A lista de material escolar 2010, está entre as preocupações de pais e alunos neste começo de ano, e a busca pelo melhor preço deve vir acompanhada de alguns cuidados. Pesquisar muito é um deles.
Pesquisei 5 materiais escolares básicos em 5 lojas de materiais escolares para ter uma idéia da variação de preço pela internet, o resultado foi surpreendente.
As lojas [sites] pesquisadas são
Submarino.com.br, Americanas.com , Saraiva.com.br, Kalunga.com.br e Gimba.com
A lista de materiais abaixo consta preços reais dos sites pesquisados, expressando a variação de preço dos produtos iguais ou similares. Foi pesquisado apenas o melhor preço de cada item em cada site desconsiderando as marcas dos mesmos.
Os materiais escolares pesquisados foram
Lista de Materiais
Maior Preço
Menor Preço
Caderno Universitário 10 matérias 200 folhas
R$ 14,99
R$ 4,70
Cola bastão, [tipo pritt] entre 8 e 10 gramas
R$ 0,80
R$ 3,90
Caneta esferográfica, [tipo Bic] 2 Unidades
R$ 4,90
R$ 0,74
Papel sulfite A4 500 folhas
R$ 17,90
R$ 12,90
Lápis de pintar 12 cores
R$ 12,90
R$ 7,00
Total
R$ 51,49
R$ 29,24
Como podem ter notado o preço do caderno universitário foi o que teve a maior variação, 218,93%.
O papel sulfite 500 folhas ficou com a menor variação de preço, isso porque tem poucos fornecedores no mercado se comparado à outros materiais, 38,76%, porém prova que vale a pena pesquisar preços.
A pesquisa provou que procurar pelo melhor preço entre lojas diferentes vale a pena, e fechar a compra em uma loja apenas pode não representar o máximo de economia.
Este post tem apenas caráter informativo, convém consultar políticas de descontos e valor mínimo para frete gratuito em diversas lojas antes de bater o martelo. Consultar preços de lojas de rua é recomendável.
O que você faria com 120 milhões de reais?
O valor do prêmio da mega sena da virada será de mais de 120 milhões de reais segundo as estimativas da caixa, e o principal atrativo da aposta é que não acumulará como de costume.
A intenção dos idealizadores do prêmio é que com a virada do ano, um ou mais brasileiros tenha sua vida financeira transformada por completo.
A Mega da Virada foi criada neste final de ano, usando um aporte de 5% do faturamento de todo o ano da mega sena para o sorteio da virada do ano, e esta modalidade de aposta deve se repetir nos anos que virão, devido ao seu sucesso de apostadores e de arrecardação.
Os jogos da caixa são uma forma do governo arrecadar recursos para investir em áreas sociais, e parte do valor é devolvido através de sorteios aos apostadores.
O maior prêmio já pago pelas loterias do brasil foi em outubro de 1999, quando um apostador de Salvador [Bahia] ganhou sozinho a bagatela de R$ 65 milhões de reais.
A cidade de São Paulo será a primeira no mundo a ter o novo sistema de blindagem para automóveis produzido pela DuPont, que já em 2009 deverá ser exportado para a Cidade do México. Pesquisa da empresa revelou que os habitantes das grandes cidades latino-americanas se sentem hoje vulneráveis quando estão nos carros. A empresa francesa desenvolveu o sistema de blindagem Armura, com dois diferenciais em relação aos produtos já disponíveis: preço menor e um terço do peso. O produto estará disponível em duas concessionárias de São Paulo a partir de quarta-feira, a princípio apenas para dois modelos: o Toyota Corolla e o Vectra, da Chevrolet. (VE)
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Hoje a Bovespa enfrentou uma de suas maiores quedas dentro de dez anos.
O pregão que já abriu com queda inicial de -3,85% continuou em queda livre passando de -10,36%, para evitar o descontrole dos investidores o pregão foi interrompido por meia hora a fim de acalmar os ânimos dos investidores e evitar maiores perdas mas não foi o suficiente para segurar o preço dos papéis lá negociados e o ibovespa chegou a atingir baixa de -13,82% e só no finãl do pregão se recuperava mas ainda em baixa de -9,36%.
Este resultado negativo se deu por conta da não aprovação do senado americano ao pacote de 700 BI apresentado pelo governo para minimizar as perdas e conter a quebra de seu sistema financeiro, como haverá eleições para senadores este ano nos EUA, eles não quiseram arriscar manchar sua imagem como salvadores de bancos.
As bolsas americanas apresentaram grandes perdas que hoje somaram mais de Um trilhao de dólares, com isso as companhias perde a maior de suas fontes de financiamento e com o sistema bancário semi-falido e o consumo retraído, são poucas as suas chances de recuperação no médio prazo o que reflete negativamente em todo o mundo uma vez que o mundo tem nos EUA o seu maior mercado.
O dilema vivido pelos amerianos nestes dias é se o governo tem ou não o dever de salvar o sistema financeiro com dinheiro público ou deixar que este assuma as sua arrogância irresponsabilidade.
A coreana Hyundai Motor Company assina hoje, em São Paulo, protocolo de intenções para a construção de uma fábrica em Piracicaba. Inicialmente o grupo, sexto maior fabricante de veículos no mundo, vai investir US$ 600 milhões para produzir 100 mil carros por ano, mas o projeto é mais ambicioso.
Dois anos após o início das operações, previsto para 2011, a empresa pretende montar uma unidade de motores e uma de transmissões para, mais adiante, triplicar a produção. O projeto completo está orçado em US$ 1,6 bilhão (quase R$ 3 bilhões).
O dinheiro virá de recursos próprios e de financiamentos que a montadora pretende buscar, em princípio, nas agências externas. O vice-presidente da Hyundai Motor, In Seo Kim, afirma que esta será a entrada da empresa na América Latina, mas que a pretensão é de exportar também para outros países do continente.
Além do investimento direto, um grupo de 20 fornecedores de autopeças coreanas estuda instalar unidades locais, o que resultaria em aportes extras de US$ 250 milhões a US$ 400 milhões. Cinco empresas já confirmaram unidades produtivas para fornecer painéis, peças de estamparia, ar condicionado, pára-choques e bancos.
O protocolo será assinado hoje a tarde no Palácio dos Bandeirantes, com a presença do governador José Serra e do presidente de negócios internacionais, vendas domésticas e planejamento da Hyundai, Jae-Kook Choi. Em novembro, na cerimônia de instalação da pedra fundamental, devem participar o presidente da Coréia do Sul Lee Myung-bak, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente mundial do grupo Hyundai, Chung Mong-Koo.
O modelo a ser fabricado em Piracicaba é um compacto que está sendo desenvolvido na Coréia especialmente para o mercado latino-americano. Kim só adiantou que haverá versões hatchback e sedã do modelo, que terá motores 1.0 e 1.6 flex. Hoje, custariam a partir de R$ 25 mil. Para a produção de 100 mil veículos ao ano serão contratados 1,5 mil funcionários.
O Brasil será o sétimo país a abrigar uma fábrica do grupo, que tem unidades, além da Coréia, nos EUA, China, Índia, Turquia, República Checa e Rússia. Antes de escolher Piracicaba, os executivos da Hyundai visitaram 35 locais em seis Estados (Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio e Bahia, além de São Paulo).
Terreno
As obras de construção da fábrica começarão em junho de 2009. O terreno de 130 hectares, que hoje abriga uma plantação de cana, será doado pela Prefeitura, que vai adquiri-lo de particulares. O município também garantiu incentivos fiscais previstos na lei local.
Kim explicou que todas as fábricas construídas pela Hyundai, com exceção da unidade da Turquia, têm capacidade para 300 mil veículos ao ano, volume que a companhia considera ideal para uma indústria automobilística ser eficiente.
Ele contou que, a princípio, a idéia era começar com 150 mil unidades ao ano, das quais 100 mil para o mercado interno e o restante para exportação, mas a decisão final foi de aguardar ao menos dois anos para começar a exportar. Antes, pretende-se atingir 60% de índice de nacionalização. Inicialmente, entre 50% a 60% das peças serão importadas. Em cinco anos, a montadora pretende atingir 90% de índice de nacioalização.
O grupo Caoa, do empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que já tem uma fábrica com a marca Hyundai em Anápolis (GO), seguirá com seus projetos de montagem do minicaminhão HR e, no próximo ano, do utilitário Tucson. Kim disse que o grupo continuará sendo o importador oficial da marca e que sua rede de distribuidores poderá vender os carros, assim como o contrário. A criação de uma rede própria de concessionárias, afirma ele, está em negociação.
A Hyundai deve produzir este ano mais de 4 milhões de veículos no mundo e, junto com a coligada Kia, emprega 120 mil pessoas.
SÃO PAULO - Os reflexos da crise financeira norte-americana, que vêm derrubando as bolsas ao redor do mundo, foram apontados como principal fator para a Merrill Lynch reduzir seus preços-alvo para os papéis das principais petrolíferas da América Latina, entre elas a Petrobras (PETR3, PETR4).
Os analistas do banco acreditam que o forte aumento da aversão global ao risco nos últimos dias diminuiu de forma considerável o potencial de valorização dos ativos do setor, embora as perspectivas - ao menos para a companhia brasileira - permaneçam favoráveis.
Upside cai, mas perspectivas seguem favoráveis Os ADRs (American Depositary Receipts) da Petrobras tiveram seu target para os próximos doze meses reduzido de US$ 92,00 para US$ 75,00 pela Merrill Lynch. Com a alteração, o potencial de valorização do papel cai de 103% para 66%, baseado na cotação do fechamento desta quarta-feira (24).
A despeito da nova projeção, a instituição ressalta o forte potencial de exploração de novas reservas e as expectativas de crescimento da produção da estatal para continuar apontando suas ações como uma das melhores opções de investimento no setor petrolífero latino-americano.
Neste sentido, a equipe do banco destaca dois eventos que devem reduzir as incertezas e enfatizar as boas perspectivas para a Petrobras: a definição das possíveis mudanças regulatórias nas concessões do pré-sal e o anúncio de seu novo plano estratégico.
Catalisadores para os papéis Os analistas lembraram que o relatório da comissão que está trabalhando em um novo marco regulatório para a exploração da commodity no Brasil deverá ser entregue ao presidente Lula no próximo dia 5. Para eles, se as alterações se limitarem somente às concessões já existentes, a resposta do mercado será positiva.
Já com relação ao anúncio da estratégia, a Merrill Lynch espera que a Petrobras mostre um planejamento voltado para um prazo mais longo, de no mínimo 10 anos, focado principalmente no potencial de produção da região do pré-sal e no aumento de seu capex (capital utilizado para adquirir ou melhorar os bens físicos).
Assim como nos últimos anos, a instituição espera uma evolução nos investimentos programados pela estatal. Contudo, acredita que, graças à inclusão dos gastos com a exploração das novas reservas, este aumento pode ser relativamente alto, podendo chegar até US$ 180 bilhões nos próximos cinco anos.
OGX também é alvo do relatório Outra empresa que teve seu preço-alvo reduzido pela Merrill Lynch foi a OGX Petróleo (OGXP3). O target para as ações passou de R$ 825,00 para R$ 720,00 nos próximos doze meses - potencial de valorização de 73%.
No entanto, a exemplo da Petrobras, os analistas destacaram que os bons fundamentos da companhia permanecem inalterados. O otimismo se baseia especialmente nos progressos feitos pela OGX para iniciar a perfuração em suas concessões já no próximo ano.
O BTG (Banking and Trading Group), banco de investimento que tem como sócios ex-executivos do UBS Pactual, anunciou hoje o início de suas atividades em São Paulo e Rio de Janeiro, além de escritórios em Nova York e Londres.
A instituição começou a ser formada a partir da saída de André Esteves do UBS Pactual, em junho passado.Desde 2006 até a sua saída, Esteves comandou não só a operação brasileira, como também se tornou "head" mundial da mesa de renda fixa do UBS. Ele cresceu dentro da organização após a venda do Pactual para o banco suíço, há dois anos, por cerca de US$ 3,1 bilhões. Ao anunciar a sigla da nova companhia, o mercado entendeu que seriam as iniciais para "back to the game", ou "de volta para o jogo" em inglês, o que não foi confirmado pela BTG.Em comunicado, a nova instituição financeira informou que investirá recursos próprios no mercado de capitais brasileiro e internacional e também em operações de private equity, de participações em empresas brasileiras.
No entanto, não revelou o valor do capital investido. No decorrer de suas atividades, passará a captar recursos de terceiros para ampliar esses investimentos.
A BTG contará com 50 colaboradores, dos quais 21 são sócios. Onze pessoas estão no comitê executivo, sendo que dez pertenceram aos quadros do UBS no Brasil ou no exterior. São eles: Andy Felce, André Esteves, Antoine Estier, Antonio Carlos Porto, Emmanuel Hermann, James Oliveira, John Fath, Marcelo Kalim, Roberto Sallouti e Simeon Schwartz. O 11º é Pérsio Arida, ex-presidente do Banco Central e do BNDES, mas que não tem passagens pelo banco suíço.
O Brasil será o sexto destino preferido de investimentos das empresas multinacionais nos próximos cinco anos, superando tradicionais economias como a da Alemanha, Itália, Japão e França. A avaliação é da consultoria KPMG, que destaca que o cenário internacional irá viver um verdadeira revolução diante dos mercados emergentes.
Segundo a empresa, entre os seis primeiros destinos de investimentos no mundo até 2013, quatro serão abocanhados pelos emergentes. A China irá superar os Estados Unidos na liderança. O Brasil, apesar do sexto lugar, será ainda o lanterna entre os Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, India e China). Entre as empresas multinacionais consultadas pela KPMG, 14% delas afirmou que investiria no Brasil até 2013, 13% afirmou que investiria na Alemanha, contra 10% na França.
Segundo a consultoria, o setor de mineração será um dos mais receberá investimentos no Brasil nos próximos cinco anos. Mas um número cada vez maior de capital será colocado em setores como o de serviços financeiros, manufaturas e produtos industriais. "Esse é um reflexo da ampliação da base da economia brasileira", afirma a consultoria. O Brasil será o principal destino dos investimentos das empresas espanholas, o terceiro dos chineses e dos canadenses.
Em termos de investimentos brasileiros no exterior, 35% das empresas nacionais terão o mercado americano como destino. A América do Sul vem em segundo lugar, com 25%, seguido por 20% de interesse pela Europa. A China, apesar de ser a líder mundial em termos de destinos dos investimentos internacionais, apenas vão atrair 10% das empresas brasileiras consultadas.
Fitch cita melhora das contas externas e estabilidade econômica para conceder grau de investimento SÃO PAULO - A melhora na nota soberana de crédito do Brasil se deveu ao " excepcional progresso " do quadro das contas internas e externas do país, de acordo com a agência de classificação de risco Fitch Ratings. Esse avanço, diz a agência, reduziu a vulnerabilidade do Brasil a choques, arraigou a estabilidade macroeconômica e fortaleceu as perspectivas de crescimento de curto prazo.
A decisão da Fitch de conceder ao Brasil o grau de investimento vem quase um mês após a congênere Standard & Poor´s ter promovido o país a essa classificação, em 30 de abril. Na ocasião, a Fitch Ratings comunicou que estava fazendo uma "revisão ativa" da nota.
Além desses, a agência cita outros fatores que respaldam o grau de investimento. Menciona o compromisso do governo com o superávit primário das contas públicas e com a manutenção de taxas baixas de inflação. Lembra ainda a atividade diversificada da economia, a renda per capita de cerca de US$ 7 mil (em linha com a média dos países de classificação BBB) e a estabilidade política e social.
Em comunicado, a diretora-sênior da área de ratings soberano da agência, Shelly Shetty, diz que a melhora das contas externas nacionais se deve não apenas ao aumento de preço das commodities, mas também ao resultado da política econômica. Ela ressalta que o Brasil passou a ser credor externo com o aumento significativo das reservas internacionais e a diminuição da dívida externa. Assim como a S & P havia feito, também sublinha a importância da independência do Banco Central na tomada de decisões. " O BC não hesitou em elevar as taxas de juros recentemente, para combater a inflação e ancorar as expectativas inflacionárias " , diz o texto.
Para Shelly, embora as taxas de crescimento do Brasil sejam menores do que as de Rússia, Índia e China, a estabilidade macroeconômica, a entrada de investimentos externos diretos e os benefícios das reformas microeconômicas passadas vão permitir um desempenho melhor e mais estável para o país. A Fitch cita que o Brasil vive o mais longo ciclo de crescimento em 20 anos e a média dos cinco últimos anos, de expansão de 4,5%, aproximou o país da média das nações com nota BBB (de 5%).
Negociações para venda do banco paulista ao BB foram anunciadas na quarta-feira.Na véspera, Itaú também contestou venda.
O presidente do Conselho de Administração do Bradesco, Lázaro Brandão, defende que o banco estadual paulista Nossa Caixa seja vendido por meio de leilão para que não seja eliminado o direito de concorrência. "O leilão traz as coisas às claras como o preço correto, que seria formado a partir da concorrência entre os interessados", disse Brandão na manhã desta sexta-feira (23), ao comentar a notícia de que o Banco do Brasil está negociando a incorporação da Nossa Caixa.
"As regras de mercado devem prevalecer com a realização de uma licitação pública, que seria mais legítimo. Sem dúvida interessa ao Bradesco participar do processo, isso é inegável", afirma Brandão. Para ele, "o Banco do Brasil é o candidato forte, mas não se pode eliminar o direito de concorrência".
Lances do BB
O início das negociações para compra da Nossa Caixa é o lance mais ousado do Banco do Brasil no seu plano de manter a liderança no mercado. Essa reação iniciou-se em 2007 com o começo da incorporação do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), processo que deverá estar concluído até agosto, de acordo com informações do próprio banco. Paralelamente, o BB vai incorporar aos poucos as agências do Banco do Estado do Piauí, já federalizado.
O aproveitamento desses antigos bancos estaduais, no entanto, representa pouco diante da necessidade de crescimento num mercado que tende a ser cada vez mais concentrador. Com o anúncio feito na noite de quarta-feira, o BB acelera essa estratégia, de forma a responder aos concorrentes privados que adquiriram pelo menos 30 bancos nos últimos dez anos.
Dentro da agenda da última semana de maio, os investidores estarão atentos, sobretudo, ao PIB (Produto Interno Bruto) norte-americano e à inflação medida pelo núcleo do PCE.
No cenário nacional, a ênfase fica para o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de maio. Além disso, as Notas do Banco Central trarão informações relevantes sobre o desempenho econômico do País no mês de abril.
> Segunda-feira (26/5) - Brasil 8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à terceira quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central anuncia o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente à terceira semana de maio, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
O BC também apresenta a Nota do Setor Externo de abril, contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais computadas no período. - EUA Será comemorado o Memorial Day, e conseqüentemente, não haverá pregão em Wall Street. > Terça-feira (27/5) - Brasil 8h00 - A FGV publica a Sondagem do Consumidor de maio. O índice é compilado com base em uma amostra de mais de 200 domicílios em sete das principais capitais brasileiras.
10h00 - O Banco Central publica a Nota de Política Monetária de abril, que traz estimativas sobre a base monetária, os empréstimos de bancos privados e o total de empréstimos no mercado financeiro. - EUA 11h00 - Será apresentado o Consumer Confidence referente ao mês de maio. O índice é responsável por medir a confiança dos consumidores norte-americanos.
11h00 - Em complemento ao Existing Home Sales, o New Home Sales mostra o número de casas novas, com compromisso de venda durante o mês de abril. > Quarta-feira (28/5) - Brasil 07h00 - A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) referente à terceira quadrissemana de maio. O índice é baseado em uma pesquisa de preços feita na cidade de São Paulo, entre pessoas que ganham de 1 a 20 salários mínimos.
9h00 - O IBGE apresenta o IPCA-15 (Índice de Preço ao Consumidor Amplo - 15) referente ao mês de maio. Esse índice é calculado segundo a mesma metodologia do IPCA, mas a coleta dos dados é feita entre os dias 15 de cada mês.
10h00 - O Banco Central apresenta a Nota de Política Fiscal referente ao mês abril, que revelará os gastos públicos realizados durante o período. - EUA 9h30 - O Departamento de Comércio do país apresenta o Durable Good Orders de abril, que avalia o volume de pedidos e entregas de bens duráveis no período.
11h30 - O relatório de Estoques de Petróleo é semanalmente organizado pela EIA (Energy Information Administration). Importante medida, já que o país é considerado o maior consumidor do combustível. > Quinta-feira (29/5) - Brasil 8h00 - A FGV (Fundação Getulio Vargas) apresenta o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do acumulado de maio, que é bastante utilizado pelo mercado, e mede a evolução geral de preços na economia. - EUA 9h30 - O Departamento de Comércio apresenta os dados preliminares do PIB e de seu deflator, ambos baseados no primeiro trimestre.
9h30 - Confira o número de pedidos de auxílio-desemprego (Initial Claims), em base semanal. > Sexta-feira (30/5) - Brasil 8h00 - A FGV divulga a Sondagem Industrial referente ao mês de maio, que reúne informações sobre a evolução da atividade da indústria nacional. - EUA 9h30 - Ênfase para os índices Personal Income e Personal Spending do mês de abril, que avaliam a renda individual dos cidadãos norte-americanos e os gastos dos consumidores, respectivamente.
9h30 - O mercado aguarda a inflação descrita no núcleo do PCE (Personal Consumption Expenditures), também com base em abril, que é considerada uma das medidas de preços preferidas pelo Fed.
10h45 - Será publicado o Chicago PMI referente ao mês de maio, índice que mede o nível de atividade industrial na região.
11h00 - A Universidade de Michigan publica a revisão do Michigan Sentiment de maio, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana. Como começa a semana subseqüente? > Segunda-feira (2/6) - Brasil 8h00 - A FGV publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) referente à quarta quadrissemana de maio. O índice calcula a taxa mensal da variação dos preços até meados da semana anterior àquela em que é divulgado.
8h30 - O Banco Central publica o relatório semanal Focus, que compila a opinião de consultorias e instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos.
11h00 - O Ministério de Comércio Exterior anuncia a Balança Comercial referente ao mês de maio, que mede a diferença entre exportações e importações contabilizadas durante o período.
E o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos) apresenta a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, feita mensalmente em 16 capitais brasileiras, na qual se avalia o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família, através do valor dos produtos elementares. - EUA 11h00 - Será apresentado o ISM Index referente ao mês de maio, responsável pela mensuração do nível de atividade industrial no país.
11h00 - Encerrando a agenda do dia, o Departamento de Comércio apresenta o Construction Spending de abril, que mede os gastos decorrentes da construção de imóveis.
O Brasil precisa fortalecer a política fiscal e impulsionar o crescimento para obter uma classificação de risco mais alta, disse a Standard & Poor's nesta sexta-feira. Lisa Schineller, analista do Brasil para a S&P, afirmou em teleconferência que a agência espera ver uma queda mais acentuada da relação dívida/PIB antes de elevar a nota do País novamente.
"Nós temos no horizonte de previsões uma queda muito lenta da relação dívida/PIB. A redução mais aguda desta taxa é uma questão chave", disse Schineller. "Mas isso vem da combinação do aumento dos esforços fiscais do Brasil... com políticas que impulsionem ainda mais o crescimento", acrescentou.
Na quarta-feira, a agência elevou a nota da dívida soberana do País para "BBB-", primeiro nível dentro do grau de investimento, refletindo as melhores condições das contas externas e da economia doméstica.
Na prática, isso significa que a agência considera que o País se tornou mais confiável para honrar suas dívidas. A avaliação de longo prazo em moeda local também foi elevada pela agência, de "BBB" para "BBB+". O rating de curto prazo em moeda estrangeira foi de "B" para "A3", enquanto em moeda local passou de "A3" para "A2".
A euforia com o grau de investimento perdeu força nesta segunda-feira e sustentou somente a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que cravou mais um recorde e fechou acima de 70 mil pontos.
Os mercados de câmbio e de juros futuros, mais suscetíveis a outras variáveis, tiveram um dia de acomodação.
"Por enquanto há muita especulação no mercado. Acreditamos que ainda será necessário um bom período para que reencontre seus pontos de equilíbrio", disse Sidnei Nehme, diretor-executivo da NGO Corretora de Câmbio, em relatório.
Para o ministério da Fazenda, o grau de investimento obtido na última quarta-feira não vai gerar uma "avalanche" de recursos especulativos - ou seja, não deve ter potencial para derrubar o dólar diante do real no curto prazo.
Por isso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou em que o governo não estuda no momento uma elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas transações de estrangeiros.
No exterior, o petróleo continuou a escalada e superou os US$ 120 por barril nos Estados Unidos. A consistente alta da commodity abalou as bolsas de valores em Nova York, já que impulsiona a inflação e desvia recursos que poderiam ser usados pelos consumidores para reanimar a maior economia do mundo, à beira de uma recessão.
Os negócios em Wall Street também foram influenciados pela cautela diante da incerteza no acordo entre Bank of America e Countrywide. Analistas dizem que o segundo maior banco dos Estados Unidos pode rever os termos da aquisição da maior casa hipotecária norte-americana, ou até mesmo desistir do acordo.
Veja como encerraram os principais mercados nesta segunda-feira:
Câmbio O dólar terminou a R$ 1,659, em alta de 0,55%. O volume do segmento interbancário foi de US$ 2,007 bilhões.
Bolsa O Ibovespa subiu 1,17%, a 70.174 pontos. O volume financeiro na bolsa foi de R$ 7,1 bilhões.
ADRs brasileiros O índice de principais ADRs brasileiros fechou em alta de 0,54%, aos 42.168 pontos.
Juros Os contratos de depósito interfinanceiro (DI) fecharam em alta na BM&F. O DI janeiro de 2009 ficou estável a 12,80%, enquanto o DI janeiro de 2010 subiu a 13,68%.
Global 40 O título de referência dos mercados emergentes, o Global 40, caía para 136,813% do valor de face no final da tarde, oferecendo rendimento de 4,92% ao ano.
Risco-país No final da tarde, o risco Brasil caía 4 pontos, para 197 pontos-básicos. O EMBI+ estava em 249 pontos-básicos.
Bolsas dos EUA O índice Dow Jones teve aixa de 0,68%, a 12.969 pontos. O Standard & Poor´s 500 caiu 0,45%, a 1.407 pontos. O Nasdaq retrocedeu 0,52%, a 2.464 pontos.
Treasuries de 10 anos O preço dos títulos do Tesouro norte-americano de 10 anos, referência do mercado, recuava e o rendimento subia para 3,86% no final da tarde.
Grau de investimento: o que muda nas suas aplicações
Especialistas dizem como a melhora na classificação de risco do Brasil deve impactar os investimentos na Bolsa, renda fixa e dólar
EXAME Vale a pena fazer pequenas mudanças no portfólio de investimentos para adequá-lo ao fato de o Brasil ter recebido, nesta quarta-feira, o selo “grau de investimento” da agência de classificação de risco Standard & Poor’s. Mas não é hora de alterações drásticas. “O Brasil não vai virar outro país amanhã”, diz Roberto Apelfeld, diretor executivo da gestora de recursos Legg Mason. “O investment grade faz parte de um processo de melhorias que vem ocorrendo na economia brasileira – e ainda há mudanças para ocorrer”. Veja abaixo as principais recomendações de especialistas consultados por EXAME:
Melhoram as perspectivas para a Bolsa?
Sim. Há duas explicações para isso. Uma delas tem a ver com uma situação momentânea do mercado. O patamar de 66 000 pontos do Índice Bovespa era considerado um marco importante para determinar o comportamento da bolsa por analistas especializados em avaliar os altos e baixos das ações – conhecidos como grafistas. Segundo eles, se o índice ultrapassasse esse patamar, teria condições de continuar em alta. Isso ocorreu nesta quarta-feira, quando o Ibovespa fechou com uma valorização de 6,3%, aos 67 868 pontos.
Outra explicação está relacionada à melhora dos fundamentos da economia. O fato de o país ter o grau de investimento pode diminuir o custo do financiamento das empresas locais – o que beneficia seus resultados e, por conseqüência, o desempenho de suas ações na bolsa. Esse movimento, porém, é de longo prazo. “O investidor não deve ficar otimista demais e esperar mudanças radicais nos próximos dias. Os fundamentos continuam valendo”, diz um analista. “Quem perder a cabeça corre o risco de perder muito dinheiro.”
Vale a pena aplicar mais em ações?
Depende do perfil do investidor. Quem estiver disposto a correr um pouco mais de risco pode aumentar as aplicações em bolsa – mas de forma moderada, entre 10% e 20%. Quem for conservador, porém, deve manter sua programação de investimentos, porque, embora as perspectivas sejam mais promissoras, o mercado continua arriscado. “O Brasil, como todos os países, está sujeito ao que ocorre ao seu redor, e a economia americana permanece em crise”, diz Roberto Apelfeld, da Legg Mason.
O momento é propício para investir em small caps?
Sim. Segundo os analistas, as small caps (empresas com valor de mercado de até 5 bilhões de reais) também serão beneficiadas pelo grau de investimento e devem registrar forte alta nos próximos meses. Essa valorização, no entanto, não deve ocorrer de imediato. “Os investidores estrangeiros tendem a preferir as blue chips (ações mais líquidas da Bolsa), mas num segundo momento, a procura pelas ações de segunda linha deve aumentar, valorizando os papéis”, explica Clodoir Gabriel Vieira, analista da corretora Souza Barros. As small caps, portanto, são indicadas para quem pretende investir no longo prazo. Para investidores de curto prazo, os analistas indicam as blue chips, que têm maior liquidez.
Como escolher uma small cap?
Dê preferência a papéis de empresas ligadas a setores da economia que estão em expansão, como construção, bancos, petróleo e gás. “Com as últimas descobertas da Petrobras, as empresas que fornecem material para o setor devem crescer rapidamente”, diz o analista da corretora Alpes, Fausto Gouveia. Uma vez escolhido o setor, o investidor deve comparar os dados da empresa de seu interesse com os de suas concorrentes, inclusive no exterior. “O estrangeiro só investirá numa small cap brasileira se as semelhantes em outros países forem menos atraentes. Por isso, não basta a ação estar barata, ela tem de ter um potencial de valorização superior ao de papéis de outros países”, afirma Gouveia.
O que ocorre com o dólar?
A previsão é de que a desvalorização da moeda americana continue. Isso porque, com o grau de investimento, investidores institucionais estrangeiros, como os fundos de pensão, que não podiam aplicar em títulos brasileiros, passam a poder fazer isso. Esse movimento aumenta o fluxo de recursos externos para o país, o que tende a depreciar o dólar.
O Banco Central deve parar de aumentar os juros?
Não, diz a maioria dos especialistas. “O objetivo da política monetária do BC é conter a inflação, e isso deve continuar”, diz Carlos Cintra, gerente de renda fixa do Banco Prosper. A intensidade da alta dos juros, porém, pode ser menor. “Talvez não chegue aos dois pontos percentuais de alta que muitos economistas esperavam”, diz Cintra. Isso porque a desvalorização do dólar frente ao real pode contribuir para segurar alguns reajustes de preços, especialmente de produtos importados.
É hora de mexer nas aplicações de renda fixa?
Não. O cenário continua o mesmo de algumas semanas atrás: os juros podem voltar a subir no curto prazo, mas, no longo prazo, a tendência é de baixa. Por isso, vale a pena aplicar em fundos DI ou títulos pós-fixados os recursos que serão sacados em até seis meses. O dinheiro que permanecerá investido por um prazo maior deve ser aplicado em fundos ou títulos prefixados, aqueles que fixam hoje o rendimento que será pago no futuro.
SÃO PAULO - A agência de classificação de risco Standard & Poor´s anunciou, nesta quarta-feira (30), a elevação do rating do Brasil a grau de investimento. A notícia surpreendeu por ter sido reportada em véspera de feriado nacional e antes do que esperava o mercado. "Eu imaginava que isso ia acontecer no terceiro trimestre", confessa Clodoir Vieira, economista da corretora Souza Barros.
O economista acredita que a nova posição do País em relação ao risco deve repercutir novamente na sexta-feira (2), quando o mercado volta a operar depois da celebração do dia do trabalho. "Ainda vamos ver alguma alta em curto prazo, mas somente na semana que vem vai dar para sentir melhor qual será a tendência em bolsa", avalia.
Investimento estrangeiro Em relação ao longo prazo, o País estará menos suscetível aos desdobramentos da crise norte-americana, julga Vieira, e mais atraente ao capital estrangeiro - tanto para investimentos financeiros quanto físicos.
"Como sabemos, o fluxo de recursos estrangeiros para investimento em bolsa deverá crescer com mais consistência, principalmente por conta de fundos que só podem investir em países com menor grau de risco, como o Brasil neste momento", avalia Fabio Anderaos de Araújo, analista da Itaú Corretora.
Bancos beneficiados "Com a elevação do Brasil à categoria de investment grade pela S&P, as ações de bancos tendem ser mais beneficiadas no curtíssimo prazo, porque eles são o principal termômetro da economia. Em seguida, o efeito, positivo, se dará de maneira mais difusa, privilegiando empresas com fundamentos mais sólidos e também com ações com maior liquidez em Bolsa", avalia Anderaos.
Já Vieira acredita que a nova classificação do Brasil pode beneficiar todo o setor empresarial, principalmente àquelas companhias que necessitem de financiamentos, pois agora a captação no exterior será mais fácil.
Anderaos ainda destaca, em comunicado enviado a clientes, que "a área de análise estará revendo seus parâmetros de valuation, incorporando um menor spread e isso elevará o upside de várias ações".
Câmbio e Selic A LCA Consultores divulgou comunicado em que corrobora a perspectiva de aumento da entrada de recursos: "a promoção do Brasil a investment grade, ao abrir os mercados domésticos a um escopo maior de investidores institucionais estrangeiros, tende a reforçar a entrada de capital externo no País".
Por este motivo, a consultoria reitera sua avaliação de que o câmbio doméstico atravessará este ano e o próximo sobre pressão de apreciação do real, e que a redução da Selic poderá ser retomada em médio prazo.
SÃO PAULO - O uso do Home Broker caiu no gosto do investidor em 2007. Segundo dados da Bovespa, em relação a 2006, o volume médio mensal aumentou 153%, passando de R$ 6 bilhões para R$ 15,6 bilhões. Já a média mensal do número de negócios subiu 122%, de 752,4 mil operações em 2006 para 1,7 milhão em 2007. As operações por meio do Home Broker responderam por 8,4% do volume total transacionado na bolsa no ano passado. No entanto, pesquisa norte-americana mostra que ainda existem muitas pessoas que relutam em usar a rede para investir. Medo, insegurança, desconhecimento... qual seria a principal razão apontada pelos investidores para não usar a internet e as ferramentas on-line na hora de lidar com o dinheiro?
Contato pessoal é preferência De acordo com o estudo da Universidade de Iowa, diante da pergunta: "Por que você não usa a internet para investir?", a maioria dos respondentes (82,4%) disse que não usa o computador para estes fins, pois prefere trabalhar com pessoas. Quando separados por sexo, mais mulheres do que homens responderam "sim" a esta alternativa. A tabela abaixo mostra todas as razões apontadas pelos investidores para não utilizarem a internet na hora de investir. Os percentuais são referentes aos "sim" respondidos. O investidor poderia responder "sim" a mais de uma alternativa
Razão apontada Homens Mulheres Prefere trabalhar com pessoas 80% mais de 80% Os sites são confusos mais de 30% mais de 40% Questão de segurança 40% quase 50% Outras razões 35% 30%
Alvo de reclamações De acordo com o Ombusdsman do Mercado, Joubert Rovai, as reclamações sobre o Home Broker das corretoras brasileiras representaram 27% do total em 2007. Segundo Rovai, os principais problemas apontados pelos investidores foram: lentidão do site, ordens não disparadas, divergências de saldos de ações e/ou de valores, impossibilidade de negociar direitos de subscrição, liquidação de posição acionária etc.
Dicas De acordo com a advogada especialista em direito digital, Patricia Peck Pinheiro, ao mesmo tempo que a ferramenta cria um facilitador de entrada de investidores no mercado, há alguns riscos que devem ser observados. "Riscos inerentes ao mercado de ações, riscos operacionais do uso da internet e riscos relacionados ao ciclo de liquidação", enumera a autora do livro "Direito Digital", publicado pela Editora Saraiva. "Entre esses riscos expostos, o que mais gera impactos jurídicos vem a ser o risco operacional do uso da internet e a responsabilidade das corretoras alusiva à segurança da informação", afirmou a advogada.
SÃO PAULO - Considerado um dos principais termômetros da confiança dos investidores na economia brasileira, o EMBI+ Brasil, calculado pelo Banco JP Morgan Chase, encerrou o dia aos 264 pontos hoje, com aumento de 3,13% perante os 256 pontos do fechamento de ontem.
No mercado secundário de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40 era negociado a 135,313% do seu valor de face, com avanço de 0,09%. O segundo papel mais representativo do índice do JP Morgan, o Global 18 ou A-Bond (Amortizing Bond ou Bônus de Amortização), marcava 113,188%, com ligeira alta de 0,05%.
Sobre o EMBI + Brasil
O Emerging Markets Bond Index - Brasil é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo.
O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.
Basicamente, o mercado usa o EMBI+ para medir a capacidade de um país honrar os seus compromissos financeiros. A interpretação dos investidores é de que quanto maior a pontuação do indicador de risco, mais perigoso fica aplicar no país. Assim, para atrair capital estrangeiro, o governo tido como "arriscado" deve oferecer altas taxas de juros para convencer os investidores externos a financiar sua dívida - ao que se chama prêmio pelo risco.
SÃO PAULO (Reuters) - Apesar do avanço tecnológico significativo nas esferas empresarial e de governo, o Brasil perdeu seis posições e ocupa a 59a colocação no ranking dos países mais desenvolvidos tecnologicamente, segundo o Relatório Global de Tecnologia da Informação 2007-2008 divulgado nesta quarta-feira pelo Fórum Econômico Mundial.
O ranking foi elaborado com base no Índice de Tecnologia da Informação (ITI) medido em 127 países. Dentre as nações da América Latina o Brasil fica atrás de Chile (34a), Barbados (38a), Porto Rico (39a), Jamaica (46a) e México (58a)
O ITI avalia o nível de preparo das nações para uso de tecnologia da informação em três segmentos: ambiente (infra-estrutura), preparo para desfruto dessa tecnologia e implementação real das tecnologias mais recentes disponíveis.
De acordo com a pesquisa, a Dinamarca se manteve como o país mais desenvolvido tecnologicamente, seguido pela Suécia e pela Suíça. Os Estados Unidos aparecem na quarta colocação, imediatamente à frente de Cingapura.
Brasil e México não obtiveram desempenho melhor no estudo em decorrência da excessiva regulação de mercados, a baixa qualidade dos sistemas educacionais e o baixo nível de investimento em pesquisa e desenvolvimento, segundo comunicado.
Na América Latina, o Chile foi o país mais bem posicionado no estudo, com um preparo tecnológico resultante de um desempenho homogêneo nos três sub-índices do ITI, graças a um forte esforço do governo com relação à penetração da tecnologia e uma agenda digital abrangente.
SÃO PAULO - A cada vez mais esperada alta na taxa básica de juros poderá até acelerar a obtenção do selo grau de investimento pelo Brasil. A afirmação foi feita hoje pela presidente da filial brasileira da agência de classificação de risco Standard & Poor´s, Regina Nunes.
"A reversão da política monetária não significa postergar, pode significar até antecipar o grau de investimento", disse a executiva.
Segundo ela, o câmbio flutuante e o controle da inflação são fatores essenciais para a conquista do selo e a "capacidade do governo de dar respostas rápidas" às pressões inflacionárias é muito importante.
Regina Nunes voltou a mencionar o "burocrático" regime tributário do Brasil, bem como seu endividamento de curto prazo, como fatores que ainda restringem a obtenção do grau de investimento. A incidência dos impostos em cascata é uma das principais queixas da executiva, que não deu prazo para a elevação da nota brasileira.
Recursos serão destinados para ampliação de fábricas e novas linhas de produção e marketing.Em 2007, foram investidos R$ 1,3 bilhão.
A Coca-Cola Brasil deve investir R$ 1,5 bilhão em 2008. Os recursos serão destinados para ampliação de fábricas e novas linhas de produção e marketing, adiantou o diretor de Comunicação da companhia, Marco Simões, em palestra realizada em Porto Alegre, durante a Feira da Sustentabilidade, promovida pela Camara Americana do Comércio de Porto Alegre.
"Queremos aproveitar o ótimo momento que o país vive como fizemos no ano passado", ressaltou o executivo da Coca Cola, salientando que o investimento da corporação no Brasil em 2008 será três vezes superior ao realizado há seis anos.
Ele contou que em 2007, a expectativa inicial era aplicar R$ 1 bilhão, mas ao longo do ano novos recursos foram aportados, totalizando R$ 1,3 bilhão voltado para o aumento da produção. "Acreditamos que existe uma oportunidade fantástica no Brasil", acrescentou Simões em entrevista ao site da Amcham.
Segundo ele, o investimento de 2008 servirá para consolidar uma estratégia planejada há tempos pela companhia de ampliar a produção. A meta é criar produtos e embalagens inovadores que atendam à demanda dos consumidores. No começo da década, a bebida Coca-Cola era vendida em apenas três embalagens. Hoje, é oferecida em mais de 20.
O executivo garantiu que a melhora da distribuição de renda no país também é levada em conta pela companhia em suas decisões. "Obviamente, as classes A e B já consomem o total de refrigerantes, águas e sucos que deveriam, mas as classes C e D começam a entrar nesse segmento agora, ampliando suas compras", salientou o executivo da Coca Cola