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COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA DA VALE

domingo, 10 de janeiro de 2010 1 comentários


Tags: Vale3, Vale5, CVRD, XVALO, XVALP, Vale do Rio Doce e Participação Acionária.
É verdade que a Vale, maior mineradora brasileira, e uma das maiores do mundo poderia agregar mais valores ao seu produto [como disse o chefe da nação recentemente] ao invéz de vender apenas o mineral em estado bruto. Mas mesmo sendo assim a Vale é o segundo maior jogador da bolsa brasileira " Bm&FBovespa".

Os papéis preferenciais "VALE5 PN" da vale representam 11,666% do Ibovespa, principal índice desta bolsa de valores e só perdem em peso para os preferenciais da Petrobras, os PETR4 que pesam 12,57% do mesmo índice.

A Vale antes conhecida como "Companhia Vale dp Rio Doce CRVD" foi fundada pelo governoem 1942, e passou a ter suas açõoes negociadas na Bolsa do Rio de Janeiro em 1943, e em 1968 sua ações eram também megociadas na praça de São Paulo , na "Bovespa". No ano de 2000 a empresa já tinha sido privatizada e em fevereiro deste ano tinha seu capital negociado na bolsa de Madri na Espanha, compondo o Latibex [principal índice daquela praça]  em junho do mesmo ano, na New York Stock Exchange (NYSE) e em julho de 2008 na NYSE Euronext Paris.

Com esta pulverização de suas ações em diversas bolsas mundo afora, investidores descobriram que é bom negócio investir na mineradora, e isso é facilmente explicado pelo gráfico que representa a posição acionária da Vale em dezembro de 2009.

Este gráfico mostra a participação total de acionistas na companhia, nota-se que investidores de varejo "pessoas físicas" possuem menos de 9% dos papéis da empresa. Por outro lado os ADR papéis representativos de ações da Vale em outras praças estáo em mais de 28%, isso mostra o quanto o investidor estrangeiro está antenado com as possibilidades de crescimento e de ganhos fazendo este investimento.

Abaixo podemos quem são os detentores e a participação nos papéis desta companhia.


Note que investidores estrangeiros possuem mais participação que os os Brasileiros, a diferença supera os 14%, o governo ainda possue uma parte de 5,5%.

Com 5,5% o governo ainda consegue interferir porque além desta participação direta, Fundos de empresas estatais investem na empresa, aumentando sua representatividade, a exemplo do Fundo Previ dos funcionários do BB e o FMP - TGTS, dinheiro do trabalhador que investiu na companhia co  uma ajudinha do governo.

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Opep anuncia corte recorde na produção de petróleo

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 0 comentários

A cotação do barril de petróleo tem despencado desde julho
A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) anunciou nesta quarta-feira um corte recorde de produção de 2,2 milhões de barris por dia, em uma tentativa de conter a queda da cotação do produto no mercado internacional.
A redução, aprovada durante uma reunião do cartel na Argélia, deve passar a vigorar em janeiro e foi maior do que a esperada por muitos analistas, de 2 milhões de barris.

Em setembro e outubro, os 13 países membros da organização já haviam anunciado cortes no total de 2 milhões de barris por dia.

O preço do barril de petróleo vem despencando nos últimos meses, acompanhando o agravamento da crise financeira global.

A cotação do barril teve um pico de US$ 147 em julho e caiu para aproximadamente US$ 45 devido à queda da demanda em alguns dos principais países consumidores.

A demanda internacional nas quatro semanas encerradas em 12 de dezembro foi 2,7% inferior à registrada no mesmo período do ano passado.

Rússia

Em um comunicado, a Opep, cujos membros produzem cerca de 40% do petróleo do mundo, diz que "o impacto da desaceleração econômica global levou à destruição da demanda, resultando em uma pressão negativa sem precedentes sobre os preços".


Se continuarem caindo, os preços vão chegar a níveis que colocariam em risco os investimentos necessários para garantir suprimentos energéticos adequados no médio e longo prazos.


Comunicado da Opep

"Se continuarem caindo, os preços vão chegar a níveis que colocariam em risco os investimentos necessários para garantir suprimentos energéticos adequados no médio e longo prazos."

De acordo com o analista da BBC Rob Walker, existe o perigo de que, se continuarem baixos por muito tempo, os preços possam levar a um menor investimento na produção de petróleo para o futuro, o que por sua vez levaria à diminuição dos estoques. Isso pode ser um problema, já que há a previsão de que a demanda volte a crescer.

O cartel também pediu que países exportadores que não pertencem à organização colaborem e "apóiem a estabilização do mercado de petróleo", indicando que espera que eles também reduzam a produção.

A Rússia - que não pertence à Opep e é o segundo maior produtor de petróleo do mundo, atrás apenas da Arábia Saudita - enviou um representante à reunião e indicou que está disposta a reduzir a produção nos próximos meses para ajudar a levantar os preços.

Nos anos 90, além da Rússia, o México e a Noruega, outros países que não pertencem à Opep, decidiram se unir e diminuir a produção para elevar o preço do barril, que, na época, estava em cerca de US$ 10.

Preço

O presidente da Opep, Chakib Khelil, disse que o cartel não pensou um alvo de preço para o barril ao tomar a decisão anunciada nesta quarta-feira, mas espera que ele suba em breve.


A Opep tem a obrigação de manter o mercado bem abastecido e de levar em conta o bom estado da economia global. Por isso, esforços para limitar os benefícios de preços mais baixos para a energia são míopes.


Tony Fratto, porta-voz da Casa Branca

"Nós esperamos que os preços, obviamente, se estabilizem pelo menos na fase inicial perto do preço que temos nestes dias, talvez um pouquinho mais, e evolua com o tempo para um alvo que será para o bem dos produtores e consumidores, que nós estimamos que fique entre US$ 70 e US$ 80, pelo menos."

O anúncio não levou a uma alta imediata nos preços do produto nesta quarta-feira nos Estados Unidos, onde a cotação foi influenciada pela notícia de que as reservas americanas do produto continuam aumentando.

Em Nova York, o preço do barril do tipo leve para entrega em janeiro atingiu seu nível mais baixo em quatro anos e meio, chegando a ser negociado a US$ 40,20.

Estados Unidos

Os Estados Unidos, que são os maiores consumidores de petróleo do mundo, criticaram o corte na produção prometido pela Opep, descrevendo a decisão como "míope".

"Não está claro se as ações da Opep serão efetivas, dadas as mudanças na demanda global e a habilidade dos países da Opep em cumprir as metas do cartel", disse o porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto.

"De qualquer forma, a Opep tem a obrigação de manter o mercado bem abastecido e de levar em conta o bom estado da economia global", acrescentou. "Por isso, esforços para limitar os benefícios de preços mais baixos para a energia são míopes."

A queda no preço do petróleo tem sido benéfica para os Bancos Centrais, especialmente nos países em desenvolvimento, já que ameniza a pressão inflacionária, tornando mais segura uma redução dos juros, sem que isso leve a um aumento da inflação.

Direto da BBC

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