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Tupi tem 4 vezes mais petróleo que todo o restante do país, estima diretora da ANP

domingo, 9 de novembro de 2008 0 comentários

RIO (Reuters) - As reservas de petróleo e gás na área onde está localizado o megacampo de Tupi podem chegar a pelo menos 50 bilhões de barris, informou nesta sexta-feira Magda Chambriard, que assumiu um dos cinco cargos de direção da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
"Estimamos que o pré-sal é de ao menos 50 bilhões de barris, quatro vezes as reservas atuais (do Brasil)", disse ela, referindo-se à região que está sendo chamada de "Cluster de Tupi", que inclui ainda campos como Guará, Iara e Carioca.A diretora, que anteriormente era superintendente de Definição de Blocos na ANP, informou que os investimentos totais para desenvolver o campo de Tupi devem atingir US$ 70 bilhões.(Reportagem de Denise Luna)

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After market movimenta R$ 50,048 milhões

segunda-feira, 6 de outubro de 2008 0 comentários

O after market da Bovespa movimentou R$ 50,048 milhões ontem, com 4.220 transações. Entre os papéis mais negociados, Petrobras PN liderou, com giro de R$ 12.397.923,00, seguido por Vale PNA (R$ 7.136.533,00), Usiminas PNA (R$ 1.728.084,00), CSN ON (R$ 1.609.085,00) e Gerdau PN (R$ 1.584.588,00). (AE)

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O que são Finanças Corporativas ?

sexta-feira, 23 de maio de 2008 0 comentários

A Comissão de Finanças Corporativas reúne as principais instituições financeiras do mercado de capitais que atuam nessa área e tem por objetivo, promover o fortalecimento do mercado de capitais como instrumento de financiamento ao desenvolvimento auto sustentado da economia brasileira, assegurando a adoção das melhores práticas pelos seus participantes.

A área de Finanças Corporativas das instituições financeiras desenvolve modelos de negócios inovadores com uma complexa estruturação financeira para empresas, através de operações de mercado de capitais doméstico e internacional, operações de financiamento de projetos ou fusões e aquisições. Toda essa engenharia financeira pode ainda envolver estruturações cumulativas. Por exemplo, uma aquisição com financiamento via captação no mercado de capitais, ou ainda, um financiamento de projetos que envolvam recursos tanto de agências de fomento como de mercado de capitais, etc.

Fusões e Aquisições

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    Operação que envolve a assessoria para compra e venda de empresas, no Brasil ou no exterior. Pode ser ainda assessoria para a formação de joint ventures, acordos de acionistas, reestruturações societárias, cisões, parcerias estratégicas e privatizações.

    A estruturação de um operação desse tipo, envolve processos que vão desde a negociação entre acionistas controladores à complexo processo de avaliação do valor da firma (valuation).

    Além de envolverem elevado nível de sofisticação, são operações que demandam maior tempo para conclusão.

    Financiamento de Projetos
    Uma operação de financiamento de projetos, envolve várias etapas, como a criação e constituição de sociedades de propósito específico (SPC) para ter segregados todos os ativos do projeto a ser financiado, negociação com os principais organismos de crédito internacionais e nacionais (Bird, Banco Mundial, BNDES, Eximbank, etc), nos estudos de viabilidade econômica e na realização de formas alternativas de financiamento.

    Mercado de Capitais
    Dívida no mercado internacional: estruturação de emissões de dívida, para colocação no mercado internacional, através de instrumentos como: commercial papers, eurobonds, securiticação de recebíveis, notes.

    Dívida no mercado local: estruturação, coordenação e distribuição de ofertas como debêntures, notas promissórias e securitizações.

    Ações: estruturação de ofertas de ações por abertura de capital (IPO) ou aumento de capital para distribuição tanto para investidores no Brasil quanto no exterior. As emissões para distribuição no mercado externo podem ser através de ADRs (American Depositary Receipts) ou ações propriamente ditas.

    Estas áreas das instituições financeiras estruturam ainda ofertas como fechamento de capital, ofertas secundárias de ações (Block trades), emissões de debêntures conversíveis ou permutáveis.
    Fonte: Anbid

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Bradesco defende leilão para Nossa Caixa

Negociações para venda do banco paulista ao BB foram anunciadas na quarta-feira.Na véspera, Itaú também contestou venda.

O presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão, defende que o banco estadual paulista Nossa Caixa seja vendido por meio de leilão para que não seja eliminado o direito de concorrência. "O leilão traz as coisas às claras como o preço correto, que seria formado a partir da concorrência entre os interessados", disse Brandão na manhã desta sexta-feira (23), ao comentar a notícia de que o Banco do Brasil está negociando a incorporação da Nossa Caixa.

"As regras de mercado devem prevalecer com a realização de uma licitação pública, que seria mais legítimo. Sem dúvida interessa ao Bradesco participar do processo, isso é inegável", afirma Brandão. Para ele, "o Banco do Brasil é o candidato forte, mas não se pode eliminar o direito de concorrência".
Lances do BB
O início das negociações para compra da Nossa Caixa é o lance mais ousado do Banco do Brasil no seu plano de manter a liderança no mercado. Essa reação iniciou-se em 2007 com o começo da incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), processo que deverá estar concluído até agosto, de acordo com informações do próprio banco. Paralelamente, o BB vai incorporar aos poucos as agências do Banco do Estado do Piauí, já federalizado.
O aproveitamento desses antigos bancos estaduais, no entanto, representa pouco diante da necessidade de crescimento num mercado que tende a ser cada vez mais concentrador. Com o anúncio feito na noite de quarta-feira, o BB acelera essa estratégia, de forma a responder aos concorrentes privados que adquiriram pelo menos 30 bancos nos últimos dez anos.

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Compra da Nossa Caixa terá análise 'prudencial', diz Meirelles

BB disse estar negociando a aquisição da Nossa Caixa.
Bancos privados também demonstraram interesse em comprar banco paulista.

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira (23) que a incorporação da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil será analisada pela instituição do ponto de vista prudencial e de concentração bancária, caso o negócio seja de fato fechado.
“Nós olhamos apenas do ponto de vista prudencial e de concentração bancária, e caso o negócio seja fechado, nós vamos olhar como temos olhado todas as demais fusões e aquisições normalmente”, disse o presidente do BC em entrevista à Agência Brasil.

Negociações

Em comunicado ao mercado enviado na quarta-feira (21), o BB disse estar negociando a aquisição da Nossa Caixa e que a operação deverá preservar adequadamente os interesses do público relacionado das companhias envolvidas, incluindo empregados, correntistas, acionistas e outros parceiros.

[Mais...]

    Os principais bancos privados do país já reagem à notícia. O Bradesco, por exemplo, defendeu hoje um leilão para que todas as instituições interessadas possam disputar o ativo. O Banco do Brasil é um candidato forte, mas não se pode eliminar o direito à concorrência, destacou Lázaro Brandão, presidente do Conselho de Administração do Bradesco, em nota divulgada à imprensa.

    O Itaú também contestou as negociações. Em declaração ao jornal "O Estado de S. Paulo", o presidente do banco, Roberto Setúbal, cobrou maior transparência no negócio e defendeu a realização de um leilão, o que, segundo ele, garantiria melhor preço pelo patrimônio do banco estadual paulista. Ele antecipou o interesse do Itaú na disputa.

    O Banco do Brasil e a Nossa Caixa informaram que na próxima semana uma reunião com representantes das duas instituições dará início à troca de informações. O Banco do Brasil prevê que o processo de compra dure no mínimo seis meses.

    Mercado
    O Banco do Brasil é líder no mercado nacional. Segundo informações da Agência Brasil, a Nossa Caixa ocupa a 12ª posição nesse ranking, mas tem como principal atrativo a exclusividade dos depósitos judiciais do estado de São Paulo, avaliados em cerca de R$ 15 bilhões, segundo dados do Banco Central.

    A Nossa Caixa também tem agências em todos os municípios de São Paulo, o que faria o Banco do Brasil aumentar significativamente sua capilaridade no estado.

    Outro atrativo é a folha de pagamento do governo de São Paulo e dos demais órgãos públicos. Dos 5,5 milhões de clientes da Nossa Caixa, 1,3 milhão são funcionários públicos com um bom padrão aquisitivo, segundo a assessoria do BB.

    O Banco do Brasil tem 24,6 milhões de clientes.
    Fonte:G1

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Home Broker: pesquisa mostra por que investidor ainda resiste à internet

segunda-feira, 28 de abril de 2008 0 comentários

SÃO PAULO - O uso do Home Broker caiu no gosto do investidor em 2007. Segundo dados da Bovespa, em relação a 2006, o volume médio mensal aumentou 153%, passando de R$ 6 bilhões para R$ 15,6 bilhões.
Já a média mensal do número de negócios subiu 122%, de 752,4 mil operações em 2006 para 1,7 milhão em 2007. As operações por meio do Home Broker responderam por 8,4% do volume total transacionado na bolsa no ano passado.
No entanto, pesquisa norte-americana mostra que ainda existem muitas pessoas que relutam em usar a rede para investir. Medo, insegurança, desconhecimento... qual seria a principal razão apontada pelos investidores para não usar a internet e as ferramentas on-line na hora de lidar com o dinheiro?

Contato pessoal é preferência
De acordo com o estudo da Universidade de Iowa, diante da pergunta: "Por que você não usa a internet para investir?", a maioria dos respondentes (82,4%) disse que não usa o computador para estes fins, pois prefere trabalhar com pessoas.
Quando separados por sexo, mais mulheres do que homens responderam "sim" a esta alternativa.
A tabela abaixo mostra todas as razões apontadas pelos investidores para não utilizarem a internet na hora de investir.
Os percentuais são referentes aos "sim" respondidos. O investidor poderia responder "sim" a mais de uma alternativa

Razão apontada Homens Mulheres
Prefere trabalhar com pessoas 80% mais de 80%
Os sites são confusos mais de 30% mais de 40%
Questão de segurança 40% quase 50%
Outras razões 35% 30%

Alvo de reclamações
De acordo com o Ombusdsman do Mercado, Joubert Rovai, as reclamações sobre o Home Broker das corretoras brasileiras representaram 27% do total em 2007.
Segundo Rovai, os principais problemas apontados pelos investidores foram: lentidão do site, ordens não disparadas, divergências de saldos de ações e/ou de valores, impossibilidade de negociar direitos de subscrição, liquidação de posição acionária etc.

Dicas
De acordo com a advogada especialista em direito digital, Patricia Peck Pinheiro, ao mesmo tempo que a ferramenta cria um facilitador de entrada de investidores no mercado, há alguns riscos que devem ser observados. "Riscos inerentes ao mercado de ações, riscos operacionais do uso da internet e riscos relacionados ao ciclo de liquidação", enumera a autora do livro "Direito Digital", publicado pela Editora Saraiva.
"Entre esses riscos expostos, o que mais gera impactos jurídicos vem a ser o risco operacional do uso da internet e a responsabilidade das corretoras alusiva à segurança da informação", afirmou a advogada.

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Vivo anuncia leilões para comprar ações da Telemig

segunda-feira, 7 de abril de 2008 0 comentários

SÃO PAULO (Reuters)
- A Vivo anunciou nesta segunda-feira que fará no dia 12 de maio dois leilões de oferta pública de aquisição de ações da Telemig Celular e da Telemig Participações em circulação no mercado. O objetivo é fechar o capital da companhia mineira.

Segundo comunicado enviado ao mercado, serão adquiridas até 7.257.020 ações. A Vivo pagará 63,90 reais por cada ação preferencial da Telemig Participações e 654,72 reais por ação preferencial da Telemig celular.

O conselho de administração da Vivo aprovou em março planos de investimento de 6,06 bilhões de reais para 2008, dos quais 3,36 bilhões de reais irão para a Vivo e 2,7 bilhões em outras empresas do grupo, como a Telemig Celular, que está em fase de incorporação.