl do pregão se recuperava mas ainda em baixa de -9,36%.
Este resultado negativo se deu por conta da não aprovação do senado americano ao pacote de 700 BI apresentado pelo governo para minimizar as perdas e conter a quebra de seu sistema financeiro, como haverá eleições para senadores este ano nos EUA, eles não quiseram arriscar manchar sua imagem como salvadores de bancos.
As bolsas americanas apresentaram grandes perdas que hoje somaram mais de Um trilhao de dólares, com isso as companhias perde a maior de suas fontes de financiamento e com o sistema bancário semi-falido e o consumo retraído, são poucas as suas chances de recuperação no médio prazo o que reflete negativamente em todo o mundo uma vez que o mundo tem nos EUA o seu maior mercado.
O dilema vivido pelos amerianos nestes dias é se o governo tem ou não o dever de salvar o sistema financeiro com dinheiro público ou deixar que este assuma as sua arrogância irresponsabilidade.

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Congresso dos EUA fecha acordo sobre pacote econômico

domingo, 28 de setembro de 2008 0 comentários

Líderes dos partidos Republicano e Democrata no Congresso dos Estados Unidos chegaram neste domingo a um acordo sobre o texto do pacote de US$ 700 bilhões apresentado pelo governo para socorrer o setor financeiro.
Segundo o senador republicano Judd Gregg, os congressistas acertaram detalhes do projeto, que tem mais de cem páginas, depois de negociações que se estenderam por todo o final de semana.

A previsão é de que o plano seja votado na Câmara dos Representantes nesta segunda-feira e chegue ao Senado até quarta-feira.

"Nós demos ao secretário (do Tesouro, Henry Paulson) a autoridade e os recursos e a flexibilidade necessária... para conseguir ir adiante e estabilizar os mercados de crédito", disse Gregg.

No entanto, ainda não foram divulgados detalhes do acordo.

O governo americano quer que o acordo seja anunciado oficialmente antes da abertura dos mercados asiáticos na segunda-feira.

O Congresso deveria ter entrado em recesso na sexta-feira, mas teve de realizar uma rara sessão no fim de semana devido à necessidade de um acordo sobre o plano.

Intervenção
O pacote representa a maior intevenção nos mercados desde a Grande Depressão da década de 30 e tem como objetivo principal retirar do mercado os “créditos podres” ligados à crise de hipotecas que estão em poder do mercado financeiro nos Estados Unidos.

O governo pretende comprar esses papéis para retirá-los da mão das empresas, fazendo com que sua situação financeira melhore, diminuindo o risco de falência e, em tese, aumentando o volume de dinheiro e crédito à disposição do mercado em geral.

Um esboço do acordo, divulgado no início deste domingo, dá ao secretário do Tesouro o poder de supervisionar o plano de dois anos.

De acordo com a correspondente da BBC em Washington Kim Ghattas, aparentemente todas as exigências dos democratas foram incluídas no projeto, incluindo a liberação gradual dos recursos, a maior supervisão do pacote por parte do Congresso e limites de pagamento para executivos de companhias que buscarem socorro financeiro.

A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, disse que o novo acordo prevê a liberação de US$ 250 bilhões imediatamente e de outros US$ 100 bilhões quando for decidido pelo presidente George W. Bush.

Os US$ 350 bilhões restantes, porém, só serão liberados após aprovação do Congresso.

Também estão previstos mecanismos para proteger os contribuintes, que receberiam ações e oportunidades de lucro relacionadas a qualquer título negociado.

Os dois candidatos à Presidência americana, o republicano John McCain e o democrata Barack Obama, saudaram o fechamento do acordo.



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Hyundai terá fábrica em Piracicaba

A coreana Hyundai Motor Company assina hoje, em São Paulo, protocolo de intenções para a construção de uma fábrica em Piracicaba. Inicialmente o grupo, sexto maior fabricante de veículos no mundo, vai investir US$ 600 milhões para produzir 100 mil carros por ano, mas o projeto é mais ambicioso.

Dois anos após o início das operações, previsto para 2011, a empresa pretende montar uma unidade de motores e uma de transmissões para, mais adiante, triplicar a produção. O projeto completo está orçado em US$ 1,6 bilhão (quase R$ 3 bilhões).

O dinheiro virá de recursos próprios e de financiamentos que a montadora pretende buscar, em princípio, nas agências externas. O vice-presidente da Hyundai Motor, In Seo Kim, afirma que esta será a entrada da empresa na América Latina, mas que a pretensão é de exportar também para outros países do continente.

Além do investimento direto, um grupo de 20 fornecedores de autopeças coreanas estuda instalar unidades locais, o que resultaria em aportes extras de US$ 250 milhões a US$ 400 milhões. Cinco empresas já confirmaram unidades produtivas para fornecer painéis, peças de estamparia, ar condicionado, pára-choques e bancos.

O protocolo será assinado hoje a tarde no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador José Serra e do presidente de negócios internacionais, vendas domésticas e planejamento da Hyundai, Jae-Kook Choi. Em novembro, na cerimônia de instalação da pedra fundamental, devem participar o presidente da Coréia do Sul Lee Myung-bak, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente mundial do grupo Hyundai, Chung Mong-Koo.

O modelo a ser fabricado em Piracicaba é um compacto que está sendo desenvolvido na Coréia especialmente para o mercado latino-americano. Kim só adiantou que haverá versões hatchback e sedã do modelo, que terá motores 1.0 e 1.6 flex. Hoje, custariam a partir de R$ 25 mil. Para a produção de 100 mil veículos ao ano serão contratados 1,5 mil funcionários.

O Brasil será o sétimo país a abrigar uma fábrica do grupo, que tem unidades, além da Coréia, nos EUA, China, Índia, Turquia, República Checa e Rússia. Antes de escolher Piracicaba, os executivos da Hyundai visitaram 35 locais em seis Estados (Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio e Bahia, além de São Paulo).

Terreno

As obras de construção da fábrica começarão em junho de 2009. O terreno de 130 hectares, que hoje abriga uma plantação de cana, será doado pela Prefeitura, que vai adquiri-lo de particulares. O município também garantiu incentivos fiscais previstos na lei local.

Kim explicou que todas as fábricas construídas pela Hyundai, com exceção da unidade da Turquia, têm capacidade para 300 mil veículos ao ano, volume que a companhia considera ideal para uma indústria automobilística ser eficiente.

Ele contou que, a princípio, a idéia era começar com 150 mil unidades ao ano, das quais 100 mil para o mercado interno e o restante para exportação, mas a decisão final foi de aguardar ao menos dois anos para começar a exportar. Antes, pretende-se atingir 60% de índice de nacionalização. Inicialmente, entre 50% a 60% das peças serão importadas. Em cinco anos, a montadora pretende atingir 90% de índice de nacioalização.

O grupo Caoa, do empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que já tem uma fábrica com a marca Hyundai em Anápolis (GO), seguirá com seus projetos de montagem do minicaminhão HR e, no próximo ano, do utilitário Tucson. Kim disse que o grupo continuará sendo o importador oficial da marca e que sua rede de distribuidores poderá vender os carros, assim como o contrário. A criação de uma rede própria de concessionárias, afirma ele, está em negociação.

A Hyundai deve produzir este ano mais de 4 milhões de veículos no mundo e, junto com a coligada Kia, emprega 120 mil pessoas.

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Quem vai ganhar a eleição Americana?

Quem deve ocupar a Casa Branca nos próximos anos?

Acompanhe ao vivo aqui a percepção dos eleitores americanos a quem deve assumir a casa branca nos próximoa anos, o páreo e duro e o placar muda em tempo real.
candidates.amung.us obama_____X______ candidates.amung.us mccain

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Petrobras encontra óleo leve na Bacia de Santos acima da camada de sal

sábado, 27 de setembro de 2008 0 comentários

Nova descoberta da Petrobras

A Petrobras comprovou a presença de óleo no poço 1-BRSA-658-SPS (1-SPS-57), localizado ao sul da Bacia de Santos, em reservatórios arenosos acima da camada de sal. Embora não esteja situado no pré-sal, essa descoberta, segundo fato relevante enviado pela companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), "confirma o bom potencial de óleo leve nas porções de águas rasas daquela bacia". Segundo a empresa, o volume de óleo recuperável na região pode ser de cerca de 150 milhões de barris de óleo equivalente.
O poço situa-se no bloco S-M-1289 da concessão BM-S-40, no qual a Petrobras detém 100% de participação. O bloco está localizado a cerca de 200 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, em lamina d'água de 274 metros, e fica a 9,3 quilômetros da primeira descoberta na região, no poço 1-SPS-56, no prospecto de Tiro, que foi anunciada em maio deste ano.

"Embora ainda esteja na fase preliminar de avaliação, a empresa, baseada nos dois poços e nas anomalias dos dados sísmicos, estima que o volume recuperável de óleo nessa área seja de aproximadamente 150 milhões de barris de óleo equivalente", diz o fato relevante.

Os reservatórios descobertos são do tipo arenoso e estão situados a aproximadamente 2.060 metros de profundidade. Segundo a Petrobras, a produtividade dos reservatórios será avaliada imediatamente por meio de um teste de formação a poço revestido.

"As dimensões das descobertas feitas por esses poços só serão definidas após Plano de Avaliação que será proposto à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), conforme determina o contrato de concessão BM-S-40", diz o fato relevante.

(Rafael Rosas Valor Online)

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Gradual divulga carteira recomendada para última semana de setembro

quinta-feira, 25 de setembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - A carteira semanal da corretora Gradual traz dez recomendações de papéis que, segundo os analistas, oferecem boas perspectivas de valorização no curto prazo.

A corretora ressalta as incertezas em relação ao pacote anti-crise norte-americano e a conseqüente volatilidade da renda variável. Com tal cenário de incertezas ao fundo, os analistas diminuíram a exposição da carteira aos papéis mais líquidos (Vale e Petrobras).

"Também reduzimos as participações de Transmissão Paulista (TRPL4) e Telemar (TNLP4), que apresentaram expressiva valorização na semana anterior (+11,4% e +15,6%, respectivamente)", afirmou a equipe de analistas.

Foram incluídas as ações da Telesp (TLPP4), como "interessante alternativa defensiva", e a Sadia (SDIA4), "pelo bom momento da empresa aliado à cotação extremamente atrativa".

Confira as favoritas

Empresa____Código___Preço alvo____Upside*____Peso
Petrobras_____PETR4_____R$ 54,00_______62%_______20%
Vale_________VALE5_____R$ 56,40_______68%_______10%
Usiminas_____USIM5_____R$ 95,00_______115%______ 10%
VCP_________VCPA4_____R$ 58,00_______61%_______10%
Confab_______CNFB4_____R$ 8,30________59%_______10%
Weg________WEGE3_____R$ 27,00________75%_______10%
Sadia________SDIA4_____R$ 16,00________61%_______10%
Telefonica____TLPP4_____R$ 59,90________42%_______10%
Oi__________TNLP4_____R$ 54,40_______72%________5%
TransPaulista__TRPL4_____R$ 54,40_______14%________5%
*Potencial de valorização com base no fechamento de 22 de setembro.

Por que as recomendações?
Petrobras
A corretora observa que o preço atual das ações é inferior ao preço anterior às descobertas dos grandes poços. A definição do marco regulatório, com a eventual criação de uma nova estatal para administrar o pré-sal deve reduzir o temor dos investidores em relação ao risco das ações da empresa, contribuindo para a recuperação dos papéis.

Vale
Apesar das perspectivas de desaquecimento da economia global no segundo semestre de 2008, os analistas afirmam que os fundamentos do mercado de minérios e metais não fortemente afetados, graças à demanda dos países emergentes. Com mais de 80% da receita proveniente de vendas externas, a corretora acredita que a companhia deve ser uma das principais beneficiadas pela apreciação do dólar.

Usiminas
A Gradual vê a Usiminas como a opção mais conservadora de investimento dentro do setor siderúrgico, sendo a empresa mais capitalizada e menos dependente de encomendas internacionais. É ressaltada a expansão dos setores de máquinas agrícolas, industrial e especialmente o setor naval que, em função do programa de ampliação da frota de navios da Transpetro, deverá apresentar uma demanda crescente ao longo dos próximos anos.

VCP
Segundo os analistas, a conclusão do acordo entre a Votorantim Industrial e a Arainvest formalizou a criação de uma nova companhia, com a combinação dos ativos da VCP e da Aracruz. Para eles, a empresa resultante será a maior produtora mundial de celulose, com 14% de participação de mercado.

Confab
A empresa deve ser muito favorecida pela expansão da rede de gasodutos no Brasil (a empresa é a principal fornecedora de tubos para a exploração do pré-sal), conforme a corretora, que vê o aumento da produção da Petrobras em 15% até 2012 e o fornecimento de tubos para álcooldutos e minerodutos como importantes drivers para a empresa.

WEG
A recente valorização do dólar frente ao real reduz o efeito negativo sobre a receita de exportações da empresa, acreditam os analistas. Segundo eles, a demanda pelo produtos deve permanecer elevada mesmo com a economia internacional em desaceleração.

Sadia
Com a pressão nas divisas internacionais do país e a conseqüente alta do câmbio, empresas como a Sadia, que tem quase 50% do seu faturamento proveniente do mercado externo, vem se beneficiando das vendas ao exterior.

Telesp
A Gradual observa que a Telesp tem apresentado bom desempenho no segmento de banda larga. Além disso, a margem EBITDA tem se mantido em patamares atrativos e a empresa é conhecida por seu perfil de excelente pagadora de dividendos, constituindo-se em uma boa alternativa defensiva para a carteira

Telemar
Os analistas ressaltam que a Telemar vem apresentando bom desempenho operacional, com a forte expansão da telefonia móvel compensando a estagnação da telefonia fixa. Ainda aguarda-se a aprovação pelo governo da incorporação da Brasil Telecom pela Telemar, resultando no maior conglomerado de telecomunicações do país.

Transmissão Paulista
A corretora coloca a empresa como uma alternativa de investimento que apresenta estabilidade na receita (a remuneração é corrigida anualmente pela inflação e definida anualmente pela Aneel com base na rede disponível e novos investimentos) e baixo risco (não depende de condições meteorológicas e nem de variações na demanda).

Por: Equipe InfoMoney
InfoMoney

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Petrobras: Merrill Lynch reduz preço-alvo, mas reitera perspectiva positiva

SÃO PAULO - Os reflexos da crise financeira norte-americana, que vêm derrubando as bolsas ao redor do mundo, foram apontados como principal fator para a Merrill Lynch reduzir seus preços-alvo para os papéis das principais petrolíferas da América Latina, entre elas a Petrobras (PETR3, PETR4).

Os analistas do banco acreditam que o forte aumento da aversão global ao risco nos últimos dias diminuiu de forma considerável o potencial de valorização dos ativos do setor, embora as perspectivas - ao menos para a companhia brasileira - permaneçam favoráveis.

Upside cai, mas perspectivas seguem favoráveis
Os ADRs (American Depositary Receipts) da Petrobras tiveram seu target para os próximos doze meses reduzido de US$ 92,00 para US$ 75,00 pela Merrill Lynch. Com a alteração, o potencial de valorização do papel cai de 103% para 66%, baseado na cotação do fechamento desta quarta-feira (24).

A despeito da nova projeção, a instituição ressalta o forte potencial de exploração de novas reservas e as expectativas de crescimento da produção da estatal para continuar apontando suas ações como uma das melhores opções de investimento no setor petrolífero latino-americano.

Neste sentido, a equipe do banco destaca dois eventos que devem reduzir as incertezas e enfatizar as boas perspectivas para a Petrobras: a definição das possíveis mudanças regulatórias nas concessões do pré-sal e o anúncio de seu novo plano estratégico.

Catalisadores para os papéis
Os analistas lembraram que o relatório da comissão que está trabalhando em um novo marco regulatório para a exploração da commodity no Brasil deverá ser entregue ao presidente Lula no próximo dia 5. Para eles, se as alterações se limitarem somente às concessões já existentes, a resposta do mercado será positiva.

Já com relação ao anúncio da estratégia, a Merrill Lynch espera que a Petrobras mostre um planejamento voltado para um prazo mais longo, de no mínimo 10 anos, focado principalmente no potencial de produção da região do pré-sal e no aumento de seu capex (capital utilizado para adquirir ou melhorar os bens físicos).

Assim como nos últimos anos, a instituição espera uma evolução nos investimentos programados pela estatal. Contudo, acredita que, graças à inclusão dos gastos com a exploração das novas reservas, este aumento pode ser relativamente alto, podendo chegar até US$ 180 bilhões nos próximos cinco anos.

OGX também é alvo do relatório
Outra empresa que teve seu preço-alvo reduzido pela Merrill Lynch foi a OGX Petróleo (OGXP3). O target para as ações passou de R$ 825,00 para R$ 720,00 nos próximos doze meses - potencial de valorização de 73%.

No entanto, a exemplo da Petrobras, os analistas destacaram que os bons fundamentos da companhia permanecem inalterados. O otimismo se baseia especialmente nos progressos feitos pela OGX para iniciar a perfuração em suas concessões já no próximo ano.

Por: Gabriel Ignatti Casonato
InfoMoney

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Proibição da venda a descoberto pune a todos, especuladores ou não

SÃO PAULO - "Na atual situação do mercado, as vendas a descoberto podem levar as companhias do setor financeiro à ruína". A frase de Jochen Sanio, presidente do órgão fiscalizador do mercado financeiro alemão, o Bafin, sintetiza a visão dos reguladores ao redor do mundo acerca do "short-selling".

A caça aos "short-sellers" começa no dia 18 de setembro, com um comunicado da reguladora da City de Londres, a FSA, banindo este tipo de negócio com papéis do setor financeiro. No dia 19, a norte-americana SEC também adere à proibição. Em seguida, o mundo acompanha. [veja quadro abaixo]

"A mudança de regra foi feita com as melhores intenções, mas não pune somente os especuladores"
O novo bode expiatório dos reguladores foi eleito depois de diversas acusações de que operações de venda a descoberto ampliaram a queda das ações da HBOS, maior financiadora de hipotecas do Reino Unido, antes da sua venda para o Lloyds TSB, na bolsa de Londres na última semana.

Analistas apontam a expressiva alta dos papéis do setor financeiro no dia 19 como uma resposta à medida. A alta do índice FTSE 100 foi a maior desde 1987. A operação a descoberto acontece quando investidores vendem ações sem detê-las ou emprestadas, na esperança de que o preço recue. Caso isso ocorra, eles compram os papéis com um preço menor, os devolvem, e embolsam a diferença.

A culpa é de quem?
Na segunda-feira (23), entretanto, o setor financeiro voltou a cair forte nos EUA, sem a influência das operações descobertas. Na terça-feira (24), Londres acompanhou recuo. Apesar de vista pelos reguladores como um fator adicional de especulação, a venda a descoberto é também usada como mecanismo de proteção do investidor. "Há dois participantes, quem procura proteção e as pessoas que trabalham com risco", explica Juliano Lima Pinheiro, professor de Finanças do Ibmec-MG.

Para Augusto Vieira, gestor do fundo Neo Long & Short da Neo Investimentos, "a mudança de regra foi feita com as melhores intenções, mas não pune somente os especuladores". A questão levantada é a de que a aposta na queda dos papéis de uma determinada empresa não é, necessariamente, o fato causador da baixa. Ou seja, a venda a descoberto seria um sintoma, e não o causador da forte queda. Os fundamentos é que devem responder à pergunta.

"Ao longo do tempo, caso os bancos não melhorem os fundamentos, as ações vão continuar a cair, talvez em um ritmo menor. Com as vendas a descoberto, o ajuste seria mais rápido", adiciona o gestor da Neo.
Por: Gustavo Kahil
InfoMoney
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Crise: bancos quebram, Buffett ganha US$ 650 milhões da noite para o dia

SÃO PAULO - Tempos de crise e nervosismo extremado nos mercados são também os momentos em que oportunidades valiosas se fazem presentes. Tal prerrogativa não é segredo. No calor das tensões, chances únicas de lucros vultosos surgem ocultas entre as oscilações das bolsas. Mas a execução do conceito passa longe de ser fácil.

Conhecimento de mercado, disciplina financeira, paciência. São apenas algumas das muitas virtudes indispensáveis para que um investidor possa crescer justamente no contrapé das perdas dos outros. Todavia, dada a amplitude que as turbulências podem assumir, muitas vezes tais características de pouco valem sem um poder de fogo por trás.

Correr riscos é parte do lucro na renda variável. Mas aquele que possui capital de sobra tem muito mais disposição e segurança para montar posições ousadas no mercado. Ainda que eventuais perdas possam ser sentidas, o potencial de lucros exponenciais compensa para os que não têm muito a perder e têm muito a ganhar. Não à toa, personagens como Warren Buffett e George Soros são expoentes em momentos de baixa nas bolsas.

Se o 'Sábio de Omaha' confia...
Foi o que ocorreu na última quarta-feira (24). O mega-investidor Warren Buffet anunciou uma infusão de US$ 5 bilhões no Goldman Sachs, uma das vítimas mais recentes da crise no sistema financeiro. Para se ter uma idéia do poder de fogo de Buffett, o mesmo montante foi o que o banco conseguiu captar em toda a sua oferta pública de ações no mercado.

A operação foi vista com bons olhos pelos investidores. Afinal, se o bilionário estava apostando na firma, é sinal de que a situação do Goldman Sachs não deve estar tão deteriorada. "Em nossa opinião, os investidores viram na transação um voto de confiança dado pelo Sábio de Omaha", opina a equipe do Citi, referindo-se a uma das alcunhas populares de Buffett.

Os analistas do Citi transparecem maiores detalhes acerca do negócio fechado entre Buffett e o Goldman Sachs. A firma de Wall Street, pressionada pela falta de liquidez e urgente necessidade de captação de recursos, concordou em vender considerável parte de seus papéis ordinários por um preço bem abaixo do mercado. Os ativos foram arrematados a US$ 115,00 cada, ao passo que a cotação do último pregão ficou em cerca de US$ 129,9.

Assim, mesmo que liquidasse sua posição adquirida já nesta quinta-feira, Warren Buffet veria seu patrimônio ser acrescido em cerca de US$ 650 milhões, literalmente, da noite para o dia. Mas ele sabe que tem muito a ganhar se mantiver suas ações na carteira. Buffett é uma das poucas figuras com forte poder de influência sobre os mercados. Não é coincidência que as ações do Goldman sobem 2% neste pregão. Os US$ 650 milhões crescem ainda mais.

Só benefícios
As entradas ousadas de bilionários como Buffett podem gerar benefícios aos mercados. Desconsiderando, é claro, os lucros conquistados por eles mesmos, as companhias em apuros contábeis agradecem as injeções de capital. Se as firmas respiram mais aliviadas, nem que seja por um curto período de tempo, os temores entre os investidores também se vêem decrescidos, para não falar do "voto de confiança" citado pelo Citi.

Buffett já deu indícios de que pode estar perto de realizar nova operação bilionária na onda da crise. Em entrevista concedida recentemente à rede de televisão CNBC, o mega-investidor mostrou-se interessado em adquirir partes da seguradora AIG, socorrida às pressas pelo Fed na semana passada.
Por: Nathália A. Terra Pereira
InfoMoney
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Lula sanciona nova lei para estágio de estudantes

O que vai mudar na vida dos estagiários com a nova lei?

Por: Roberta de Matos Vilas Boas
26/09/08 - 09h06
InfoMoney

SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a nova lei de estágio de estudantes que, entre outras coisas, determina a carga horária máxima de 6 horas diárias de trabalho. A lei foi publicada nesta sexta-feira (26) no Diário Oficial da União.

Com isso, os estagiários que ficarem mais de um ano em uma mesma empresa terão direito a férias remuneradas de 30 dias. Caso o estágio dure menos de um ano, os dias de recesso deverão ser concedidos de forma proporcional.

Pagamentos e benefícios aos estagiários
As empresas que os contratarem também deverão obrigatoriamente conceder bolsa ou outra forma de contraprestação, além de auxílio-transporte e seguro de vida, quando o estágio não for obrigatório.

O contrato também não poderá exceder dois anos, com exceção dos casos em que o estagiário seja portador de alguma deficiência.

Também é determinado o número máximo de estagiários que uma empresa poderá contratar. Caso a companhia tenha até cinco funcionários, poderá contratar no máximo 1 estudante como estagiário. Entre 6 e 10 empregados, o número sobe para dois, entre 11 e 25 para cinco e, acima dessa quantia, a instituição poderá contratar, como estagiário, no máximo 20% do número de seus empregados. Essas restrições, no entanto, não se aplicam aos estágios de nível superior e de nível médio profissional.

Segundo a lei, manter estagiários em desconformidade com as novas regras caracteriza vínculo de emprego para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade será impedida de contratar estagiários por dois anosBookmark and Share

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Lula deve reabrir compra de ações da Petrobras com FGTS

domingo, 21 de setembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu permitir o uso de recursos do FGTS numa nova rodada de investimentos na Petrobras, tendo em vista os desafios de exploração do petróleo na camada pré-sal.

Segundo informou neste domingo o jornal Folha de S.Paulo, trabalhadores poderão utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) numa nova rodada de investimentos na Petrobras.

Entretanto, para permitir a capitalização, será preciso mudar a lei.

Quem já tem ações da estatal compradas com o FGTS poderá voltar a aplicar na empresa.

Segundo o jornal, Lula decidiu que a União fará capitalização da Petrobras para elevar participação nos lucros da empresa, que tendem a aumentar com o pré-sal, onde se encontram grandes reservas petrolíferas.

Desde 2000, acrescentou a Folha, quando cerca de 312 mil trabalhadores usaram o fundo para comprar as ações da Petrobras, o investimento rendeu 766,8 por cento.
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Brasil Brokers anuncia que recomprará 3,5 milhões de suas ações

quarta-feira, 17 de setembro de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - Em nota enviada nesta quarta-feira (17), a Brasil Brokers Participações S.A. (BBRK3), comunicou ao mercado que seu conselho de administração autorizou a aquisição de ações de emissão da própria companhia, para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento.

Limites e condições
De acordo com o comunicado, lembrando que a quantidade de ações em circulação no mercado é de cerca de 75,6 milhões, a aquisição deverá ter um máximo de 3,5 milhões de ações, com um prazo de 365 dias a contar da presente data.

Ademais, a companhia informa que contratou o Credit Suisse como instituição intermediaria para a realização da operação e que o preço de aquisição das ações não poderá ser superior ao da sua respectiva cotação na Bolsa de Valores

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Morgan Stanley estuda proposta de fusão com Wachovia, diz jornal

SÃO PAULO - A mídia internacional coloca o Morgan Stanley, um dos maiores bancos de investimentos dos EUA, em potencial fusão com o Wachovia ou com algum outro banco.

Como divulgado no The New York Times, pessoas ligadas às negociações disseram que o CEO (Chief Executive Officer) do Morgan Stanley, John J. Mack, recebeu nesta quarta-feira (17) um telefonema que expressava o interesse do Wachovia pelo banco de investimentos.

Considerando as opções
Conforme noticiado, o Morgan Stanley está considerando suas opções, já que outras instituições financeiras também se mostraram interessadas em sua aquisição.

Vale lembrar que, enquanto o Morgan Stanley estuda sua posição, seu par Washington Mutual contratou o Goldman Sachs para fazer sua audição, que segundo publicado pelo jornal, já começou a alguns dias atrás.
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De olho na questão financeira

Não importa se você está começando o seu negócio agora ou se o mesmo já está estabelecido. Na hora de pedir dinheiro emprestado, é importante que você tenha uma idéia bastante clara de como pretende utilizar e, eventualmente, pagar por esses recursos.

Os financiamentos devem ser utilizados para fortalecer o negócio e, quando for preciso, para garantir necessidades temporárias de caixa. Se a sua empresa enfrenta problemas e não está conseguindo vender o suficiente para pagar as suas despesas correntes, é preciso analisar se esse prejuízo operacional é algo passageiro ou permanente.

Quando os prejuízos operacionais não têm caráter temporário, é preciso rever a estrutura do negócio, já que levantar financiamento nesse tipo de situação pode não trazer uma solução de longo prazo. Caso se encontre nesta situação, avalie com cuidado se a sua empresa tem condições de arcar com esses pagamentos.

Faça sua lição de casa
Lembre-se que, se você não estiver convencido, provavelmente o banco terá ainda mais dificuldades em aprovar a liberação dos recursos. Ou, de maneira inversa, se você está convencido de que não haverá problemas, fica mais fácil justificar o pedido ao banco.

Nesse sentido, planejar a tomada de crédito é a forma mais eficiente de garantir a aceitação do seu pedido de crédito. Além de ter uma idéia mais clara do uso que pretende dar aos recursos emprestados, e do tipo de linha que pretende levantar, o empresário consegue avaliar melhor o impacto desta decisão nas contas da empresa.

É esse tipo de análise que os bancos conduzem, quando avaliam um pedido de crédito. Ser capaz de antecipar as dúvidas e questionamentos que podem ser feitos pela instituição financeira, certamente traz mais credibilidade ao empresário e, é claro, ao seu pedido de crédito.
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Ações da mineradora Serabi despencam mais de 88% na Bolsa de Londres

SÃO PAULO - Os papéis da mineradora britânica Serabi despencam mais de 88% na bolsa de Londres após anunciar que sua mina de ouro localizada no Brasil, intitulada Palito, necessita de fundos para manter suas operações de extração.

Segundo a empresa, a produção está excessivamente abaixo da média e iniciará no final de novembro a procura de potenciais interessados pela mina. "Sem fundos, o projeto deverá parar", lamenta a Serabi.

A Serabi Mineração é uma companhia de mineração e exploração de ouro que se dedica à avaliação, desenvolvimento e lavra de depósitos de ouro no Brasil. A principal operação da Serabi é a mina de ouro Palito, que está localizada na região de Tapajós, norte do País.

Por: Rafael de Souza Ribeiro /InfoMoney

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Previ vai vender Costa do Sauípe para jamaicana SuperClubs

domingo, 14 de setembro de 2008 0 comentários

Acordo será assinado na próxima semana e conta com a participação de fundos estrangeiros

PublicidadePor Samantha LimaEXAME Depois de seis anos de prejuízo, a Previ acertou a venda do resort Costa do Sauípe para um consórcio composto pela rede jamaicana de resorts SuperClubs e fundos de investimento estrangeiros. Uma equipe de 20 advogados do escritório Machado, Meyer Sendacz & Opice está concluindo o contrato, que será assinado na próxima semana. O valor e o nome dos fundos estrangeiros vêm sendo mantido sob sigilo. Estima-se que o valor de mercado do empreendimento seja inferior a 200 milhões de reais.

Desde a construção do empreendimento, em 1997, a Previ já injetou cerca de 1 bilhão de reais no resort, que nunca chegou a dar lucro. Inaugurado em 2002, a Costa do Sauípe, a 80 quilômetros de Salvador, compreende cinco hotéis, no total de 1 400 apartamentos, mais seis pousadas. Quatro dos hotéis eram administrados pela francesa Sofitel e a americana Marriott. Mas por discordar da forma de remuneração – que previa compensação para as redes mesmo quando fechavam com prejuízo – a Previ decidiu rescindir o contrato com o Sofitel em junho de 2007 e com a Marriott em abril deste ano. Desde então, o fundo de pensão vinha administrando os quatro hotéis por conta própria. O quinto hotel é administrado pelo SuperClubs, que agora integra o consórcio comprador e assumirá os outros quatro prédios. O conjunto das pousadas é administrado pelo grupo português Pestana, que tem um contrato de longo prazo e, por isso, permanecerá no empreendimento.

No domingo, o presidente mundial da rede SuperClubs, John Issa, virá ao Brasil para acompanhar a conclusão das negociações, acompanhado de um investidor espanhol. A expectativa é que o SuperClubs implemente em todo o empreendimento o sistema all-inclusive, adotado pela rede em todo o mundo.

Desde a saída do Sofitel, no ano passado, a Previ vinha tentando negociar com operadores europeus um contrato de administração que incluísse todos os hotéis de Sauípe. O objetivo era encontrar alguma rede que tivesse acordos com empresas de vôos charter para o Brasil – garantindo, assim, um fluxo constante de passageiros. Uma das redes que demonstraram interesse por Sauípe foi a espanhola Riu, mas o acordo não foi adiante. No início deste ano, a Previ delegou à Angra Partners – a mesma empresa que gere os investimentos do fundo de pensão em telecomunicações – a missão de encontrar um comprador para a rede. A Previ informa apenas que há uma negociação em andamento, ainda sem desfecho. O fundo disse que não pode confirmar nomes devido a cláusulas de confidencialidade.
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O que são fundos Privati Equity ?

terça-feira, 9 de setembro de 2008 0 comentários

Brasil: terreno promissor para o private equity

Com o aquecimento do mercado de fundos de investimentos em participações (ou FIPs), capitaneado por entidades de previdência, bancos de investimentos e gestores independentes, o número de operações de private equity vem aumentando significativamente no Brasil desde a década de 90. Criado nos Estados Unidos nos anos 40, private equity consiste no investimento em valores mobiliários de empresas com expressivo potencial de crescimento capaz de gerar retornos superiores a média de mercado, proporcionais ao alto risco e à baixa liquidez do investimento.

Se por um lado há grande oferta de capital num ambiente de enorme demanda, do outro, investidores e empresas se debruçam sobre aspectos culturais que desafiam esse tipo de transação no país, passando pela análise de fatores de risco técnicos envolvidos, com o objetivo de minimizar as chances de insucesso para ambos os lados. Em geral, operações de private equity se dão em empresas familiares. Estudos revelam que empresas familiares européias e norte-americanas em fase de crescimento são, geralmente, receptivas à venda de uma participação acionária a investidores externos e ao compartilhamento de controle do negócio.

Entretanto, este cenário não se aplica à realidade brasileira. Localmente, o capital acionário é, em sua maioria, detido por um pequeno grupo de acionistas fundadores, com laços familiares que se caracterizam pela resistência à idéia de venda e de compartilhamento de controle. Neste contexto, para possibilitar o investimento, cria-se uma espécie de negociação “cabo de guerra” entre investidor e acionistas fundadores. Puxa-se numa direção para acomodar interesses dos fundadores e aspectos culturais da organização, e no sentido oposto para assegurar a aquisição de uma parte do capital que garanta ao investidor a participação direta ou indireta nas atividades da empresa. Como não poderia ser diferente, o private equity no Brasil tende a envolver a venda de frações acionárias menores do que as verificadas na Europa e nos Estados Unidos.

À medida que o mercado local amadurece e as empresas começam a ter contato com diferentes culturas empresariais, a tendência é a de que o envolvimento emocional de acionistas fundadores com o negócio se abrande, aproximando-se de mercados mais desenvolvidos. Outros fatores ligados às condições e termos da operação em si também representam riscos à concretização do investimento. Os principais são: a discordância sobre o valor atribuído à empresa e à participação desejada pelo investidor e o desacordo quanto à forma de saída. O “desinvestimento”, ou saída, se dá quando da maturação do investimento – normalmente, entre 3 e 8 anos depois do aporte.

Neste ambiente de densas questões subjetivas e técnicas, a costura de acordos para ditar a relação entre os fundadores e o acionista investidor é fundamental. Em particular, para tratar sobre os termos e condições pertinentes à direção, às decisões financeiras, à resolução de conflitos e à liqüidação da participação do investidor. A expectativa é de que, pelo atual momento de fervecência de FIPs, o private equity se firme como uma das formas de investimento de médio-longo prazo em alta no mercado brasileiro. Para o investidor, é uma opção de risco com elevado potencial de retorno. Para as empresas, pode representar uma fonte de capital necessária para atingir planos de crescimento.


*Mestre em Direito Financeiro Internacional pela Universidade de Boston. Advogado do escritório Feijó Lopes Advocacia.

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BTG, novo banco de André Esteves, inicia atividades | 05.09.2008

sábado, 6 de setembro de 2008 0 comentários

O BTG (Banking and Trading Group), banco de investimento que tem como sócios ex-executivos do UBS Pactual, anunciou hoje o início de suas atividades em São Paulo e Rio de Janeiro, além de escritórios em Nova York e Londres.
A instituição começou a ser formada a partir da saída de André Esteves do UBS Pactual, em junho passado.Desde 2006 até a sua saída, Esteves comandou não só a operação brasileira, como também se tornou "head" mundial da mesa de renda fixa do UBS. Ele cresceu dentro da organização após a venda do Pactual para o banco suíço, há dois anos, por cerca de US$ 3,1 bilhões. Ao anunciar a sigla da nova companhia, o mercado entendeu que seriam as iniciais para "back to the game", ou "de volta para o jogo" em inglês, o que não foi confirmado pela BTG.Em comunicado, a nova instituição financeira informou que investirá recursos próprios no mercado de capitais brasileiro e internacional e também em operações de private equity, de participações em empresas brasileiras.
No entanto, não revelou o valor do capital investido. No decorrer de suas atividades, passará a captar recursos de terceiros para ampliar esses investimentos.
A BTG contará com 50 colaboradores, dos quais 21 são sócios. Onze pessoas estão no comitê executivo, sendo que dez pertenceram aos quadros do UBS no Brasil ou no exterior. São eles: Andy Felce, André Esteves, Antoine Estier, Antonio Carlos Porto, Emmanuel Hermann, James Oliveira, John Fath, Marcelo Kalim, Roberto Sallouti e Simeon Schwartz. O 11º é Pérsio Arida, ex-presidente do Banco Central e do BNDES, mas que não tem passagens pelo banco suíço.Bookmark and Share